Arquivo da categoria ‘Curiosidades’

h1

Esse é o nosso verdadeiro “créu”

21 fevereiro, 2008
É créu na Gente!
Pagar tributo no Brasil não é mole não!
O que o governo cobra é uma barbaridade
E os recursos ninguém sabe pra onde vão
Não temos educação…
nem saúde de verdade!
Quem é a honesto não quer a sonegação
Mas tanto imposto mal usado é maldade!
Cada vez que eu pago um dá a impressão
De que estou timando ferro sem a menor piedade!
Acabaram com a CPMF…
mas aí vem o IOF e ó…
Créu…
Créu…
ICMS!Créu…Créu…Créu…
IPTU!Créu, Créu, Créu, Créu, Créu…Janeiro tem IPVA!Créu! Créu! Créu! Créu! Créu! Créu…Vou falar pra vocês que já cai na malha fina!

O Pior!

Imposto de renda!

Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Créu!

Charges – OHÊ
Brasileiro canta:
“Dança do Créu”

(Esqueça aquela letra infame de Funk:
Esse é o nosso verdadeiro “créu”!
)

h1

Tutorial Torrent

11 fevereiro, 2008

Um sujeito muito inteligente, chamado Bram Cohen, que provavelmente tinha uma enorme coleção de filmes educativos de domínio público, pensou no problema, que na verdade tem duas partes:

  1. Como distribuir uniformemente um arquivo para o maior número de pessoas simultaneamente?
  2. Como evitar filas e sobrecarga de servidor quando da fase inicial, onde somente um, ou poucos computadores possuem o tal arquivo?

A solução proposta foi simples e elegante. Por definição, todo membro de um enxame (o termo que compreende os computadores conectados a um arquivo torrent) é tanto receptor quanto transmissor.

Veja na figura abaixo o modelo tradicional versus o modelo torrent.

Modelo Tradicional X Modelo Torrent
modelos.jpg

No modelo tradicional temos um servidor que controla as transferências, os pacotes e arquivos disponíveis, e tudo mais. Isso gera uma enorme carga no servidor, se ele cair, diga adeus.

No modelo torrent, o servidor ainda existe. É chamado de tracker. Na prática só serve para guardar o arquivo .Torrent com as informações básicas do arquivo compartilhado, como tamanho, nome, endereço do(s) tracker(s)- sim, um torrent pode ser referenciado por mais de um tracker de cada vez – e, principalmente, dados para autenticação. Com isso você evita baixar coisas erradas ou renomeadas de má fé!

Esta foi a parte de como funciona que nem sempre se precisa saber para usar.
Mas não deixa de ser interessante.
Mas para fazer um download com o Bit Torrent você precisa, antes de mais nada, de um arquivo .torrent.
Um arquivo .torrent é o Tracker .
Cada arquivo .torrent contém informações sobre diferentes downloads. Ou seja, se você quer baixar um filme precisará do .torrent daquele filme.

De posse do arquivo .torrent é só dar 2 cliques nele e o Bit Torrent iniciará o download. Não se preocupe com interrupções no processo de download. O Bit Torrent sempre continua o download do ponto onde parou e checa automaticamente a integridade dos arquivo.

Ah sim, mas antes do .trorrent, você precisa lógicamente do BitTorrent em si. O programa por traz de tudo isso que já foi falado.

-> µTorrent – http://www.utorrent.com/download.php

-> BitTorrent – O cliente oficial – http://www.bittorrent.com/download.html

E aqui começa a parte onde eu mesmo me enrosco.
Abaixo segue alguns sites de Trackers, a grande chave de sucesso com o Torrent é achar um .torrent que tenha várias sementes, ou seja, que esteja sendo baixado por várias e várias pessoas, isso faz com que o DownLoad fique rápido e continuo. A grande chave é saber procurar, ajuda por exemplo saber o nome do filme em Inglês e coisas assim.

->mininova
->Torrentspy.com
->The Pirate Bay
->isoHunt
->TorrentReactor
->AnimeSuki

www.youtorrent.com, este é dica do Doni.

Espero realmente ajudar com esse Post diversas pessoas!
Bom divertimento e não se esqueça de compartilhar comigo e com seus amigos as coisas/filmes/mp3 garimpadas no torrent!

Ps: Este tema “Tutorial Torrent” foi sugestão do Trotta então acho que o crédito é dele pela idéia!
Principalmente se for pensar que ele é quem praticamente me ensinou a usar isso.

h1

QUALIDADE DO VÍDEO

22 janeiro, 2008

Este Post é complementar ao de Formatos de vídeos. Pois ajuda a entender algumas siglas vista na net quando a intenção é baixar um vídeo!

CAM – Com uma câmera de vídeo digital (DV – Digital Vídeo), os grupos gravam a tela do cinema, normalmente na pré-estréia. Lógico que a qualidade não fica nunca com a qualidade de um DVD. Mas esse meio é para quem quer Novidade / Lançamento antes de todo mundo, as vezes antes mesmo de entrar para o cinema você já poderá ter-lo em seu PC.

DivX Re-Enc – Um DivX re-enc-enc é uma transformação de sua fonte original, por exemplo VCD, e re-codificada para DivX. O objetivo é diminuir o tamanho original do arquivo, para outro bem menor. Encontrado geralmente em partes, como Film.Name.Group(1of2) etc… Lógico, que a qualidade do filme diminui também.

DVD-RIP (DVDRip) – Uma cópia exata do DVD final liberado (aquele encontrado em lojas). Algumas vezes pode ser versão do diretor, o que é raro, mas é o mesmo do DVD comercializado.

DVD-Screener (DVDscr) – A qualidade é idêntica de um DVD comum, porém existe algum tipo de material informativo, em forma de texto passando pela tela, ou aparecendo por um determinado tempo, ou até mesmo deixando o filme em preto e branco. Por isso significa que o DVD não é comercial, o DVD comprado em lojas. Ele é para divulgação, distribuídos antes do lançamento, normalmente para jornalistas e imprensa. Pré-lançamento!

Internal – Um release interno é feito por diversas razões. Os grupos clássicos de DVD fazem muitos releases do tipo INTERNAL. As ripagens do cinema tem uma qualidade mais baixa, então usam o INTERNAL para não baixar a reputação do grupo, ou devido à quantidade de ripagem já existentes. O grupo libera somente os filmes a seus membros. Isto está em a contexto diferente à definião usual.

R5 – Os principais estudios têm liberado dvds de varejo (para venda) antes de serem realmente lançados (somente na Russia). Fazem isso para parar o uso difundido dos telecines (TC) pirateados (que eram uma vez muito comuns). R5 é feito pelos estúdios, eles estão competindo basicamente com os telecines piratas. Assim a diferença principal entre os telecines postos para fora pelos piratas e os R5, é que os R5 são feitos usando o equipamento profissional. A qualidade do R5 é muito similar a dos DVD-Screeners.

Screener (SCR) – Geralmente fitas vhs promocionais que são enviados aos distribuidores, jornalistas e imprensa antes da venda. Porém existe algum tipo de material informativo, em forma de texto passando pela tela, ou aparecendo por um determinado tempo, ou até mesmo deixando o filme em preto e branco. Por isso significa que o VHS não é comercial

TeleCine (TC) – Um TeleCine é máquina que copia filme do rolos de cinema para o sistema digital. O som e a imagem são muito boas, mas esses equipamentos são muito caros e raros.

TeleSync (TS) – O sistema é muito parecido com o CAM, porém o sistema de captação de áudio é externo, já o CAM é onboard (microfone de camera). Isso ajuda e melhorar e muito na qualidade do som. Muito TeleSync é filmado em cinema vazio ou da cabine de projeção com uma câmera profissional, dando uma qualidade melhor do retrato e do som.

TV-RIP (TVRip)/HDTV- Simplesmente a ripagem da TV da rede (capturado usando caixas digitais de cabo/satellite preferivelmente) ou PRE-AIR das alimentações de satélite que emitem direto às emissoras de TV, alguns dias antes da exibição. É capturado com uma placa de video-captura digital ligada num slot PCI do PC, geralmente dando os melhores resultados, o formato quase sempre é em MPEG ou AVI podendo ser convertido em VCD/SVCD/DivX/XviD.

VHS-RIP (VHSRip) – Uma cópia exata do VHS final liberado, principalmente dos videos de skating/sports e de XXX

Watermarks – A maioria dos filmes são dos Asian Silvers/PDVD (pessoas do oriente que disponibilizam os filmes muito facilmente e a um preço pequeno, são geralmente gravados em DVD, mas encontramos também em formato VCD). Eles tem uma letra inicial ou um logo pequeno, geralmente em um dos cantos do filme. Os mais famosos são “Z”, “A” e “Globe”.

WorkPrint (WP) – É uma cópia do filme que não foi terminada. Pode ter cenas incompletas, músicas e a qualidade pode variar. Algum WPs são muito diferentes da cópia final e outros podem conter cenas extras. WPs pode ser agradáveis à coleção. Hoje em dia, muitas ADD (adicionais) de DVD, contém essas cenas que são cortadas do filme final.

h1

FORMATOS DE VÍDEO

14 janeiro, 2008

Está é a explicação do que significa cada tipo de arquivo ( extensão) de video. Mas essa este post é mais para mostrar o que está por traz, a codificação de cada tipo de filme.
Nada me impede de renomear e alterar uma extensão AVI para WMV. Porem simplesmente renomeá-la não faz o truque, existem inúmeros programas na net para fazer a real conversão de um formato para outro.

ASF – Advanced Streaming Format. Esta é a resposta da Microsoft à Real Media e à qualquer tipo de media streaming.

AVI – Audio Video Interleave. Formato de vídeo mais usado em PCs com o Windows. Ele define como o vídeo e o áudio estão juntos um ao outro, sem especificar um codec.

CVD – O CVD é uma combinação dos formatos VCD e SVCD, e é suportado geralmente por uma maioria de players de DVD. Suporta as bit-rates MPEG2 de SVCD, mas o uso de uma definição de 352×480(ntsc) como a definição horizontal são geralmente mais menos importantes. Atualmente nenhum grupo libera produtos no formato CVD.

KDVD – Formato de arquivo 100% compatível com MPEG_2, capaz de rodar em qualquer DVD Player Standard. Esta tecnologia habilita 6 horas de filme em Full D-1 720×480 num DVD, ou algo em torno de 10 horas em Half D-1 352×480 no mesmo DVD.

KVCD – É uma modificação ao padrão MPEG-1 e MPEG-2. Habilita criar CDs de 120 minutos com qualidade perto do DVD em CDs de 80 minutos. Porém já existe especificações que geram vídeos de 528×480 (NTSC) e 528×576 (PAL) e MPEG-1 com bitrate variável entre 64Kbps e 3000Kbps. Usando um resolução 352×240 (NTSC) ou 352×288 (PAL), é possível “encodar” vídeos com até 360 minutos com qualidade perto de um VCD num CD de 80 min.

MOV – Formato criado pela Apple para o Quicktime, o seu programa de multimídia – também disponível para Windows.

MP4 – Criado em 1999 por uma associação de empresas que desenvolve padrões de compressão de dados digitais, o MP4 é a extensão oficial para a nova geração de arquivos MPEG-4. É uma evolução do MPEG-2, usado pela indústria de TV e vídeo, até mesmo no DVD. O MP4 dá origem a arquivos menores – 10% do original – sem perda de qualidade, e lida (muito melhor que o MP2) com os diversos elementos do vídeo, como contraste, cor, som ou legendas, tem melhor transmissão e recepção de sinais.
Graças a essa nova tecnologia, filmes são copiados de DVDs nos muito mais populares e baratos CDs. Com isso, podem ser vistos em qualquer computador por quem não tenha um aparelho de DVD .
Os formatos que compõem um MP4 padrão são:
*Som: MP3, AAC e Apple Lossless
*Vídeo: MPEG-4, MPEG-3 e MPEG
*Imagem: JPG e PNG
*Legendas: XMT e BT

MPEG – É a abreviação de Motion Picture Expert Group e é a fonte de pesquisa para formatos de vídeo em geral. Este grupo define padrões em vídeo digital, estão entre eles o padrão MPEG1 (usado nos VCDs), o padrão MPEG2 (usado em DVDs e SVCDS), o padrão MPEG4 e vários padrões de áudio – entre eles MP3 e AAC. Arquivos contendo vídeo MPEG-1 ou MPEG-2 podem usar tanto .mpg quanto .mpeg na extensão.

OGM – Pode ser usado à uma alternativa ao .avi e pode conter Ogg Vorbis, MP3 e AC3 áudio, todos os formatos de vídeo, informação por capítulos e legendas.

RM/RA/RMVB – É o formato proprietário da Real Networks, uma das principais adversárias da Microsoft no segmento de multimídia online.

SVCD – SVCD é baseado em MPEG-2 (como no DVD), que permite maiores taxas de variáveis até 2500kbits em uma definição de 480×480 (NTSC), que descomprimida em uma relação de aspecto de 4:3. Devido ao bit-rate variável, o comprimento que você pode ocupar em um único CDR não é fixo, geralmente entre 35-60 min.

VCD – É um formato baseado em MPEG-1, com um bit-rate constante de 1150kbit em uma definição de 352×240 (NTSC). VCD’s são usados geralmente para obter de uma qualidade mais baixa com o objetivo de tamanhos menores. VCD’s e SVCD’s são cronometrados nos minutos e não em MB, assim que ao olhar um, parecer maior do que a capacidade de disco e na realidade pode cabe 74min em um CDR74.

WMV/WMA – Formato proprietário da Microsoft para áudio e vídeo no PC. É baseado em uma coleção de codecs que podem ser usados pelo Windows Media Player para reproduzir arquivos codificados em vários formatos.

XVCD/XSVCD – Estes são basicamente VCD/SVCD melhorados. São ambos capazes de definições e de melhores taxas, muito mas elevadas. Muito difícil de se encontrar.

h1

“Resolução 203″

8 janeiro, 2008

publicado em 10 de novembro de 2006

 

MINISTÉRIO DAS CIDADES

Departamento Nacional de Trânsito

Assessoria de Imprensa do Denatran

 

Contran define regras para uso de capacete

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou novos requisitos para a utilização de capacete para condutor e passageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo e quadriciclo motorizado. De acordo com a Resolução 203, publicada nesta sexta-feira, será obrigatório o selo de certificação expedido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) ou por organismo por ele credenciado. Será necessário também, que o capacete possua, nas partes traseiras e laterais, elementos refletivos de segurança que deverão ter uma superfície de pelo menos 18 cm² (dezoito centímetros quadrados), essa faixa garantirá a sinalização do capacete.

De acordo com as definições do Contran, o capacete deverá possuir viseira, sendo que durante o período noturno é obrigatório que ela seja do padrão cristal. No entanto, caso o capacete não possua viseira, deverá ser utilizado óculos de proteção que não poderão ser substituídos por óculos de sol. Os óculos de proteção são aqueles que permitem ao usuário a utilização simultânea de óculos corretivos ou de sol (figura abaixo).

A Resolução 203 do Contran proíbe, ainda, a aposição de películas na viseira e nos óculos de proteção. O prazo de entrada em vigor da Resolução é de 180 dias. Quem descumprir as normas estabelecidas na Resolução estará infringido os incisos I e II do Art. 244 do Código de Trânsito Brasileiro que prevê infração de natureza gravíssima, multa de R$ 191,54, suspensão do direito de dirigir e recolhimento do documento de habilitação.

Acesse a Resolução - http://www.denatran.gov.br/download/Resolucoes/Resolucao203_06.pdf

Assessoria de Imprensa – Denatran

TEL. (61) 3429-3349

imprensa.denatran@mj.gov.br

Está é a matéria oficial colocada on-line.

———————————————————————————

Porem segundo o Jornal Estado de São Paulo no 05/01/08, o Imetro encaminhou pedido de suspensão temporária da Resolução.

A obrigatoriedade do adesivo que atesta a qualidade dos produtos fez surgir um esquema para burlar a fiscalização.
Nem o Detran e nem o Inmetro souberam explicar porque não foram criados mecanismos para que os motociclistas que perderam, retiraram ou não possuem o selo pudessem se regularizar.

Fora isso sobre o Adesivo do Imetro, existe a polêmica entre os Motociclistas e mesmo motoboys sobre quais os adesivos reflexivos realmente válidos, existem inúmeros tipos sendo vendidos, mas a questão fica, qual comprar?
Eu usei o oferecido juntamente com o capacete.
E colei da melhor maneira possível no capacete, para ficar visível e não estragar o grafismo do mesmo.
Essa falta de especificação na lei pode gerar um abuso. Pelos nossos queridos Policias e afins na anciã de cumprir corretamente seu dever ( ou ganhar um café ) visto que não especifica o lugar onde deve ser colado e as dimensões que podem variar dentro do range de 18 Cm².

Agora é esperar para ver!
Mas eu já tenho ouvido de outros motociclistas que o abuso já começou. :(

Hoje ainda não se têm novidades quanto ao pedido do Imetro nem em como está indo a fiscalização…

h1

Bluetooth™? Dente Azul?!

1 janeiro, 2008

História

Começou a ser desenvolvida em 1994, pela Ericsson, e a partir de 1998 pelo Bluetooth Special Interest Group (SIG), consórcio inicialmente estabelecido pela Sony, Ericsson, IBM, Intel, Toshiba e Nokia, hoje este consórcio inclui mais de 2000 empresas.

O nome Bluetooth é uma homenagem ao rei da Dinamarca e Noruega Harald Blåtand – em inglês Harold Bluetooth (traduzido como dente azul, embora em dinamarquês signifique de tez escura). Blåtand é conhecido por unificar as tribos norueguesas, suecas e dinamarquesas. Da mesma forma, o protocolo procura unir diferentes tecnologias, como telefones móveis e computadores.

O logotipo do Bluetooth é a união de duas runas nórdicas para as letras H e B, suas iniciais.

Em 1994, a Ericsson começou a analisar uma interface de rádio que tivesse baixo consumo e baixo custo. O objetivo era desenvolver uma tecnologia para ligar telefones móveis e os seus acessórios sem utilizar fios. Em 1998, depois da Ericsson já ter chegado à conclusão de que o potencial para dispositivos que usem ligações de rádio de curto alcance era praticamente ilimitado, os grandes a IBM, a Nokia, a Toshiba e a Intel se uniram e formaram o chamado Bluetooth Special Interest Group com o objetivo de conduzir e desenvolver a tecnologia sem fios.

O consórcio Bluetooth cresceu incrivelmente em poucos anos e já conta com a participação de mais de 2000 empresas, dentre elas HP, 3Com, Philips, Motorola, Samsung, Siemens, Dell, Sony… Isso permitiu uma ampla divulgação da tecnologia em todo o mundo.

Utilização

O Bluetooth ganhou popularidade quando aparece no mercado de consumo com preços apeteciveis e encarnando funções em diversas areas em que os fios complicam a sua utilização. É a sua facilidade de utilização aliada a necessidade de menos embaraço com os fios e o aumento de consumos de dispositivos moveis que dão o grande impulso a sua aceitação.


É usado para comunicação entre pequenos dispositivos de uso pessoal, como PDAs, telefones celulares (telemóveis) de nov geração, auriculares (headsets), computadores portáteis, comandos das consolas (Play-Station 3) mas também é utilizado para a comunicação de periféricos, como impressoras, scanners, ratos (mouse) e teclados, comandos remotos, e qualquer dispositivo dotado de um chip Bluetooth.

Funcionamento

Dispositivos Bluetooth operam na faixa ISM (Industrial, Scientific, Medical) centrada em 2,45 GHz que era formalmente reservada para alguns grupos de usuários profissionais. Nos Estados Unidos, a faixa ISM varia de 2400 a 2483,5 MHz. Na maioria da Europa a mesma banda também está disponível. No Japão a faixa varia de 2400 a 2500 MHz. Os dispositivos são classificados de acordo com a potência e alcance, em três níveis: classe 1 (100 mW, com alcance de até 100 m), classe 2 (2,5 mW e alcance até 10 m) e classe 3, (1 mW e alcance de 1 m, uma variante muito rara). Cada dispositivo é dotado de um número único de 48 bits que serve de identificação.

Dispositivos Bluetooth comunicam-se entre si e formam uma rede denominada “piconet”, na qual podem existir até oito dispositivos interligados, sendo um deles o mestre (master) e os outros dispositivos escravos (slave); uma rede formada por diversos “masters” (com um número máximo de 10) pode ser obtida para maximizar o número de conexões. A banda é dividida em 79 portadoras espaçadas de 1 MegaHertz, portanto cada dispositivo pode transmitir em 79 diferentes frequências; para minimizar as interferências, o dispositivo “master”, após sincronizado, pode mudar as frequências de transmissão do seus “slaves” por até 1600 vezes por segundo. Em relação à sua velocidade pode chegar a 721 Kbps e possui três canais de voz.

Fonte: Wikipédia

h1

História da Árvore de Natal

23 dezembro, 2007

A Árvore de Natal, conhecida em algumas regiões da Europa como “Árvore de Cristo”, desempenha papel importante na data comemorativa do Nascimento de Jesus Cristo.

Os relatos mais antigos que se conhecem acerca da Árvore de Natal datam de meados do século 17, e são provenientes da Alsácia, encantadora província francesa.

Descrições de florescimentos de árvores no dia do nascimento de Jesus Cristo levaram os cristãos da antiga Europa a ornamentar suas casas com pinheiros no dia do Natal, a única árvore que nas imensidões da neve permanece verde.

A Árvore de Natal é um símbolo natalino que representa agradecimento pela vinda de Jesus Cristo.

O costume de preparar este belo complemento do presépio foi passando de vizinhança em vizinhança, alcançando hoje até países onde a neve é um fenômeno desconhecido.

Hoje a tradição da Árvore e do presépio não têm mais este significado.
A grande maioria das pessoas nem sabe o por que se monta a árvore e muito menos monta o presépio. Simplesmente virou uma data para se receber e dar presentes.

arvore.gif
h1

Chegou a TV de alta resolução

8 dezembro, 2007

O HDTV
Mas cuidado! nem tudo é.

Tá todo mundo indo na onda da TV de alta resolução, a chamada “TV digital”

É preciso que as pessoas tenham cuidado e conheçam algumas coisas antes.
Nem toda tv digital é necessariamente tv de alta resolução, ou seja, o HDTV que está sendo muito falado no Brasil. As pessoas estão vinculando esta expressão “TV Digital” exclusivamente com o HDTV e eu quero orientar bem: Todo HDTV é tv digital mas nem todo tv digital é HDTV, volto a repetir.
Está todo mundo tendo a impressão de que TV digital é novidade no País, que surge agora, quando na realidade a tv digital já existe há um considerável tempo. Eu mesmo já coloquei no ar, por três vezes, o meu próprio canal de televisão digital, a Rede Visão de TV, via satélite para todo o Brasil, funcionando 24 horas por dia, sendo transmitida em digital e recebida por pessoas que possuem em suas casas aparelhos digitais de recepção de satélite. Era uma TV digital, mas não tv de alta resolução. Estou numa luta constante para voltar com este canal… Mas não é o que vem ao caso aqui agora.
O importante neste momento, em época próxima ao Natal, é que muita gente está sendo enganada no Brasil, haja vista que o maior interesse do senhor Noel é que as pessoas comprem, comprem e comprem, mesmo que façam compras erradas.
Semana retrasada um vendedor e um gerente de uma grande loja, em Santos, ficaram danados da vida comigo porque encontrei um amigo praticamente fechando negócio com um grande televisor e o fiz desistir, porque mostrei que ele fazendo uma compra equivocada.
Imagino a quantidade de gente que está cometendo o mesmo erro em todo o País.
Empolgado com as propagandas e as notícias da TV de alta resolução, ele resolveu comprar um novo televisor para a sua casa, de olho no HDTV, com objetivos de ver neste novo televisor a alta qualidade tão anunciada.
De repente apontou um destes televisores de Plasma ou LCD que a gente vê nas lojas e foi logo dizendo: É este aqui!
Calma, a coisa não é bem assim: Nem todo televisor de LCD ou de Plasma, é necessariamente um televisor HDTV .
Entendamos bem esta nova tecnologia.
Para podermos receber um programa verdadeiramente de TV em alta resolução, é necessário que:

1) A emissora de televisão da sua cidade esteja transmitindo programação em HDTV. Para isto ela precisa comprar um novo transmissor, que não é barato, e todos os demais equipamentos em HDTV, como câmeras e um novo parque eletrônico.
2) O seu televisor deve ser HDTV de fábrica, ou seja, já ter sido fabricado com esta qualidade. Já existem vários, embora poucos, equipamentos assim em algumas lojas.

Saibamos todos que apenas algumas emissoras da cidade de São Paulo estão iniciando transmissões em HDTV no Brasil. Somente algumas, como a TV Globo, TV Record, TV Bandeirantes, SBT e Gazeta começam a a transmitir dia 2 de dezembro… as outras ainda não estão. Estes sinais chegarão muito bem nas casas das pessoas residentes na área chamada Grande São Paulo, cidades que são emendadas na capital, como a Região do ABCD, Guarulhos, Osasco, Taboão etc…
Nem o Rio de Janeiro, o grande Rio, onde fica a matriz da Rede Globo, está começando ainda.
Em algumas outras cidades, alguns donos de emissoras de TVs, com uma certa folga financeira, já estão conversando com fabricantes acerca da compra de transmissores de alta resolução, já que existem estes transmissores fabricados aqui no Brasil, como é o caso da LINEAR e da TELAVO. Mas não é a realidade da maioria dos donos de TVs, que vivem se queixando de dificuldades o tempo todo, donde se conclui que na maioria das cidades ainda vai demorar muito.
Mas de repente alguém me pergunta: “Mas, Fulano, eu tenho o SKY na minha casa, e estou ouvindo falar na digitalização das TVs por assinatura, isto não quer dizer que terei o HDTV?”.
Não. É aí que está a confusão que muita gente tá fazendo. Digitalizar não significa necessariamente ser HDTV. As televisões DTH, como é o caso do SKY, não serão tão cedo HDTV, já que a mudança de sistema é caríssima, mas muito cara mesmo, e elas não têm a menor condição de, creio que dentro dos próximos 5 ou 10 anos, transmitirem em alta resolução.
Primeiro porque recentemente, mesmo dentro deste padrão que estão, quase foram à falência, tendo que se juntarem o Direct TV e o SKY, no Brasil, para não fecharem. Eu, particularmente, acho que é pela ganância que sempre acontece em nosso país, onde todo mundo quer cobrar o mais caro possível por todo serviço que oferece. Na Argentina, por exemplo, a TV por assinatura, tanto a cabo quanto DTH, é o maior sucesso e todo mundo pode ter em casa, sem aperto nenhum. E aqui? qual a faixa de população que agüenta pagar de 100 a 150 reais por mês por assinatura de TV?
Segundo porque, já que elas têm muitos canais, certamente eles teriam, também, que produzir os seus programas em HDTV. É claro que a grande maioria destes canais não vai poder fazer isto.
Portanto, tiremos o cavalinho da chuva, que as TVs DTH e cabo tão cedo não serão HDTV.

Mas vamos explicar onde está a grande enganação em nosso país

Conforme está sendo percebido por todos, existe em nosso país aquela estratégica governamental do “agradar pobre a qualquer custo”. Observa-se nas declarações dos políticos que a tv de alta resolução vai chegar para todas as pessoas, inclusive para os pobres.
É papo furado! não vai chegar não.
Mas, Fulano, não tem essa tal caixinha aí, que dizem que é só a gente comprar numa lojinha qualquer de eletrônica e ligar em qualquer televisor comum, que ele vira televisor de alta resolução?
Mentira, conversa fiada. Este milagre é impossível de acontecer. Um televisor comum jamais será um televisor de alta resolução.
Por mais que você veja numa loja um televisor, destes mais largos, em plasma ou LCD, o chamado formato 16×9, nem todos eles são HDTV, apesar de todos os HDTVs serem neste formato.
Mas, de repente, você entra numa loja e vê uma demonstração de uma tal caixinha, cujo nome é “set-top-box” ligado num televisor, o vendedor diz que aquilo é tv de alta resolução, você termina acreditando porque percebe que aquela imagem é de fato bem melhor que aquela que você e eu temos em nossos televisores em casa, e fica convencido que HDTV é aquilo ali.
Não é não. HDTV é bem melhor do que aquilo.
Uma imagem de um bom DVD, ligado em um televisor de plasma ou LCD novinho, numa loja, mesmo em analógico, fica bem melhor que os nossos televisores de casa.
Mas uma imagem, verdadeiramente de alta resolução, com as suas 1080 linhas, é algo impressionante. Você percebe os olhos azuis de uma pessoa, por exemplo, como se fosse aquela jóia de vidro, bonita, com aquele brilho e tudo. Os fios de cabelos das pessoas são vistos com uma nitidez impressionante, assim como as peles, as texturas dos objetos, as coisas prateadas e douradas, os cromados e tudo isto.
Cuidado! é aí que muita gente está se enganando e comprando gato por lebre.
O set-top-box de fato melhora a imagem de um televisor, mesmo comum, porque recebe uma transmissão mais limpa, sem fantasmas, originalmente saída de câmeras de melhores definições e tem que chegar melhor sim, mas não é ainda o HDTV, repito.
Vou explicar bem como funciona a ligação de imagens de outros equipamentos em seu televisor, partindo do princípio que muita gente já fez ligação do seu vídeo cassete ou do seu DVD para a imagem aparecer na TV:

rf-in.jpg

Quase todos os televisores comuns têm este tipo de entrada, que é chamada de RF. É nela que a gente liga a antena, onde entra imagem e som, juntos, pelo mesmo cabo. Podemos ligar o vídeo cassete no televisor por este tipo de conector.
De todas as conexões, é que apresenta a PIOR QUALIDADE DE IMAGEM.
v-composto.jpg Esta segunda entrada, onde ligamos a imagem é chamada de entrada de vídeo composto. É menos ruim que a entrada RF porque, pelo menos, já não vem junto com o áudio (som) que, por sua vez, é ligado por outro conector.

s-hvs.jpg

Esta é a entrada S-VHS, também chamda Y/C, que a imagem fica bem melhor que a ligada pela de cima, que é o vídeo composto.

componente.jpg

Esta aqui é chamada de entrada componente, onde são necessários 3 cabos para ligar a imagem. Bem melhor que a S-VHS. É a melhor de todas estas entradas ANALÓGICAS que colocamos aí. Esta é uma entrada utilizada, profissionalmente, pelas emissoras de TV. Mas tudo aí é ANALÓGICO, e não digital.

hdmi.jpg

Esta, sim, é a chamada entrada HDMI, totalmente digital, para trabalhar com a imagem HDTV, a imagem de alta resolução. Se o televisor não tiver este tipo de entrada, ele não é HDTV de fábrica. Vai apenas quebrar o galho, mas não terá a qualidade total da alta resolução.

Agora veja só o que acontece: Se o seu televisor só tem uma entrada RF ou entrada de vídeo composto, conforme eu mostrei acima, que milagre o governo pretende fazer para que a imagem de alta resolução chegue em um televisor comum? Televisores de 14 polegadas, por exemplo, o que tem a esmagadora maioria do povo brasileiro, geralmente não vem nem com entrada S-VHS, quanto mais com entrada digital.
Então que fique bem entendido: O televisor, para ser de fato HDTV, fabricado como televisor para tv de alta resolução, com as 1080 linhas de imagem, tem que ter esta entrada que é chamada HDMI.
Você tem idéia de quanto custa só um cabo de HDMI destes, em São Paulo? Aproximadamente uns 300 reais. Dá pra encarar?
E o governo ainda está com a conversa de que as caixinhas, que não são HDMI, cheguem ao “POVO”, por 80 ou 100 reais. As de mais baixa qualidade estão sendo vendidas na faixa dos 400 reais, as que são mais ou menos, na faixa de 700 a 800 reais, as boas mesmo, ultrapassam de 1.000 reais.
Agora, de que adianta você pegar uma caixinha desta e ligá-la no seu televisor com um cabo de vídeo composto, ou mesmo S-VHS?
Portanto, todo cuidado é pouco na hora de comprar um televisor novo. Não vá na onda do Senhor Noel, porque o que ele quer é vender, vender e vender na época natalina e não está nem um pouco preocupado se você vai se beneficiar ou não com o produto que comprar.
Para encerrar, vale ou não a pena comprar a tal caixinha, respondo:
É claro que melhora, sim, a imagem e vale a pena. Você terá uma imagem de tv muito bonita, sem fantasmas, sem interferências e sempre estável em qualquer lugar da grande São Paulo, já que todos os testes de campos já foram feitos. Aconselho, inclusive, aos síndicos de edifícios a comprarem boas antenas de UHF e instalarem nos altos dos seus prédios, coletivamente; elas são baratas demais e não tem porque serem tão miseráveis em quererem aproveitar a velha antena coletiva, VHS, para sintonizarem estes novos canais. O sinal é tão bom que até as velhas coletivas VHS pegam, mas as que são UHFs pegam bem melhor.
Comprar a caixinha é válido, sim, o que ninguém deve é se deixar enganar achando que com ela terão a beleza da tv de alta resolução.

Recebi por email e achei o texto muito informativo e rico.
Este texto foi escrito por:

Alamar Régis Carvalho
Analista de Sistemas e Escritor
alamar@redevisao.net
www.redelivros.net

h1

War Rio

30 novembro, 2007

apologia?

A impunidade banaliza a violência que a injustiça social patrocina – e a passividade mantém tudo em seu lugar. Usar de irreverência para discutir assuntos sérios é uma estratégia de atingir mais pessoas, e de mobilizar os meios de comunicação para debater o que não deve ser apenas noticiado.

o lançamento do ano

 

guerra na cidade maravilhosa

Rio de Janeiro, dezembro de 2007.

Depois de décadas de abandono e desprezo por parte das autoridades, a cidade do Rio de Janeiro finalmente encontra-se em guerra. Enquanto os políticos discursam para uma classe média desinteressada, esquadrões de extermínio, grupos paramilitares, policiais e narcotraficantes disputam o controle da capital.

O cenário disfarça, mas a realidade não engana. Entrecortada por montanhas, florestas e lindas praias tropicais, o couro come nas ruas da cidade. Em alguma esquina do centro, na favela ou nas ruas do bairro, sorrateiramente o dinheiro troca de mão e a arma troca de lado.

os blindados tomam os guetos
e os milicianos controlam o gás,
o bacana aperta a mutuca
e o vagabundo trabalha em paz.
a piranha exerce tranqüila
a mais antiga profissão,
já deixou um galo pro cana,
no esquema do cafetão.
o bicheiro festeja o caixa
no orçamento do carnaval,
na cidade maravilhosa
só não falta é cara de pau.

Nesse tabuleiro sem regras é preciso sorte.

o projeto

O objetivo do projeto é gerar uma discussão através de uma proposta cínica de diversão.

Pegando carona no fenômeno de massa ‘A Tropa da Elite’, a idéia é perguntar ao cidadão carioca se ele acha que esse tipo de entretenimento combina com pipoca ou com uma reflexão profunda sobre a realidade de sua cidade.

Por outro lado é também um jogo bem planejado e realizado: uma paródia irresistível para os amantes do clássico e politicamente incorreto passatempo de guerra. No lugar de invadir Moscou, conquistar a África ou aniquilar os exércitos brancos, que tal invadir a Cidade de Deus, conquistar a Baixada ou eliminar o Comando Vermelho?

War in Rio é reflexão e entretenimento canalha.

o início

A idéia de montar um tabuleiro de War com o mapa da própria cidade já deve ter passado pela cabeça de todo apaixonado pelo jogo. Morando no Rio de Janeiro, a realidade insiste em te convencer de que essa idéia não só é viável, como provavelmente já foi executada pelos poderes oficiais e paralelos que administram o espaço urbano.

Apesar de ter sido idealizado há cerca de 3 anos, o projeto encontrou na tecnologia de mapeamento via satélite uma ferramenta extremamente útil para a criação do tabuleiro.

Além disso, o momento tornou-se oportuno por aproveitar o sucesso do filme ‘Homens de Preto’ estrelado por Will Smith no papel de capitão Nascimento. No filme o soldado pai de família é encarregado de combater os ‘aliens’ da Puc utilizando métodos pouco convencionais.

tabuleiro

O principal desafio por trás da criação do tabuleiro foi manter na versão alternativa a mesma dinâmica do jogo original. Para isso, a distribuição dos territórios e as fronteiras estabelecidas entre as favelas do Rio de Janeiro precisavam encontrar paralelos com as divisões existentes no tabuleiro mapa-múndi.

Para manter a equivalência com os continentes, foram criados setores respeitando as áreas geopolíticas da cidade do Rio de Janeiro. O contorno dessas áreas é arbitrário, mas apresenta relativa fidelidade com o mapeamento da cidade. As regiões criadas foram Zona Sul, Zona Oeste, Central, Zona Norte, Av. Brasil e Baixada Fluminense.

Com o auxílio do mapeamento via satélite (google map), os setores foram divididos em regiões menores, onde uma favela era escolhida para nomear o território. Dessa forma cada favela equivale exatamente a um território do mapa-múndi, e teve seu contorno determinado pelas fronteiras que precisava apresentar na estrutura do jogo.

O tabuleiro projetado oferece informações sobre a localização aproximada das favelas do Rio de Janeiro, apresentando de forma educativa regiões pouco conhecidas por muitos moradores da cidade.

War in Rio é cultura.

exércitos

Diferente do War original onde os jogadores escolhem apenas as cores com que pretendem jogar, no War in Rio os participantes têm a fantástica possibilidade de escolher os exércitos de acordo com os grupos armados que utilizarão. Isso permite que os jogadores se envolvam ainda mais na partida, defendendo suas equipes de acordo com seus ideais.

(para que a partida possa chegar ao final, recomendamos que seja estabelecida uma pequena distinção entre realidade e entretenimento)

O BOPE é representado pelos exércitos pretos, o Comando Vermelho (CV) pelos exércitos vermelhos, a Polícia Militar (PM) é representada pelos azuis, as Milícias os exércitos brancos, o Terceiro Comando (TC) os exércitos verdes e os Amigos dos Amigos (ADA) ficaram com os amarelos.

regras

As Regras do jogo se mantiveram inalteradas, e constituem os mesmos princípios morais comercializados em lojas infantis: matar, destruir, conquistar e aniquilar seus amigos.

War in Rio é amizade.

baralho

O baralho da versão War in Rio foi inteiramente reconstruído. As cartas de territórios apresentam em destaque a imagem da favela e a indicação da região a que pertence, enquanto no verso foi aplicada a identidade criada para o projeto. Assim como o tabuleiro, o conjunto mantém exatamente a mesma estrutura do jogo original, respeitando também a equânime distribuição dos elementos bauhausianos utilizados nas trocas: bola, triângulo e quadrado.

objetivos

Os objetivos do jogo foram adaptados para a realidade violenta do cotidiano carioca. No lugar de conquistar continentes do além-mar, o jogador tem a possibilidade de arquitetar a invasão dos lugares que mora e trabalha, ou de locais que costuma ver em destaque no telejornal.

Por exemplo: é possível que o jogador tenha que ‘conquistar na totalidade as favelas localizadas na BAIXADA FLUMINENSE e as favelas da ZONA SUL’, ‘conquistar 24 favelas à sua escolha’ ou ‘eliminar as MILÍCIAS da cidade do Rio de Janeiro’.

Para inspirar os participantes, acrescentamos ao objetivo uma frase do líder revolucionário Emiliano Zapata: ‘Es mejor morir de pie que continuar viviendo de los rodillos’, que em português pode ser traduzida como ‘põe na conta do Papa’.

agradecimentos

A Leonardo Conrado pelas fotografias, e aos parceiros de War: Xande, Duda, Ricky, Rodrigo e Ricardo – pelo patrocínio e excelente companhia ao longo desses anos. A todos vocês que acreditaram nesse projeto… que merda, hein? :D

contatos

Se você gostou da idéia e tem comentários ou sugestões a fazer, entre em contato através do e-mail: warinrio@yahoo.com.br

Texto, imagens e tudo mais copiado na cara dura de :

h1

Nerd ?!?

23 novembro, 2007

(Você sabe o que é um nerd: aquele cara meio estranho, sem vida social, que adora ciência e tecnologia e tem hobbies obscuros (tipo colecionar gibis japoneses).

Se alguém o chamar de nerd – ou de geek, um subtipo nerd, mais descolado e viciado em brinquedos tecnológicos –, provavelmente não está fazendo um elogio. Ou está? Por incrível que pareça, o nerdismo está na moda. Olhe na TV e no cinema e você perceberá isso.

Até o fim dos anos 90, as séries mais populares eram as comédias urbanas, como Friends e Seinfeld(*meu comentário: Seinfeld é um nerd!!!). Em 2007, muitos dos sucessos da programação têm uma queda nerd: seja solucionando crimes com alta
tecnologia (os detetives de CSI), reinventando a medicina (o cabeçudo doutor de House), discutindo conceitos da física (as teorias por trás de Lost) ou criando computadores (em Heroes).

Essa overdose científica não acontece à toa. É o resultado de uma tendência: a temática dá boa audiências e as emissoras resolvem investir mais dinheiro nela. Tanto que uma das maiores a postas para a temporada é a série The Big Bang Theory (“A Teoria do Big-Bang”), onde os protagonistas, físicos do Instituto de Tecnologia da Califórnia,
tentam conquistar garotas declamando conceitos da Teoria da Relatividade. No horário nobre.

Na 1ª semana de outubro, que marcou a estréia da temporada 2007 nos EUA, 3 programas nerds lideraram a audiência: House, Bionic Woman e CSI. (A conta não inclui as hiperpopulares Lost e Heroes, que continuam de férias.)

CSI foi tão bem-sucedida que deu origem a duas outras séries – CSI New York e CSI Miami. Juntas, elas são seguidas por mais de 2 bilhões de pessoas, em 200 países. “Agora, ser geek é legal”, anunciou o vice-presidente da rede NBC, que já tinha Heroes e acaba de lançar Chuck, sobre um nerd que recebeu no cérebro o download de informações sigilosas.

nerd21.jpg

Leia mais Dá para ver o fenômeno na música também. O indie rock é a aposta das gravadoras para ganhar dinheiro e sobreviver ao inferno dos downloads piratas.

O cinema também está na onda. Só para citar um exemplo, o veterano Bruce Willis, último dos heróis de ação, se rendeu em Duro de Matar 4.0 – mesmo com toda a sua força, para vencer os bandidos ele teve de pedir a ajuda, veja só, de um hacker.

É o caso de perguntar o que está acontecendo com o mundo. Como aqueles meninos que babavam na gola, os mais ridicularizados do colégio, foram alçados a heróis dos nossos tempos? “Os nerds são muito mais importantes e necessários atualmente”, explica o jornalista americano Neil Feineman, autor do livro Geek Chic – The Ultimate Guide to Geek Culture (“Guia da Cultura Geek”, sem versão em português).

Quando Bill Gates começou a fazer fortuna, nos anos 80, passar a tarde no computador era motivo de chacota. Hoje, é impossível viver longe de um pc. A sua vida está cada dia mais digital – e esse é um caminho sem volta.

É aí que entram os nerds: são eles que vão nos guiar à terra prometida da revolução tecnológica. Vão consertar o computador de casa, recomendar softwares e ensinar a usar todos os recursos do iPhone. De quebra, vão explicar todos os mistérios de Lost!

Repare na diferença: o novo nerd é um cara legal, cujas habilidades são socialmente desejáveis – um sujeito que mesmo você, que não é nerd (ou é?), gostaria de ter como amigo.

Além de mais importantes, os novos nerds estão cheios da grana. “Hoje, você pode fundar uma empresinha de internet e ficar famoso e milionário, como se fosse um astro do rock”, diz Feineman. Já ouviu falar nos donos do Google? Nos YouTube boys? No fundador do Facebook, 23 anos de espinhas na cara e proprietário de um site que pode valer US$ 5 bilhões? Todos nerds. E ricos.

Nos EUA, o setor de tecnologia paga um salário mensal médio de US$ 9.200. Entre todos os setores da economia, só o mercado financeiro remunera melhor. Isso sem falar nas grandes empresas do ramo, que cobrem de mimos seu exército geek: o Google é considerado o melhor lugar do mundo para trabalhar.

Com tanta popularidade – agora todo mundo quer ser nerd! – era natural que o mercado cultural refletisse as mudanças. A indústria dos games, passatempo preferido desse pessoal, já supera Hollywood: fatura US$ 13,5 bilhões anuais, contra US$ 9,5 bilhões dos estúdios de cinema. Até o perfil do jogador mudou: neste ano, pela primeira vez uma pesquisa mostrou as mulheres como maioria entre os gamers. Tudo graças aos jogos online e ao console Wii, da Nintendo, que inaugurou uma nova maneira de jogar, simples e acessível.

É apenas mais uma prova de que a tecnologia saiu do gueto dos garotos com espinhas. Ouça um grupo de meninas e você perceberá que elas falam sobre internet, não vivem sem iPod, sem blog, sem perfil no orkut.

As pessoas comuns estão ficando mais nerds – e os nerds estão ficando mais normais. Isso não quer dizer, claro, que eles sejam totalmente normais. Alguns ainda estão longe disso. Imagine que, ao ver a namorada triste, o rapaz queira dizer algo para acalmá-la. “A vida é cheia de paradoxos. Como a luz, por exemplo. Ela é uma onda, mas aí veio Einstein e mostrou que ela também se comporta como partículas.” Ainda existem coisas que só meganerds, como o físico Leonard, protagonista de The Big Bang Theory, é capaz de fazer.

Outro exemplo interessante é o pessoal do JovemNerd com seu blog.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.