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Eu e o Vazio

1 agosto, 2004

Agouro da morte, vigente da hora,
O mal em volta, só anciã vigora,
Suor, coração em disparada,
Temor da aflição fria da lâmina.

Corre no corpo o medo,
E embora o tenha feito,
Foge de mim o alento,
Fino e tênue como a lâmina.

Sufoca o grito da alma,
Que no escuro fica,
E suplica a “Santuário”.
Protege, por favor, “Abriga”!

Mas o algoz na porta está,
Posta sua lâmina na ponta da garganta,
Quer extirpar a única coisa que realmente possuo,
Minha vontade de viver.

Comentários:
——————————————————-

[Má] [marilia_rodrigo@uol.com.br] [http://ro_ma.vila.bol.com.br]
Puro Álvares de Azevedo! Misterioso e sinistro….

28/08/2004 14:22

[Andre] [andre.calvin@uol.com.br]
me faz pensar em algo que naum quero pensar!

25/08/2004 22:44

[Patty]
bonito, assustador, mas inevitável

25/08/2004 12:59

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