Archive for the 'Moto' Category

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SaMaro Work Place

27 Março, 2008

Novo itinerário de moto faz necessário um novo MotoCast.
Ainda falando de Caixa e do novo local de trabalho.
Essas são as Imagens do Panamericano, logo na estrada do condomínio.

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E um pequeno vídeo para mostrar a altura das Baias e o tamanho da sala.

Ouça então o novo episódio do MotoCast.
Dê suas Opiniões, faça seus comentários e no final poderá ouvir a um Bônus.

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Lógica Aplicada

16 Janeiro, 2008

 

Vamos primeiros aos conceitos.

“Via expressa” é onde o próprio nome diz a coisa flui com maior velocidade.

“Via Local” por definição é uma via de acesso, ou seja, de pessoas que, ou querem entrar na expressa, ou querem sair dela.

 

É dado a você o poder de resolver uma situação “x” que é diminuir o número de acidentes nas Vias Expressa causados por motos.

 

Agora imagine comigo, pegando os conceitos acima e aplicando nessa situação…

Não é praticamente burrice pegar alguém que anda na Via Expressa e proibi-lo de usa-la e coloca-lo para andar na Via Local?

Você acha que isso vai resolver o problema?
Ou Muda-lo de lugar?

Pois é! O prefeito da terceira maior cidade do mundo vê a solução acima como a melhor a se aplicar.

Para ele é a solução perfeita. E a partir do dia 11 de fevereiro isso vai se torna realidade nas marginais de São Paulo.

Já Não bastasse isso, ele ainda quer copiar uma iniciativa Ilegal planejada por um vereador carioca que deve realmente ter um Q.I. Elevado.

Afinal é fato que aquele cidadão que está levando uma mulher na garupa ou um garoto, só está querendo disfarçar…

Ele é um assaltante perigoso e qual é a melhor maneira de lidar com isso?

Fazer com que ele não possa mais levar elementos de tão alta periculosidade na garupa! Claro! Evidente.

Imagine o trabalho de impedir ladrões de verdade de conseguirem armas, formarem comandos. Muito mais fácil proibir de carregar garupa! O aquecimento Global que vai gostar! Acho que devíamos aplicar isso a carros também! Só um passageiro com carro, Chega de ônibus e de metro! Todo mundo é obrigado por lei a ter um veiculo e usa-lo sozinho de agora em diante.

Tomara Deus que nenhum deles ouça essa ultima parte, afinal com cérebros como os deles… Eles podem até leva-la sério….

UpDate:

Essa matéria me foi mandada por um amigo e acho que merece ficar aqui como adendo…
O motociclista, o “garupa” e o assaltante

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“Resolução 203″

8 Janeiro, 2008

publicado em 10 de novembro de 2006

 

MINISTÉRIO DAS CIDADES

Departamento Nacional de Trânsito

Assessoria de Imprensa do Denatran

 

Contran define regras para uso de capacete

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou novos requisitos para a utilização de capacete para condutor e passageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo e quadriciclo motorizado. De acordo com a Resolução 203, publicada nesta sexta-feira, será obrigatório o selo de certificação expedido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) ou por organismo por ele credenciado. Será necessário também, que o capacete possua, nas partes traseiras e laterais, elementos refletivos de segurança que deverão ter uma superfície de pelo menos 18 cm² (dezoito centímetros quadrados), essa faixa garantirá a sinalização do capacete.

De acordo com as definições do Contran, o capacete deverá possuir viseira, sendo que durante o período noturno é obrigatório que ela seja do padrão cristal. No entanto, caso o capacete não possua viseira, deverá ser utilizado óculos de proteção que não poderão ser substituídos por óculos de sol. Os óculos de proteção são aqueles que permitem ao usuário a utilização simultânea de óculos corretivos ou de sol (figura abaixo).

A Resolução 203 do Contran proíbe, ainda, a aposição de películas na viseira e nos óculos de proteção. O prazo de entrada em vigor da Resolução é de 180 dias. Quem descumprir as normas estabelecidas na Resolução estará infringido os incisos I e II do Art. 244 do Código de Trânsito Brasileiro que prevê infração de natureza gravíssima, multa de R$ 191,54, suspensão do direito de dirigir e recolhimento do documento de habilitação.

Acesse a Resolução - http://www.denatran.gov.br/download/Resolucoes/Resolucao203_06.pdf

Assessoria de Imprensa – Denatran

TEL. (61) 3429-3349

imprensa.denatran@mj.gov.br

Está é a matéria oficial colocada on-line.

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Porem segundo o Jornal Estado de São Paulo no 05/01/08, o Imetro encaminhou pedido de suspensão temporária da Resolução.

A obrigatoriedade do adesivo que atesta a qualidade dos produtos fez surgir um esquema para burlar a fiscalização.
Nem o Detran e nem o Inmetro souberam explicar porque não foram criados mecanismos para que os motociclistas que perderam, retiraram ou não possuem o selo pudessem se regularizar.

Fora isso sobre o Adesivo do Imetro, existe a polêmica entre os Motociclistas e mesmo motoboys sobre quais os adesivos reflexivos realmente válidos, existem inúmeros tipos sendo vendidos, mas a questão fica, qual comprar?
Eu usei o oferecido juntamente com o capacete.
E colei da melhor maneira possível no capacete, para ficar visível e não estragar o grafismo do mesmo.
Essa falta de especificação na lei pode gerar um abuso. Pelos nossos queridos Policias e afins na anciã de cumprir corretamente seu dever ( ou ganhar um café ) visto que não especifica o lugar onde deve ser colado e as dimensões que podem variar dentro do range de 18 Cm².

Agora é esperar para ver!
Mas eu já tenho ouvido de outros motociclistas que o abuso já começou. :(

Hoje ainda não se têm novidades quanto ao pedido do Imetro nem em como está indo a fiscalização…

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Aquaplanagem na chuva

26 Novembro, 2007


Um dos principais motivos de quedas com motos é a aquaplanagem. Eu mesmo com a Fênix cai já duas vezes por esse motivo. Fica aqui a dica…

Tomara que eu também aprenda!

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Tipos de motocicleta

18 Novembro, 2007

Existem várias categorias de motocicletas, cada uma com seu próprio estilo e aplicação:

Motos esportivas

As esportivas são motos com design futurista e mecânica de excelente desempenho. Os motores geralmente possuem mais de 600 cm3 de cilindrada, o que permite maior aceleração, algumas alcançando velocidades próximas a 300 km/hora. Em geral, possuem discos duplos de freio, quadros fabricados em materiais leves, design esportivo, guidão bi-partido com posição de pilotagem baixa, escapamentos com ruído esportivo. São dotadas de carenagem, com o objetivo de reduzir a resistência com o ar. Atualmente, as montadoras aprimoram suas tecnologias nas pistas, durante campeonatos como o MotoGP e o Superbike. A relação peso-potência dessas motos já ultrapassou a barreira de 1:1, onde cada cavalo de potência “empurra” um peso inferior a um quilo.

Possuem pneus largos, visando uma boa área de contato com o solo, tanto em retas como em curvas. Geralmente possuem amortecedor de direção, a fim de se evitar o Shimmy, que, em muitos casos, pode levar o piloto a uma queda. O Shimmy consiste num movimento muito rápido do guidão, virando de um lado para o outro, sem controle, e, normalmente, é causado por ondulações no asfalto. No painel, o que se destaca é o conta-giros, que mede as rotações por minuto. Geralmente fica numa posição de destaque e de fácil visualização. (Atualmente os velocímetros são digitais, assim como os marcadores de combustível, óleo, etc.).

Pela posição de pilotagem (o piloto fica praticamente deitado sobre o tanque, com o tronco inclinado para a frente e os pés para trás), não são motos muito confortáveis para utilização em vias urbanas, sendo mais indicadas para condução em rodovias. Normalmente, o banco do garupa é bastante desconfortável, e alguns modelos, por serem inspirados nas motos de corrida, nem mesmo têm esse banco disponível;

Motos custom

As custom (garfos dianteiros inclinados para a frente) são motos estradeiras, preferidas por um público mais tradicional. Não priorizam a velocidade e são mais voltadas ao conforto, mantendo a altura do banco baixo, pedaleiras avançadas, tanque grande em posição paralela ao chão de forma a proporcionar uma posição confortavel para pilotagem. São muito confortáveis para viagens longas, seja sozinho ou acompanhado. O piloto fica recostado para trás, com os pés para a frente, com as costas geralmente apoiadas em encostos chamados de sissy bar.

A maioria das peças são cromadas e brilhantes, copiando o design das motos antigas. Geralmente possuem alforjes em couro, que são aquelas malas para levar a bagagem. No Brasil, existem muitos moto clubes cujos integrantes apreciam o estilo das motos custom e que vêem nessas motos um estilo de vida. São as motos que apresentam desenho típico das motos americanas dos anos 50 e 60 glamourizadas em filmes como Easy Rider (Sem Destino). Uma variação dentro desta categoria são as Roadsters, que aliam o visual e a posição de pilotagem das custom com o alto desempenho das esportivas.

Motos chopper

As chopper são motos que derivam das custom, com a diferença na posição do tanque que é alto na frente e baixo atras formando uma linha com o eixo da roda traseira, o garfo da frente tem um ângulo em relação ao motor maior que nas custom e seu comprimento também é maior, deixando a distância entre eixos bem grande. Este estilo de moto tem a filosofia de retirar tudo o que não é necessário em uma moto, dai vem seu nome que, em inglês, significa cortar. Geralmente não possuem banco para o garupa, alforges ou paralamas dianteiros. Seu visual é bastante despojado e agressivo. O conceito de moto chopper, originado dos EUA, foi disseminado mundo afora através do filme “easy rider” (sem destino), lançado em 1969, em que os atores Peter Fonda e Denis Hopper interpretam os dois motociclistas que viajam pela américa sobre suas choppers. Quando se fala em moto “chopper”, a primeira imagem que vem à cabeça é uma moto com muitos cromados, garfo dianteiro enorme, guidão alto (apelidado de “seca-sovaco”) e tanque em forma de gota. As motos do filme Easy Rider, que tinham nome (chamavam-se: Capitão América e Billy Bike), talvez sejam as “Choppers” mais famosas do mundo.

A partir desse momento, o design da moto chopper se difundiu, o que levou os proprietários das Harley e das Indians a modificarem suas motocicletas em busca do visual chopper. Hoje, a industria de motos chopper continua com seu espirito “hand made”, mas não mais modifica motos de linha, e sim constrói as motos, desde o chassi, motor, tudo personalizado. A febre chopper é tamanha, que existe até um programa de tv, mostrando o dia-a-dia de uma fábrica de choppers, o American Chopper (Orange County Choppers, no original).

Motos naked

As naked (”nuas”), são motos que têm bom desempenho (algumas de alta cilindrada) em relação ao motor e conjunto mecânico, mas modificadas para permitir uma posição de pilotagem menos deitado, e mais sentado, melhorando o conforto para condução em vias urbanas, com guidão mais alto do que nas esportivas, porém não possuem carenagem (que são caras e freqüentemente são danificadas quando na condução em vias de muito tráfego). Com faróis redondos e pneus esportivos, possuem design misto entre motos de passeio e motos esportivas. São mais adequadas que as esportivas para andar entre os carros na cidade, e apresentam bom desempenho nas estradas. O único inconveniente é a falta de proteção contra o vento (pela posição de pilotagem sentado) no caso das viagens. Existem no mercado bolhas e semi-carenagens para solucionar este problema, mas em sua maioria, pioram drasticamente o visual da moto.

Motos de todo o terreno

As motos ‘de todo o terreno são as off-road, a saber nas suas diversas variantes: motocross/supercross, enduro, cross-country, trial, raids e trail. Como exemplo de modelos destas variantes, respectivamente, citamos: Kawasaki KX-F 250, KTM EXC 400, KTM XC 250, GAsGAs TXT 280, KTM 660 e BMW F650GS. Os pneus são específicos, geralmente para tração na terra (tipo tacos) e rodas maiores, para transpor obstáculos com maior facilidade. A sua suspensão possui um curso total maior, sendo mais altas em relação ao solo, para absorver impactos e não os transmitir para o piloto.

O visual geralmente é despojado, com desenho rústico e/ou agressivo, sem acessórios que possam ser danificados quando a moto for utilizada em trilhas. Possuem também uma relação de marchas curta e rápidas acelerações, com motores de 125 a 600 cm3 de cilindrada ou mais. Dentro desta categoria, existem as Big Trail, motos de uso misto para viagens longas que incluem trechos de off-road. São mais confortáveis e mais pesadas, com pneus de uso misto e tanques de combustível que chegam a 40 litros, para permitir boa autonomia em trechos longos em que não é possível o reabastecimento. São a maioria das motos que participam do Rally Paris-Dakar.

Outra variação dentro desta categoria são as MotoCross, indicadas para participação em campeonatos de velocidade/saltos em terra ou de rally, vendidas sem acessórios obrigatórios para utilização em vias urbanas (espelhos, piscas, lanternas). Uma nova variação dentro da categoria Trail são as Motard e Supermotard(que veremos a seguir), motos originalmente de trail/cross mas que foram adaptadas para competições em circuitos que alternam trechos de alta velocidade em asfalto com trechos de terra e saltos. Utilizam motores com capacidade cúbica acima de 600 cm3 de cilindrada.

Motos supermotard

As supermotard são motos que estão entrando no mercado, com as montadoras voltando suas atenções pra esse nicho, de motos trail com ciclística esportiva, com rodas e pneus esportivos. Existem muitas competições, inclusive agora no Brasil. Nos campeonatos, as motos enfrentam trechos de asfalto e de terra, às vezes até com alguns saltos. São chamadas também de fun bikes ou de Super Moto. O que caracteriza uma moto SuperMotard é o aro das rodas, sempre de 17 polegadas.

Motos pocketbikes

As pocketbikes ou motos de bolso, são muito conhecidas no exterior, e estão chegando ao Brasil. São mini-motos de alta performance, voltadas para o público adulto. Em sua maioria possuem 13 cavalos e suportam um peso de até 110 Kg. Podem até ser levadas embaixo do braço, devido ao seu tamanho. Possuem tanque de gasolina de 1 litro, que já garante bastante diversão. Existem corridas de pocket bikes para o público adulto, mas apenas no exterior. No Brasil estas corridas ainda são voltadas apenas para crianças, que correm em kartódromos. Os modelos nacionais ainda estão muito longe de concorrer com os modelos importados, mas o mercado está demandando bastante esta novidade.

Motos street

As street são motos que apresentam conforto e mobilidade para serem utilizadas no trânsito urbano, geralmente de 125 cilindradas. A posição de pilotagem é sentada, com os pés apoiados nas pedaleiras. Apresentam desenho simples, com banco para garupa, sem muitos acessórios, e permitem a utilização entre os veículos nas vias urbanas (corredores). Variações com motores de 150, 200 e 250 cilindradas com desenho semelhante às de 125 cilindradas também são vendidas. No passado, a Honda-Brasil vendeu motos street de 400 e 450 cilindradas, com desenho de motos street, mas com dimensões proporcionalmente maiores ao aumento de cilindrada, perdendo parte da mobilidade no trânsito. A maioria das street apresentam velocidades máximas por volta de 110 km/ hora.

Motos Underbone

As underbones são motos de dimensões reduzidas, menores do que as street, geralmente com câmbio semi-automático, baixas cilindradas (abaixo de 125 cilindradas), baixo desempenho, baixa manutenção e baixo consumo de combustível. Com essas características, são bastante utilizadas por empresas com serviços de entrega urbanas (moto-boys), por unir a facilidade da condução em corredores das vias urbanas ao baixo custo da moto e baixo custo operacional. Apresentam acelerações menores do que as street e velocidades máximas de cerca de 100 km/ hora.

Motos scooter

As scooter são motos que permitem a posição de pilotagem sentado e com os pés apoiados no piso, sem a necessidade de usar os pés para a troca de marchas, montadas com câmbio automático (CVT) por corrente dentada com polias variaveis. maioria das scooters possui 50cc equipadas com motores 2 tempos. Acima disso se encontram as de 4 tempos. Usadas para pequenos deslocamentos e lazer, apresentam compartimentos porta-capacetes que permitem ao usuário deixá-lo escondido na moto enquanto não estão sendo utilizados.

É permitida a condução das scooters’ de, no maximo, 50 cc por qualquer pessoa maior de 18 anos, sem a necessidade da Carteira Nacional de Habilitação, desde que a moto esteja devidamente emplacada e o condutor use capacete. Não é permitido o trafego de scooters em rodovias federais, mas, geralmente, isso não é levado em conta, desde que se use capacete, o que a faz ser procurada por pessoas que ainda não possuam habilitação para pilotar motocicleta acima de 50cc(categoria “A”).

Geralmente, as motos de baixa cilindrada (de 50 a 100), apresentam baixo desempenho, baixa manutenção e baixo consumo de combustível. Existe uma nova tendência de equipar as scooters com motores maiores, de até 400 cilindradas (Suzuki Burgman), para atingir uma pequena fatia do mercado de usuários que querem maior desempenho aliado ao conforto de pilotar com os pés apoiados.

Para mais informações, contate o site do Detran de sua cidade!

Motos baby

As “Baby” são motos das décadas de 20 e 30. São caracterizadas por serem bem rústicas pois as primeiras motos desse estilo eram “rabo duro” (sem amortecedor traseiro), o centro de gravidade é bem baixo, seu tom de pintura bem peculiar, haja vista que eram utilizadas até 14 camadas de tinta (a moto ficava com o tom de cor parecido com o de panelas esmaltadas). A marca de moto Baby mais famosa do mundo é a Indian. Há quem diga que as motos custom derivaram das Baby.

Motos dual purpose

São motos que servem tanto para estradas quanto para terrenos ‘off road’. Estas motociletas, também chamadas de ‘big trail’, geralmente são de maior porte e com motores acima de 600cc. Possuem tanque grande para proporcionar maior autonomia..

Texto retirado da Winkipédia.

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Carros x Motos ?

10 Novembro, 2007

Depois de ler este texto, e só depois, veja o filme abaixo.
Para que você consiga ver exatamente onde está o humor…
Quem o humorista está satirizando.

Um dos sonhos mais comuns do “motorista padrão” de carro é que não existissem motos.
Mas isso, principalmente em cidades grandes como São Paulo e Nova Iorque, é impossível.
Em um trânsito caótico, onde há a necessidade de agilidade no acesso a diversas partes diferentes da cidade e com a falta, no caso de São Paulo, de um transporte publico realmente de qualidade e veloz, a moto é uma ferramenta indispensável.
Quem faz realmente congestionamentos, engarrafamentos e todo o mal nas ruas das cidades são os carros; na verdade, o mau uso deles aliado à falta de transporte público de qualidade.
O sonho dos motociclistas e motoqueiros também é de não haver tantos carros, afinal ninguém quer morrer atropelado, essa é a grande verdade.

O grande trunfo fica mesmo na mão do motorista de carro.
Ele sim tem o poder de definir e moldar o trânsito nessas grandes cidades.
Quer se livrar realmente de um “motoboy”? Dê passagem!
Não quer ouvir buzininha chata? Não coma faixa e respeite a sinalização.
Não quer ter seu retrovisor quebrado ou arranhado? Use-o! Ele existe para ser usado, para você, motorista de carro, poder ver que existe outro veículo (moto) passando perto e fazer a gentileza de dar passagem para alguém que pode usar de uma vantagem real e leal para “cortar” o congestionamento e chegar mais cedo em seu destino.

Em grande parte das vezes a impressão que se tem é que o motorista de carro inveja o motorista de moto, simplesmente por que uma moto pode passar em um espaço físico que o carro não consegue.

Também sei que existe um grande número de “motoboys” que não respeita nada nem ninguém, mas pense: isso existe também com motoristas de carro e a solução é sempre essa; quer se matar, se mate sozinho, dê espaço e deixe este louco passar e ir embora para bem longe de você.

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ALGUMAS DICAS DE VIAGEM

30 Agosto, 2007

Estás são 13 coisas que todo motociclista deveria pensar e tentar se lembrar, antes e durante uma viagem de moto. Mais um texto que espero que ajude outras pessoas e seja bem achado e procurado na net! Pois deu bastante trabalho para eu mesmo encontra-lo.

Antes de sair pra pegar estrada sempre verifique a calibragem dos pneus, nível de óleo, verifique o funcionamento de todas as luzes e ajuste de freios caso necessário.

NUNCA, viu o NUNCA, faça brincadeiras com a moto na estrada, qualquer vacilo é chão e vai estragar o passeio de todo mundo.

Procure viajar com pelo menos mais dois parceiros, caso tenha algum problema, um fica junto da moto e outro vai pedir auxilio.

Se parar no acostamento, não marque bobeira com os caminhões, o arrasto q eles criam pode derrubar uma moto.

ANTENÇÃO NESSA, pra quem tem moto de pequeno porte, muita atenção ao cruzar com veículos grandes na direção contraria, o arrasto pode te desequilibrar, então quando avistar um caminhão, caminhonete, mantenha-se próximo ao acostamento ou a direita da pista caso não tenha acostamento.

Caso a viagem seja longa e leve bagagem, coloque todas as suas roupas dentro de sacolas plásticas e vede com fita adesiva, na sua cidade o tempo pode estar ótimo, mas no meio da estrada nunca se sabe como estará, caso peguem uma chuva sua roupa estará protegida.

Evite levar a bagagem em mochilas nas costas, além de ser incomodo, dependendo da distancia a ser percorrida suas costas ou a do(a) garupa ficaram comprometidas, então, se estiver sem garupa, amarre tudo no banco do garupa, caso esteja com garupa, coloque um bagageiro e amarre tudo nele.

SEMPRE tenha ferramentas dentro de sua bagagem, pode ser o Kit q vem com a moto mesmo, na necessidade eles quebram uma árvore.

SEMPRE ande em grupos sem deixar dispersar, mas também não fiquem muito próximos, de preferência ao posicionamento tipo grid de formula 1, ou em fila indiana, desde que tenha uma distância consideravelmente boa para a moto da frente, em caso de buracos ter tempo de reação.

10º Para motociclistas com menos experiência, é recomendada uma parada a cada 100Km.

11º Itens necessários para se levar numa viagem:
–Algum dinheiro em espécie (o suficiente para abastecer ou comer em algum lugar que não aceite cheque ou cartão).
–Um telefone celular com cobertura na área de sua viagem.
–Kit de reparo de pneus (espátula, remendo e bomba de encher) ou um desses produtos de reparo rápido.
–Existem também as chamadas vacinas de pneu, que prometem não deixar o pneu furar. (que anula a necessidade do item a cima).

12º Itens aconselháveis para levar:
–Roupa impermeável para chuva (uma calça já ajuda bastante).
–Mapa da estrada com localização de postos de gasolina e restaurantes (Internet).
–Lista com alguns telefones úteis.
–Bandana para colocar por baixo do capacete (evita que o suor deixe o capacete com cheiro desagradável e alivia o atrito com a cabeça).
–Óculos escuros.
–Kit de primeiros socorros (o Kit que deveria ser obrigatório é suficiente para pequenas emergências) algum remédio para dor, geralmente em viagens longas muitos ficam com dor de cabeça.
–Lanterna. (caso vá pegar estrada à noite).
–Tirantes ou cordas para fixação da motocicleta, em caso de reboque.

13º Itens pessoais:
–Casaco de couro, se possível com protetores em Kevlar (Nunca viaje sem jaqueta, pedras ou outros objetos sempre são lançados dos carros à frente).
–Luvas de couro.
–Botas.
–Calça de couro ou jeans. (Sempre com calça, viajar de bermuda é proibido, pode tomar multa e ter o veiculo apreendido, então seja consciente e não estrague o passeio).
–Capacete (integral para viagens).

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Viagem Itajubá

21 Agosto, 2007

Saída de viagem à tarde, pego a Airton Senna e vamos embora!

Primeiro uma parada estratégica na rua das motos (Barão de Limeira) para comprar a famigerada bolsa de viagem que tanto queríamos. Para poder viajar sem mochilas nos ombros e mais tranqüilos.

São 130 Km até acabar a Airton, pista limpa variando de duas ou três faixas e o melhor, sem caminhões; paisagem muito bonita que, de moto e de dia fica até mais bonita. A parada escolhida fica a 100 Km de Sampa do lado da Tamoios (Estrada que vai pra praia). Nela somos cercados por outras motos e a Fênix fica até com vergonha, afinal é a de menor motor, não que em aparência deixe a desejar, só no motor mesmo.

Abastecemos só por garantia, afinal ninguém quer ficar sem combustível de novo né, e ainda faltam uns 150 Km para terminar a viagem e vem a parte mais complicada da viagem: as estradas de Minas e a serra para chegar até lá.

Pegamos a estrada até Campos do Jordão e 15 Km antes de chegar à cidade pega-se à esquerda no sentido do Sul de Minas!

Isso é realmente o início da serra, estrada de mão dupla com curvas que não acabam mais.

A paisagem por mim foi curtida pela metade digamos assim, afinal tenho que ficar ligado nas curvas e no trânsito, para a Má deve ter sido bem mais bonito, não que não tenha sido para mim, às vezes ia apontando para a Má alguma coisa que me chamava a atenção_ um dos problemas de moto é a comunicação, que fica restrita a sinais e a gritos mau ouvidos.

Um dia ainda quero comprar um comunicador para resolver este problema. O problema é que é caro e tenho outras prioridades no momento, então é sinal, apontar, gestos e vamos nessa!

Aí passa Santo Antônio do Pinhal, Sapucaí Mirim, São Bento, Gonçalves, Paraisópolis…

Neste ponto começa a anoitecer, mas falta pouco pro destino agora, passa Brasópolis e chegamos em Piranguinho que é uma cidade de primeira! Afinal quando você passa a segunda a cidade já ficou para trás. Mais 11Km e chegamos em Itajubá; chegar na cidade é quase uma sensação de chegar em casa, bem parecido com o que sinto quando chego em Poços e vejo a entrada da cidade.

Itajubá foi na minha adolescência um lugar de refúgio, por assim dizer, onde era só curtir e aproveitar, sempre tratado como mais um membro da família, amigo de todos na casa: são realmente pessoas que podem ser chamadas de FAMÍLIA.

Um lugar onde a minha família ficava tranqüila em me deixar ir, o primeiro lugar para o qual eu viajava sozinho.

Acho que por isso é um lugar tão especial para mim, tanto, que desde de a primeira visita eu já sei andar lá sozinho.

A sensação de casa fica ainda maior quando chega a Casa da Família P.

Ser recebido na porta, com sorrisos mil, rostos de alívio depois da demora na chegada (por causa da saída atrasada de Sampa)… isso não têm preço!

Aí é aquela coisa de mineiro: mesa feita e aquele dedinho de prosa que se estica e estica, sai da mesa, vai para a sala e continua gostosa, e vêm as fotos, as filmagem comprometedoras…

É impressionante pensar que já têm uns doze a treze anos que eu vou para Itajubá!

Convites entregues e aceitos!!! Felicidade redobrada ao pensar que estamos fortificando essa relação, criando mais um laço de ligação por assim dizer.

O final de semana poderia ter terminado assim, e já estaria perfeito, mas tudo que está bom pode sempre ficar melhor! Mãe, namorido da mãe, Vó e Vô chegam no domingo para complementar a festa e a alegria.

Nada melhor do que passar o dia dos pais com a família e com os amigos.

Bom demais da conta sô.

E é tão bom que fica difícil ir embora, saímos mais tarde do que o previsto, mas que já era previsto acontecer.

Cinco da tarde estamos já em Piranguinho, e aquilo que eu tava com um pouco de medo acontece, dá-lhe volta na serra de noite.

Mas acabou sendo tranqüila, pegamos treminhões que fizeram o trnsito ficar lento e menos perigoso para andar ocupando uma vaga de carro e andando direitinho de moto.

A parada parecia que não chegava nunca, mas finalmente chegou, a bunda reclamando horrores e doendo pacas, aproveitamos para enrolar um pouquinho enquanto ela se recuperava, comemos alguma coisa e tomamos aquele cafezinho!

Daí a viagem voltou a ser tranqüila na Airton_ como é bom andar de moto em rodovia bem sinalizada e com varias pistas, mesmo de noite sabe. Você ocupa a pista da direita e deixa os carros passarem e vai na viajem de boa.

Chegada em São Paulo e cama na veia.

Que sono, que cansaço! Mas que viagem legal, viu!

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Cenas que só aconteceram por causa da Moto

19 Agosto, 2007

Cena 1

Câmera na ponta da roda da moto. Vai cortando o trânsito num corredor de carros.

Passa cruzamento, vira, pára no sinal…

Tomada de cima, mostra que a avenida afunila, de cinco pistas para só duas.

E bem onde afunila de cima se vê duas figuras de preto entre os carros.

Câmera agora do lado do capacete do motoqueiro. Mostrando esse movimento ao longe, mas chegando próximo…

A moto está na pista da esquerda e começa a cortar por entre os carros.

Os dois homens de preto acompanham essa mudança. Continua a mudança de pista até chegar na estrema direita.

Os dois sacam as armas. Apontam e mandam parar.

Com a mão atrás do capacete o motoqueiro desce.

-Tá fugindo da gente é maluco?

-Tá querendo o quê? Tá co documento em orde?

-Sim! Estou sim! Aqui está!

-Tava fugindo por quê então?

-Só tava mudando de pista! Fugir do trânsito…

-Sei…

-E nessa muchila ai? Têm algum tóxico?!

-Não não! Quer que abra?

-Não precisa! Vai andando então! E vê se não foge assim numa próxima hem!

Cena 2

Câmera na ponta da roda da moto. À frente, luzes e homens de preto sinalizando.

A moto se enfileira atrás de outros carros e vai seguindo.

Chegando aos homens, armas automáticas em punho apontando diretamente para a cabeça do motoqueiro.

Gesto para encostar.

Para a moto e está desligando o motor e começa:

-Desliga a moto e desce devagar com as mãos atrás do capacete.

-Sim senhor.

Ainda com a arma empunho.

-Tira o capacete e coloca no chão em frente.

-Mãos atrás da cabeça agora com os dedos entrelaçados.

Nessa hora guarda a arma, segura as mãos do motoqueiro com uma das mãos bem apertado e com a outra revista por inteiro! Ps: Só faltou as preguinhas do botão pro cara verificar!

-Vira de frente. Abre a jaqueta esvazia os bolsos.

-Que que têm nessa mochila? Nada ilegal?

-Não senhor, só coisas pessoais, bolo e goiabinhas.

-Mãos para a frente.

Coloca a mochila nas mãos do motoqueiro e começa a busca pelo inexistente.

Cada zíper, cada compartimento foi vasculhado.

Pra coroar o comentário final.

-Poxa, você carrega coisa pra caramba nessa bolsa hem!

Desde que eu peguei a Moto houveram pedidos para histórias sobre.
Essas são as que eu selecionei, visto serem as mais assim!

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POSICIONAMENTO NA ESTRADA

16 Agosto, 2007

Depois de muita pesquisa na net achei esse texto na internet.
Resolvi publicá-lo no blog na esperança de que outros motociclistas e mesmo motoristas o leiam criando uma melhor convivência na estrada e gerando mais segurança para todos.

POSICIONAMENTO NA ESTRADA QUANDO SOZINHO

Estradas de mão dupla

Ocupe a sua faixa posicionando-se no espaço relativo a um carro, evitando assim a tentativa de um veículo de quatro rodas em se posicionar a seu lado. Só ultrapassar com segurança e quando houver espaço para você voltar para sua pista. Certos motoristas não gostam de dar espaço para motos e você acaba ficando “preso” entre as duas pistas e em situação de muito perigo.

Estradas de mão única, duas pistas

Da mesma maneira que acima, posicione-se ocupando o espaço relativo a um carro. Trafegue normalmente pela faixa da direita usando a faixa da esquerda somente para ultrapassagens. Nas mudanças de faixa use o retrovisor, mas dê uma rápida olhada antes, dependendo da posição, seu retrovisor pode esconder um carro pequeno. Atenção especial

para incidência de óleo na pista da direita (pista dos caminhões).

Estradas de mão única, três pistas ou mais.

Idem a duas pistas, mas dependendo do movimento da rodovia, pode-se trafegar pela pista do meio, evitando assim o óleo da pista da direita. Porém redobrar a atenção com os retrovisores em relação aos carros que se aproximam, não é incomum automóveis ultrapassarem pela direita.

Velocidade

SEMPRE respeite os limites de velocidade das estradas, em caso de chuva, reduzir os limites para velocidades em que você se sinta seguro pilotando. Nas curvas, inclinar a moto bem menos que o habitual e cuidado com o óleo. Se seus pneus não estão em condições (sulcos com no mínimo 1,6 mm), não viaje na chuva, PARE e espere.

POSICIONAMENTO NA ESTRADA QUANDO EM GRUPO

Existem muitas teorias sobre o assunto, gostaria de lembrar que esta é apenas uma opinião baseada na experiência de motociclistas e colaboradores com anos de estrada.

Quando um grupo vai se juntando no decorrer de uma viagem, fato muito comum no caminho para um evento de motos, fica muito difícil estabelecer-se regras para motociclistas que não se conhecem, aí vale o bom senso e as regras básicas de segurança.

Mas se você é parte de um grupo, alguns cuidados podem ser tomados tornando a viagem mais agradável e segura.

Identifique os dois motociclistas mais experientes. Um deve liderar o grupo e o outro deve fechar o grupo, ou seja, ser o último. A segurança do grupo pode depender desses dois.

Identifique o menos experiente e a menor moto. Estes serão os limites de seu grupo em relação ao número de paradas e velocidade.

O grupo deve sempre ocupar uma pista inteira da rodovia, posicionando-se em uma formação lado a lado defasada, ou seja, como grid de Formula 1 ou como passadas na areia. É importante manter-se dentro do campo de visão do motociclista à sua frente verificando se ele pode vê-lo pelo retrovisor. À distância entre as motos deve aumentar com o aumento da velocidade.

Em rodovias de três ou mais pistas, mantenha-se na pista central, normalmente a pista da direita apresenta mais buracos e óleo, ambos causados por caminhões.

Em rodovias de duas pistas, mantenha-se na pista da direita, apesar dos problemas acima mencionados, neste caso é a pista mais segura.

Em rodovias de mão dupla, os grupos grandes devem abrir espaços com subgrupos de quatro ou seis motos permitindo assim a ultrapassagem de veículos mais rápidos. Congestionar o transito na subida de uma serra, por exemplo, irritará os motoristas que acabarão forçando uma ultrapassagem e colocarão em risco os motociclistas.

As ultrapassagens, sempre que possível devem ser feitas de forma contínua, ou seja, o líder deve esperar condições que permitam a ultrapassagem de todo o grupo. Uma ultrapassagem segura requer entrosamento entre o líder e o último, ou “drag bike”, ou usando a linguagem dos escoteiros, o lanterna. O líder percebendo as condições ideais sai para esquerda. Imediatamente o último sai também, dando cobertura para que todos ultrapassem com segurança.

Após a ultrapassagem todos devem retornar a posição original.

Não havendo esta condição ideal, caso com transito muito intenso, as ultrapassagens devem ser feitas gradualmente e o líder deve esperar que o grupo se una novamente antes de iniciar um novo processo de ultrapassagem.

Quando estiver chovendo, evite andar por cima da faixa de marcação, pois a tinta que cobre o asfalto forma uma película escorregadia tirando a aderência do piso.

Em viagens feitas em grupo, mantenha a distancia do motociclista a sua frente, mais ou menos 3 segundos. Para marcar essa distancia, marque um ponto de referencia na estrada deixe o motociclista da frente passar e conte até três, esse tempo deve ser o mínimo gasto por você para transpassar o ponto de referência.