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A Rosa

13 agosto, 2004

A rosa que no infinito se perde
de tão bela e formosa.
Poesia de forma
que na alma forma a forma do amor.
Porém na dor dos espinhos há quem se perde,
lembrar-se ia do ardor do amor e não do rancor.
Ah, quisera eu ser a rosa,
que na mão da moça já não é quimera.

Mas é só a rosa,
que de rosa mesmo só o nome.
Pois vermelha é a minha paixão,
como o sangue na veia, alheia a razão.
Sobe, incendeia,
a alma como milhares de grãos de areia na mão.
que se perdem no infinito…
como a própria rosa…

é fim então!

Comentários:
——————————————————-
[Tita]
Foi a tarde mais linda q tive lendo suas poesias. Muito obrigada!

15/12/2005 19:07

[carla martins] [carlamartins31@yahoo.com.br]
Oiiiii… 🙂 Olha eu aqui, realmanente suas poesias são lindas…. parabens… continue assim…

27/08/2004 09:59

[Patty]
pois eh, tbm estou sentindo falta.

19/08/2004 14:28

[Trotta] [http://homepage.mac.com/trotta/]
Ué, não vai ter mais não? 🙂

19/08/2004 13:15

[Má] [marilia_rodrigo@uol.com.br] [http://ro_ma.vila.bol.com.br]
Lindoooooooo!!!! Me deliciei lendo este poema! Beijos!

13/08/2004 12:12

[Patty]
Puxa, Ro….que coisa linda…nem ouso comentar sobre a mensagem, minha pouca sabedoria, não saberia fazé-lo a altura do texto…parabens!!!!!!!!!!!!!!!!!

13/08/2004 12:10

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