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O que sabemos sobre nós?

22 setembro, 2006

O que sabemos sobre nós?

No começo só havia o vazio…
Transbordando com infinitas possibilidades…
Das quais você é uma…

Como nós podemos continuar a ver o mundo como real se nosso âmago que está determinado a ser real é intangível?

Quem somos?
De onde viemos?
O que devemos fazer?
E para onde vamos?

por que estamos aqui?
Essa é a pergunta elementar!

O que é realidade?
O que eu achava irreal hohe é para mim mais real do que coisas que achei reais, que agora acho que são irreais.

Todas as épocas e gerações têm suas próprias suposições.
O mundo é plano…
O mundo é redondo, etc…

Existem centenas de suposições que acreditamos ser verdades mas que podem ou não ser verdadeiras.

Claro que históricamente, na maioria dos casos não eram verdadeiras.
Se tomarmos a história como guia, podemos presumir que muitas coisas em que acreditamos sobre o mundo podem ser falsas.
Estamos presos à certos preceitos sem saber disso.
É um paradoxo.

É hora de ficar esperto.
Por que continuamos recriando a mesma realidade?
Por que continuamos tendo os mesmos relacionamentos?
Por que continuamos tendo os mesmos empregos repetidamente?
Nesse mar infinito de possibilidades que existem à nossa volta, por que continuamos recriando as mesmas realidades?
Não é incrível existirem opções e potênciais que desconhecemos?
É possível estarmos tão condicionados à nossa rotina, tão condicionados à forma como criam nossas vidas.
Que compramos a ideia de que não temos controle algum?
Fomos condicionados a crer que o mundo externo é mais real que o interno.
Na ciência moderna é justamente o contrário.
Ela diz que o que acontee dentro de nós é que vai criar o que acontece fora.
Então os cientistas se perguntam:
Quem vê os objetos, o cérebro ou os olhos?

Bem vindo à grande quadra de possibilidades intermináveis.
( Um menino joga a bola e que passa pelas mãos e bate no estomago ).
– Horrivel. Têm que acertar pelo menos uma! Diz o menino.
– Isso doeu! Responde a mulher.
– A bola não tocou em você.
– Tá bom.
– E não é solida. A maior arte dessa bola está vazia

De uma olhada em um atomo por exemplo.
Pensamos que é uma especie de bola sólida.
Mas na verdade.. É esse pontinho pequeno com matéria centro cercado por uma nuvem de elétrons que aparecem e desaparecem.
Mas acontece que tal descrição também não está correta. Até o núcleo, que pensavamos ser tão denso, aparece e desaparece assim como os elétrons.
A coisa mais sólida que pode existir nssa matéria desprovida de substância é mais um pensamento, um bit de informação concentrada.

– Como eu disse, você nunca tocou em nada. Diz o menino.

Os elétrons criam uma carga que afasta os outros eletrons antes do toque.

– Então.. Ninquem toca em nada… Continua o menino com expressão de simplicidade.

Essa exposição vem do Japão.
E o autor é o Sr. Missuro Imoto. Ele se interessou na estrutura molecular da água e o que a afeta.
Sendo a água o mais receptivo dos quatro elementos, O Sr. Imoto pensou que ela poderia responder a eventos não físicos.
Ele então realizou vários estudos onde aplicou estimulos mentais e os fotografou com um microscópio de anti-matéria.
A primeira foto é da água da represa Fujiwara (A imagem de um floco de neve distorcido) .
E essa foto é da mesma água após sido benzida por um monge zen-budista (A imagem de um floco de neve perfeito).
Nestas próximas séries de fotos, p Sr. Imoto imprimiu palavras e as colocou em garrafas de água destilada, deixando-as passar a noite assim.
Essa primeira foto mostra a água destilada em sua essência (A imagem de um tetraedo simples).
A foto a seguir como podem ver, é diferente. É o “Chi do amor” (A imagem de um floco de neve perfeito, mas numa forma diferente).
E aqui vocês podem ver a foto da palavra “Obrigado”. (A imagem de um floco de neve perfeito, mas numa outra forma diferente).

A ciência de como isto afeta as moléculas é desconhecida.
Menos para as moléculas da água, claro.
E é fascinante se pensarmos que 90% do nosso corpo é composto de água.

Faz a gente pensar, não é?
Se pensamentos fazem isso com a água, imagine o que podem fazer conosco.

Se você acreditar com tudo seu ser que pode andar sobre a água, isso acontecerá.

No nível subnuclear mais profundo da nossa realidade, você e eu somos um só.

Como um homem ou uma mulher podem pecar contra algo tão supremo?
Como pode uma pequena unidade de carbono, na terra, na via láctea, trair Deus todo poderoso?
É impossivel.
O tamanho da arrogância é o tamanho do controle daqueles que criam a imagem de Deus de forma errada.
É hora de ficar esperto.

Hem? Não entendeu?

Aqui está o video de onde tirei este texto…
Só pra fritar um pouco as mentes ociosas.

What the Bleep Do We Know?

Comentários :
———————————————————————
[Rodrigo]
Eu acredito que todos temos potencial pra sermos Deus… Mas escolhemos ser macacos… Mas eu acredito que exista alguém que escolheu ser Deus realmente, mas ele presa tanto o livre arbitrio que nos deu que prefera ficar olhando a fazenda de formigas no aquario… Mas outro dia uma pessoa me falou que se for pro bem ele até dá uma ajuda e se for pro mal ele deixa quebrar a cara e eu achei verdade!

29/09/2006 13:06

[jujudeblu:::] [www.umclamor.blogspot.com]
Eu tentei abrir o link mas não consegui, então desisti pra comentar logo-duma-vez!!! hehe Bom, como disse meu amigo Salomão, não há nada de novo debaixo do sol e tudo o se faz já foi feito. Qual é o sentido então de tudo isto, se todos temos o mesmo destino? Olhar e conseguir enxergar o Sentido permanente, a Verdade imutável, a Essência de toda a Criação… acredito que este é o sentido de tudo e o motivo de estarmos aqui. Eu acredito, e você?

28/09/2006 20:35

[Ma]
PS: e não tem só 7 minutos, mas 2 horas…

25/09/2006 18:45

[Ma]
Você não vai acredeitar…. mas minha professora passou esse vídeo pra gente no dia 07 de setembro…. o filme aplica a física quântica na nossa vida… não é bem um filme, mas um documentário… a gente sai do filme com um nó nas idéias… é interessante, embora um pouco tedioso. Mas vale a pena ver! Beijos!

25/09/2006 18:42

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2 comentários

  1. […] PS: Para quem não viu, tem dois vídeos no blog do Rô que tratam disso. Um é O que sabemos sobre nós?, e o outro é Sete Minutos de Sabedoria. Vale a pena […]


  2. […] aprofundar-se um pouco mais? Veja os vídeos no blog do Rô: aqui e aqui. […]



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