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Ferida Aberta

4 novembro, 2004

Dor, ferida aberta em mim!
O sangue não sei como fazer parar de sair.
Exposta a jugular do golpe assim,
Corvos do mal agouram ali.

Fria eminência da morte,
No meu coração já abita.
Compaixão de lá já arrancou.

Dos sentimentos outrora vigentes,
Só a melancolia da silhueta resta.
Animal ferido perigoso fica,

Cuidado…

Já avisa!

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