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ALGUMAS DICAS DE VIAGEM

30 agosto, 2007

Estás são 13 coisas que todo motociclista deveria pensar e tentar se lembrar, antes e durante uma viagem de moto. Mais um texto que espero que ajude outras pessoas e seja bem achado e procurado na net! Pois deu bastante trabalho para eu mesmo encontra-lo.

Antes de sair pra pegar estrada sempre verifique a calibragem dos pneus, nível de óleo, verifique o funcionamento de todas as luzes e ajuste de freios caso necessário.

NUNCA, viu o NUNCA, faça brincadeiras com a moto na estrada, qualquer vacilo é chão e vai estragar o passeio de todo mundo.

Procure viajar com pelo menos mais dois parceiros, caso tenha algum problema, um fica junto da moto e outro vai pedir auxilio.

Se parar no acostamento, não marque bobeira com os caminhões, o arrasto q eles criam pode derrubar uma moto.

ANTENÇÃO NESSA, pra quem tem moto de pequeno porte, muita atenção ao cruzar com veículos grandes na direção contraria, o arrasto pode te desequilibrar, então quando avistar um caminhão, caminhonete, mantenha-se próximo ao acostamento ou a direita da pista caso não tenha acostamento.

Caso a viagem seja longa e leve bagagem, coloque todas as suas roupas dentro de sacolas plásticas e vede com fita adesiva, na sua cidade o tempo pode estar ótimo, mas no meio da estrada nunca se sabe como estará, caso peguem uma chuva sua roupa estará protegida.

Evite levar a bagagem em mochilas nas costas, além de ser incomodo, dependendo da distancia a ser percorrida suas costas ou a do(a) garupa ficaram comprometidas, então, se estiver sem garupa, amarre tudo no banco do garupa, caso esteja com garupa, coloque um bagageiro e amarre tudo nele.

SEMPRE tenha ferramentas dentro de sua bagagem, pode ser o Kit q vem com a moto mesmo, na necessidade eles quebram uma árvore.

SEMPRE ande em grupos sem deixar dispersar, mas também não fiquem muito próximos, de preferência ao posicionamento tipo grid de formula 1, ou em fila indiana, desde que tenha uma distância consideravelmente boa para a moto da frente, em caso de buracos ter tempo de reação.

10º Para motociclistas com menos experiência, é recomendada uma parada a cada 100Km.

11º Itens necessários para se levar numa viagem:
–Algum dinheiro em espécie (o suficiente para abastecer ou comer em algum lugar que não aceite cheque ou cartão).
–Um telefone celular com cobertura na área de sua viagem.
–Kit de reparo de pneus (espátula, remendo e bomba de encher) ou um desses produtos de reparo rápido.
–Existem também as chamadas vacinas de pneu, que prometem não deixar o pneu furar. (que anula a necessidade do item a cima).

12º Itens aconselháveis para levar:
–Roupa impermeável para chuva (uma calça já ajuda bastante).
–Mapa da estrada com localização de postos de gasolina e restaurantes (Internet).
–Lista com alguns telefones úteis.
–Bandana para colocar por baixo do capacete (evita que o suor deixe o capacete com cheiro desagradável e alivia o atrito com a cabeça).
–Óculos escuros.
–Kit de primeiros socorros (o Kit que deveria ser obrigatório é suficiente para pequenas emergências) algum remédio para dor, geralmente em viagens longas muitos ficam com dor de cabeça.
–Lanterna. (caso vá pegar estrada à noite).
–Tirantes ou cordas para fixação da motocicleta, em caso de reboque.

13º Itens pessoais:
–Casaco de couro, se possível com protetores em Kevlar (Nunca viaje sem jaqueta, pedras ou outros objetos sempre são lançados dos carros à frente).
–Luvas de couro.
–Botas.
–Calça de couro ou jeans. (Sempre com calça, viajar de bermuda é proibido, pode tomar multa e ter o veiculo apreendido, então seja consciente e não estrague o passeio).
–Capacete (integral para viagens).

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Análise Livro X Filme (Harry Potter e a Ordem da Fênix)

27 agosto, 2007

Harry Potter e a Ordem da Fênix sem dúvida alguma é uma boa adaptação, embora tenha uma boa quantidade de alterações, quase todas elas foram feitas para ser fiel à idéia de J.K. Rowling e deixar claro para aqueles que não leram o livro como as coisas se desenrolaram na vida de Harry nesse ano, ou no máximo não, visto que varias coisas são impossíveis de se entender sem a leitura dos livros.

Comecemos:

  • No filme, a primeira cena de Harry no parque acontece de tarde, porém, no livro, é de noite, depois do telejornal noturno.
  • Quando Harry encontra com Duda, na verdade, é ele que chama o primo. E, ao contrário do que mostra no filme, Duda não está com a turma, quando se encontram, e sim sozinho. Até porque, sabendo do pavor que os Dursley têm de magia, e os problemas que isso poderia lhe causar, Harry jamais puxaria a varinha para o primo na frente dos amigos dele.
  • Quando os dementadores atacam os dois, no livro eles estão num beco, por sinal, o mesmo em que Sirius aparece como Sinistro pra Harry no terceiro livro, e não em um túnel, como vemos no filme.
  • Ainda em relação a esse ataque: em que eles transformaram o patrono de Harry?! Cadê o Patrono Corpóreo em forma de veado?!
  • A Sra. Figg do filme não tem cara de velha gagá, e sim de velhinha comum, além disso, ela está extremamente calma para quem acabou de presenciar um ataque de dementadores em Little Whinging. A do livro, nessa passagem está histérica, e seguramente, seria capaz de esganar Mundungo se este aparecesse em sua frente naquele momento.
  • No livro, Harry não recebe um berrador do Ministério para lhe informar que foi expulso de Hogwarts por ter usado, pela 2ª vez, magia na frente de trouxas. Além disso, no filme essa é a única carta que aparece, quando na verdade no livro são várias. Ele recebe, depois dessa, uma carta do Sr. Weasley dizendo para não sair da casa dos tios, outra carta do Ministério revogando a expulsão, mas dizendo que isso será julgado em uma audiência, e uma carta de Sirius reforçando que Harry não deve deixar a casa dos tios de maneira nenhuma. E até tia Petúnia recebe uma carta (na verdade, um berrador) de Dumbledore, que a faz impedir que tio Valter mande Harry embora de casa. Porém, toda essa parte no filme foi reduzida a um único berrador.
  • O cabelo de Harry mais uma vez está curto, com pinta de metrossexual. Mas como assim?! Se ele mesmo diz que tem um cabelo que nunca acenta e nem para de crescer… E ainda mais nesse livro, que pouco antes da audiência no Ministério, a Sra. Weasley taca muita água no cabelo dele, pra ver se abaixa um pouco, para causar melhor impressão.
  • No filme, quando a Guarda da Ordem aparece pra buscar Harry na casa dos Dursley, além de serem menos membros que participam desse “resgate”, Moody não desilude (camuflar como um camaleão) Harry para poderem voar da Rua dos Alfeneiros até o Largo Grimmauld. E como o vôo passa por alguns cartões postais de Londres, que parece estar a todo o movimento, apesar de ser noite, isso implica que eles certamente tenham sido vistos por alguém. Ou seja, esse comportamento não condiz com um auror que está tentando proteger alguém e passar despercebido, ainda mais esse auror sendo o neurótico Alastor Moody. Parece que eles não se importam com o fato de talvez serem vistos pelos trouxas.E a falta de Lupin na guarda é um tanto grave, afinal Harry não têm certeza se confia em Alastor, visto que passou quase um ano ao lado de um impostor no livro 4. Só a presença de Lupin o tranqüiliza.
  • A maneira encontrada pelo diretor para fazer surgir a casa número 12 do Largo Grimmauld, com a cajadada de Moody na calçada foi bem legal de ver e deve ter dado um bom trabalho para a equipe de efeitos especiais e computação gráfica, mas joga por terra toda a teoria do Feitiço Fidelius dado por J.K. Rowling no 3° livro e reforçado nesse. No livro, Harry só consegue ver a casa, porque recebe um pedaço de pergaminho das mãos de Moody, escrito com a letra de Dumbledore, onde está o endereço da sede da Ordem da Fênix. E isso porque Dumbledore é o Fiel do Segredo do endereço da Ordem, portanto, a localização exata só pode ser dada por ele, e por mais ninguém. Mas se a cajadada de Moody mostra a casa, significa que não há um Feitiço Fidelius, e, por conta disso, qualquer um poderia muito bem ver a casa. Não sei porquê, mas na minha cabeça, sempre que eu li essa passagem, imaginava a casa inchando, como se fosse uma bexiga que estava sendo soprada, e, assim, empurrando as outras casas para os lados. Ah, e só pra constar, a rua onde está a casa é uma rua comum, mas no livro, ela fica num Largo, como o próprio endereço diz, e também é descrita uma pequena praça que fica em frente a casa…
  • Harry chega na sede da Ordem calmíssimo, enquanto no livro ele está furioso com tudo e com todos, que o fizeram ficar até aquele momento sem nenhuma notí­cia concreta.
  • Os cortes nos textos e mudanças de diálogos reforçam a minha tese de que o pessoal da adaptação e do roteiro fazem uma força imensa para, a cada filme que passa, fazer com que Hermione seja mais e mais insuportável. Sorte da Emma Watson que ela é linda, pra compensar toda a antipatia que derramaram sobre sua personagem.
  • A maneira como Molly briga com os gêmeos dá a entender que a desaparatação fosse feita por um movimento de varinha. O que é uma inconsistência de acordo com o que vemos no livro. Eles estão empolgados porque passaram no teste de aparatação e não porque completaram 17 anos e podem fazer magia fora de Hogwarts.
  • No livro, quem decide que Harry deve saber tudo que está acontecendo é Sirius, até porque é o padrinho do garoto. Mas no filme, essa decisão cabe a Moody.
  • Pra começar, no livro, as Orelhas Extensí­veis não funcionam na porta da cozinha, porque ela foi “imperturbada”, portanto, os garotos jamais poderiam ouvir nada do que é tratado ali. E os membros da Ordem não ficam fazendo suposições sobre Harry ali. Uma vez que as orelhas não funcionam, é Obvio que não há a cena em que Bichento ataca as orelhas e atrapalha toda a investigação.

(Não foi falado nada no filme sobre a limpeza que ocorre na casa para tentar fazê-la habitável novamente)

  • A rua onde fica a cabine que dá acesso ao Ministério pelo mundo dos trouxas, no livro, é suja e deserta, com várias caçambas de lixo transbordando por perto. Mas no filme ela é limpíssima e próxima a muvuca rotineira de Londres.
  • A estátua dos Irmãos Mágicos que fica no Átrio do Ministério é uma só. Mas no filme são duas, uma onde o bruxo está sozinho e que fica mais ao fundo, e outra onde estão a bruxa, o duende, o centauro e o elfo-doméstico.
  • No filme, logo que entram no elevador Quim Shackebolt conta a Arthur que a audiência de Harry mudou de horário e que eles já estão cinco minutos atrasados, mas ainda assim, permanecem com uma atitude calma. No livro, eles chegam ao Ministério calmamente, existe um segurança que avalia a varinha de Harry e depois Harry e o Sr.Weasley tomam o elevador para irem até a sala dele, no caminho param no Salão de Aurores para falarem rapidamente com Quim, que os trata formalmente, para não levantar suspeitas a respeito da Ordem, e só quando chegam ao escritório do Sr.Weasley descobrem a mudança de horário através de Perkins, que chega correndo pra avisar que audiência foi adiantada e que eles já estão atrasados. Nesse mesmo momento, os dois ficam desesperados e saem correndo como loucos pelos corredores do Ministério.
  • Ah, e antes de entrar para sua audiência Harry encontra com Lúcio Malfoy conversando com Cornélio Fudge no corredor, no livro isso só acontece depois de Harry ser julgado e absolvido – até porque fica incoerente ser antes, uma vez que Fudge preside a audiência, que já está atrasada, portanto deveria estar dentro do tribunal e não no corredor conversando com Lúcio…
  • No filme, Amélia Bones e Dolores Umbridge fazem parte apenas do júri, enquanto no livro as duas fazem parte da Corte Suprema, bem como Percy, que faz o papel de escrivão, mas nem aparece nessa cena (e nem se mencionou nada a respeito de ele ter rompido com os pais etc.).
  • Depois de absolvido, Harry fica chateado com o fato de Dumbledore não ter falado com ele, nem mesmo trocar um olhar. Mas no filme ele fica berrando por Dumbledore quando percebe que este vai embora sem ter falado com ele. ( Isso eu achei legal no filme).
  • Nada é comentado sobre o fato de Rony e Hermione terem virado monitores, muito menos que Rony ganhou uma vassoura como prêmio por ter sido escolhido monitor.
  • Sirius não se transforma na estação como é mostrado no filme, ele permanece o tempo todo como cachorro, e ainda persegue o trem quando ele parte, como se fosse um cão comum. Além disso, no livro, quem mostra aquela foto da antiga Ordem da Fênix é Moody, e lhe mostra cada um dos membros que estão na foto. E no livro, Moody não dá a foto pra Harry, apenas mostra, e por sinal, Harry nem gosta muito de ter visto aquela foto.
  • Harry não vê Voldemort na estação, nem sonha com isso, mas eu achei que essa cena ficou bem legal, porque mostra o quanto Voldemort está “possuindo” Harry, fazendo com que ele o veja em qualquer lugar, que sonhe com ele etc.
  • Os três amigos estão sentados juntos, como sempre, porém, uma vez que Rony e Mione são monitores, eles precisam ir para o 1° vagão. Harry fica com Gina, e no corredor encontra com Neville, e dessa maneira, os três vão parar na cabine de Luna. Mas no filme nada disso acontece. Cho não o vê com os amigos “esquisitos” e nem coberto de pus da planta de Neville como acontece no livro, eles apenas trocam um olhar e um sorriso enquanto compram doces da senhora do carrinho de doces.
  • No filme Luna só vai aparecer no momento em que eles vão embarcar nas carruagens que os levam de Hogsmeade até Hogwarts – por sinal, do outro filme pra esse, mudaram as carruagens, que na verdade agora se parecem muito mais com carroças do que com qualquer outra coisa. Luna já vem dentro da carruagem, que pela 1ª vez Harry pode notar que é puxada por Testrálios, embora seus outros amigos não consigam ver (essa parte está bem parecida). Como a situação toda mudou, quem se encarrega de apresentar Luna aos meninos é Hermione, mas na verdade, no livro, quem conhece a garota e a apresenta aos demais é Gina, que é do mesmo ano que Luna e divide classes com ela.
  • Embora eu ache que a atriz que interpretou a Umbridge, “Imelda Staunton,” não bate com a descrição do livro, que diz que Umbridge é muito baixa, gorda, sem pescoço e com cara de sapo – sempre que eu lia, automaticamente, me vinha a imagem da Roz, de Monstros S.A.; ou a atriz que faz Minha Mulher é o Diabo -, tenho que admitir que ela interpretou bem o personagem.
  • Nos pesadelos com o corredor e as portas do Ministério, Harry nunca vê Voldemort em seus sonhos e nem a bolinha da profecia como aparece no filme. Tanto que na época em que ele estava tendo os pesadelos na casa dos Dursley ele achava que estava fazendo um tipo de metáfora por estar lá perdido, abandonado, sem saber o que acontece por trás das portas.
  • No filme, na primeira aula de Umbridge, ela começa a responder as perguntas dos alunos, e só depois de uma boa dose de bagunça, com todo mundo fazendo perguntas ao mesmo tempo em que ela diz que em suas aulas quem quiser falar precisa levantar a mão. Porém no livro, ela tenta ignorar Hermione por um longo tempo, até que a sala toda começa a reparar que a menina está com a mão estendida no ar, e ai­ então a professora decide perguntar o que Mione quer. E, em momento algum ela responde a uma pergunta que tenha sido feita sem ter levantado a mão antes, e dá um jeito de nunca conceder a palavra a Harry, até que o menino não agüenta mais e acaba explodindo, e por conta disso pega uma detenção.
  • Na hora da detenção, quando começa a escrever com a pena que usa seu próprio sangue, o excelente intérprete de Harry Potter demora um bom tempo pra perceber que a pena está escrevendo com seu sangue e cortando sua mão. Mas no livro, Harry percebe imediatamente, assim que começa a escrever.
  • Enquanto no livro ele esconde por muito tempo o que está acontecendo em suas detenções com Umbridge, até mesmo de Rony e Hermione, no filme a Senhorita Sabe-Tudo descobre logo e fica dizendo que ele deve denunciá-la a Dumbledore.
  • Alguém pode me dizer o que é aquela conversa de Harry com Luna na floresta?! Pela zilhonésima vez, a Floresta Proibida, como o próprio nome já diz, é proibida para os alunos. Como eles reduziram muitíssimo o papel de Hagrid nesse filme, suas aulas nem são mostradas nem nada, portanto a fala da explicação teórica do que é um testrálio, e porquê só algumas pessoas podem vê-los coube a Luna, que está lá na floresta acariciando-os e alimentando-os. Além disso, eles já jogam pra essa cena a última conversa que os dois têm no livro, quando Luna conta que as pessoas costumam pegar suas coisas e esconder, e só devolvem no último dia de aula – na cena ela está descalça e Harry pergunta se ela não está com frio nos pés, e então que ela explica… Como eu já disse que essa cena nem existe no livro, eles juntam a aula de Hagrid sobre os testrálios e a última conversa de Harry e Luna no dia do Jantar de Encerramento.
  • Ah, É verdade, e eu já tinha reparado isso desde o 4º filme, mas esqueci de comentar. As vestes de Hogwarts deixaram de ser vestes de bruxos e passaram a ser vestes de colégio interno.
  • Trelawney é demitida em dois segundos, muito no começo do filme, e no meio da muvuca da demissão da professora, Harry e Cho conversam normalmente, como se nem fossem afins um do outro – mas essa conversa entre os dois não existe no livro. Nessa cena de Trelawney, Dumbledore aparece mais como um velho ranzinza do que como o diretor poderoso, imponente que é. Reclama que os alunos deveriam estar em aula, ao invés de estar ali no pátio assistindo à demissão da professora. Nessa sena Harry também tenta correr atrás do professor, chamando-o, mas é envolto por um mar de outros alunos. E não é mostrado Firenze em momento nenhum. Firenze é o centauro que toma lugar de Trelawney.
  • Dessa vez o rosto de Sirius aparece na lareira da maneira como eu sempre imaginei, com o rosto flutuando no meio de chamas verdes, e não com a cara toscamente formada pelas brasas como foi no quarto filme. Mas o dialogo é bizarro, porque no livro, o personagem de Sirius age como se fosse um pai extremamente zeloso em relação a Harry e é capaz de se explodir para poder ajudá-lo e protegê-lo, portanto, posso garantir que ele nunca diria pra ele, Rony e Hermione uma frase como “agora vocês estão por vocês mesmos”, como ele diz no filme.
  • Mais uma vez, eles deram uma baita enxugada, e por conta disso, vários personagens desaparecem. Neville, já desde o 4° filme vem assumindo as falas que seriam de Dobby, e nesse filme agregaram ao papel de Cho as falas de sua melhor amiga, Marieta (que também foi cortada do filme).
  • Desde a reunião no Cabeça de Javali, eles já saem de lá com o nome Armada de Dumbledore, porém, no livro, esse nome só vai aparecer depois da 1ª aula.
  • Como Neville assumiu Dobby, é ele quem sugere a Sala Precisa, mas quem explica sua função, não poderia ser outra que a Senhorita Perfeita, Hermione Granger. Eca!
  • Praticamente só tem mulher na AD do filme, enquanto que na do livro há um grande número de meninos.
  • Os gêmeos apesar de mais velhos, são sempre descritos como mais baixos que Rony, mas no filme eles são bem maiores do que o irmão.
  • Na cena do primeiro beijo de Harry e Cho, ele expulsa os gêmeos da sala para poder ficar a sós com a menina. Porém, no livro, é Cho quem fica enrolando, manda a amiga ir na frente e fica fazendo hora pra poder ficar sozinha na sala com Harry. Mas tudo bem… Eu pensei que, pela complexidade dramática que abrange o nosso querido Daniel Radcliffe, essa cena ia ser horrenda, mas até que deu pro gasto. O único senão é que a Cho do livro está chorando na hora do beijo e a do filme não. Isso não teria importância se na cena seguinte, quando Harry vai contar do beijo pra Rony e Hermione ele não dissesse que ela estava chorando. Parece detalhe, mas no fim não é…
  • No pesadelo em que Harry se vê como a cobra que ataca o Sr. Weasley, no livro ele está no corredor, em frente à porta do Departamento de Mistérios, mas no filme a cena mostra que ele está dentro do Departamento, mais precisamente na Sala das Profecias, quando a cobra/Harry o ataca.
  • Dialogo mudado de lugar – no filme, é no Natal, quando Harry e os Weasley voltam pra sede da Ordem, que Sirius conta a Harry que aquela era a casa de seus pais e lhe mostra a tapeçaria da Muito Antiga e Nobre Casa dos Black – que é bem diferente do que eu imaginava, mas é bem legal. Mas ele não comenta seu parentesco com Draco Malfoy, nem com Tonks, só fala de Belatriz. Porém, no livro, toda essa conversa sobre a casa e a família Black acontece antes do início do ano letivo, quando Harry é levado da casa dos Dursley para a Sede da Ordem da Fênix.
  • Só pra constar, o Harry do filme é de fato um excelente professor, porque todos conseguiram conjurar o patrono… o_O
  • O número de decretos baixados por Umbridge deve ter sido multiplicado por 10 em relação ao livro, mas na minha opinião ficou bem legal, pois, pra quem não leu, passa uma idéia bem clara do perfil doentio, maní­aco e ditatorial de Umbridge.
  • Como Cho assume o papel de Marieta, É ela quem entrega a AD pra Umbridge – mas ela o faz porque tomou Veritasserum, e não porque quis, como é o caso de Marieta no livro. No filme, assim como Marieta que é filha da coordenadora da Rede de Flu, Cho passa a ser filha de uma funcionária do Ministério. Porém, de qualquer maneira, no filme mostra que Filch já desconfiava deles e passa a vigiar a Sala Precisa – que começa a abrir suas portas para outro corredor e tals, e depois, junto com Filch, toda a Brigada Inquisitorial começa a vigiá-los porque desconfiam da movimentação estranha, e isso durante muito tempo, mas nunca têm sucesso em suas empreitadas. Até que depois de obter a confissão de Cho, Umbridge explode a parede da sala e pega todos no flagra – mas nada disso acontece no livro. Dobby avisa a Harry que descobriram tudo e ele consegue fazer com que todos partam antes da chegada da Brigada, que só consegue pegar Harry e a lista dos participantes da AD.
  • A cena da partida de Dumbledore coloca nas bocas do diretor algumas falas que são ditas pelos retratos dos ex-diretores da escola, que ficam pendurados ali no escritório. E, além disso, é totalmente desnecessária a aparição de Percy trazendo Harry pelos braços nessa cena – uma vez que ele não foi citado, não disseram que ele rompeu com a família, não tem o menor sentido ele aparecer como vilão do nada. E Dumbledore não explode o escritório e nem estupora os aurores para fugir, como no livro, ele simplesmente bate uma palma acima da cabeça e desaparece.
  • Toda a AD É obrigada a cumprir detenção com as Penas-Sangue de Umbridge – isso não acontece no livro, uma vez que ela não consegue provar o que estava acontecendo de fato. Mas outros alunos passam sim por esta mesma punição.
  • E como Cho virou a dedo-duro, no filme, acaba sendo esse o motivo da separação dela e de Harry, quando no livro, ela briga com ele em Hogsmeade, no Dia dos Namorados, porque está com ciúmes de Hermione.
  • No filme, nem se toca no assunto Quadribol (portanto, nem Harry, nem os gêmeos tiveram suas vassouras apreendidas), nem nos N.O.M.s (provas de Níveis Extraordinários de Magia) que são aplicados por examinadores do Ministério, nem nas orientações vocacionais e nem nenhuma outra coisa normal que costuma acontecer em Hogwarts. Rita Skeeter e sua matéria no Pasquim também nem são citadas.
  • Como não tem Quadribol, quando Hagrid os chama para ir até a floresta apresentar Grope, Rony vai junto – mas no livro isso acontece durante a partida final do Campeonato de Quadribol, onde Rony está jogando como goleiro e só Harry e Mione acompanham Hagrid. Quando Hagrid os apresenta, Grope só faz menção de pegar Mione, mas não a pega de fato como mostra o filme. E muito menos a Senhorita Entojo dá uma bronca e o faz obedecer a suas ordens, afirmando a todos que ele só precisa de um pouco de pulso firme.
  • Nas aulas de Oclumência, Harry consegue bloquear Snape totalmente e ter acesso às lembranças dele – mas no livro, Harry é péssimo nas aulas de Oclumência, e apenas uma vez penetra, muito rapidamente, a mente de Snape. Porém, as lembranças que ele enxerga na mente do professor, no filme, são as mesmas lembranças que Harry vê no livro porque fuça na penseira onde Snape estava guardando alguns pensamentos para justamente evitar que Harry os visse.
  • As coisas aprontadas por Fred e Jorge foram mescladas em uma só. Desaparece o Pântano Permanente e fica só a dos fogos – que chama muito mais atenção aos olhos para ser colocada no filme. Eles entram pela sala de Umbridge no meio dos exames e fazem a maior bagunça, o que acaba interrompendo a prova. E como não tem Pirraça e as vassouras não foram confiscadas, os gêmeos só se mandaram deixando um imenso W feito com os fogos a brilhar no céu.
  • Enquanto assiste à exibição dos fogos dos gêmeos, Harry cai no chão ao ter a visão de que Voldemort pegou Sirius. No livro essa visão acontece depois de dormir no meio do N.O.M. de História da Magia.
  • Aproveitando a bagunça em que a escola se encontra, Harry decide ir até a sala de Umbridge pra verificar se Sirius está na Sede da Ordem ou não. Mas como ele sabe que a lareira dela não está sendo vigiada, sendo que ela não falou nada?! No livro Harry descobre que só a lareira de Umbridge não é vigiada logo depois da partida de Dumbledore, quando ela tenta interrogá-lo com Veritasserum (que ele não bebe), e nesse mesmo momento, os gêmeos que decidem instaurar o caos, soltam os fogos por toda a escola. Depois desse episódio memorável, Harry pede ajuda aos gêmeos para tentar falar com o padrinho (depois da visão que teve na Penseira de Snape, com Sirius e seu pai maltratando o professor, quando os três ainda eram adolescentes), e então os gêmeos dizem que conseguem distrair Umbridge por aproximadamente 20 minutos. Para isso eles criam um pântano permanente no corredor da escola, mas Umbridge descobre e todo o fuzuê está armado, os meninos convocam suas vassouras (que estavam apreendidas na sala dela) e partem de Hogwarts voando e fazendo propaganda da loja Gemialidades Weasley, no Beco Diagonal – porém, nesse meio tempo, Harry consegue falar com o padrinho e esclarecer as coisas. Essas passagens todas não existem no filme.
  • Voltando para o que acontece no filme, Harry vai até a sala de Umbridge com Rony e Hermione – no livro, só Hermione está junto com ele. No filme, nem chega a conseguir falar no Largo Grimmauld, enquanto no livro ele faz contato com a casa, e conversa com Monstro que diz que Sirius não está e que nunca mais vai voltar do Departamento de Mistérios – porém, no filme, como o Monstro aparece só pra constar…
  • Uma vez que só Rony, Harry e Hermione estão na sala de Umbridge tentando usar a lareira, não há o menor sentido em, do nada, a Brigada Inquisitorial trazer presos Neville, Luna e Gina – uma vez que no filme, eles não têm nada a ver com a armação.
  • Ao irem pra floresta com Umbridge para usá-la como isca para os centauros, Harry e Hermione, no livro, embora não ofendam os centauros, são pegos também, porque na hora de explicar o que estavam fazendo ali, Hermione troca os pés pelas mãos, e diz que só estão ali porque sabiam que os centauros poderiam dar um jeito em Umbridge. Ao ouvir isso, os centauros se sentem profundamente ofendidos, pois acreditam estarem sendo tratados como serviçais e decidem que vão fazer os dois de prisioneiros, porém, estes são salvos por Grope que está a procura de Hagrid, e reconhece Hermione e a ajuda, sendo severamente atacado pelos centauros depois disso. Já no filme, eles só se ofendem com Umbridge, porque a Senhorita Perfeição só fica dizendo palavras bondosas aos centauros e defendendo-os das ofensas de Umbridge. E quem pega a diretora da escola, no filme, é Grope, que afugenta os centauros e deixa os meninos irem.
  • No livro, Rony, Neville, Gina e Luna vão até a floresta depois de conseguirem se livrar da brigada após uma série de azarações,mas no filme, Harry e Hermione estão voltando pra escola e encontram com os quatro no caminho, que dizem que se livraram da brigada com vomitilhas de Fred e Jorge.
  • Eles não mostram como foi que Rony, Hermione, Gina e Neville conseguem subir nos testrálios, uma vez que não consegue vê-los, e nem como foi que os testrálios surgiram como idéia de transporte. No livro, quando os outros chegam à floresta, Harry e Hermione estão com as vestes ensopadas com o sangue de Grope, e isso atrai os testrálios que gostam de comer carne crua e farejam o cheiro de sangue. Quem primeiro os vê e diz que podem ir ao Ministério montado neles é Luna, até que depois de muita hesitação é decidido que os seis que ali estão irão ao Ministério e que vão montados nos testrálios. Depois de Harry, Luna e Neville já estarem montados, prontos para voar, Harry percebe que os outros três não conseguem montar os bichos porque não conseguem vê-los, quando o assunto é prontamente resolvido por Luna, que desmonta o seu testrálio e ajuda os outros três se acomodarem no “nada”.
  • A batalha do Ministério está toda diferente. O departamento de Mistérios tem várias salas interligadas. No livro, não tem a sala de entrada que roda, nem nada, só a Sala das Profecias. E assim que os meninos dizem a Harry sobre algo com o nome dele, ele pega, e no momento em que toca nela, a profecia fala – tosco, porque ninguém pode ouvir a profecia, a não ser que ela se parta – senão nem tinha nexo os Comensais tomarem tanto cuidado para a profecia não explodir, pois já a teriam escutado e poderiam muito bem contar a Voldemort. Além disso, em toda a trama, só quem sabe a profecia inteira é Dumbledore e Harry (que a ouve na penseira), uma vez que Trelawney, quando a fez, estava em transe e não lembra de nada.
  • Muita gente falou que a morte do Sirius tá melhor no filme do que no livro. Mas isso não é verdade, uma vez que elas estão exatamente iguais – porém, a do filme é mais óbvia. Podem conferir, na página 652 do livro – depois de debochar da prima, Sirius recebe um jato verde, direto no peito e cai vagarosamente pra trás, até sumir por dentro do arco com o véu. Ele não morreu porque atravessou o véu, como muitos pensaram, e sim porque recebeu a Maldição da Morte (pois pra quem não lembra, o jato verde é a caracterí­stica visual da Avada Kedavra). J.K. foi mais sutil, para gerar suspense e conspirações malucas em seus leitores, mas deixou a morte de Sirius clara para aqueles que prestaram atenção. Já no filme, como tudo acontece muito rápido, e a pessoa não pode ficar voltando para rever a cena, como poderia fazer no livro e reler a página inúmeras vezes, eles optaram por deixar bem claro pra todos que ele tomou mesmo uma Avada Kedavra no peito.
  • E pra arrematar, já no final, quando Voldemort possui o corpo de Harry, tentando fazer com que Dumbledore mate o garoto, ele não resiste muito tempo na possessão, mas ninguém sabe ao certo o porquê. Só depois é que Dumbledore explica que o garoto tem um coração repleto de amor, e que isso fez com que Voldemort não suportasse ficar muito tempo em seu corpo. Mas no filme, mostra Harry tendo visitado seu passado, em cenas com os amigos, os pais, o padrinho, Cho etc., ao mesmo tempo que mescla com cenas de horror e tortura, que fazem parte das lembranças de Voldemort. E Harry até conversa com Voldemort dentro de si, dá liçãozinha de moral e faz uso da fala de Dumbledore no livro, explicando o amor em seu coração (isso apesar de bem diferente do livro, é bem feito e mais legal). Ah, e a Belatriz não desaparece na lareira pela Rede de Flu, como mostra o filme. No livro ela desaparata, junto com Voldemort, quando os aurores do Ministério começam a chegar. A cena inteira da luta entre Voldemort e Dumbledore foi alterada, não tendo a participação das estátuas (que seriam enfeitiçadas por Alvus) e nem de Fawkes que engoliria um Avada Quedrava para salvar Dumbledore.

Existe, após toda a ação, uma cena essencial ao entendimento de toda a trama do filme que foi resumida em uma única fala de Harry com Alvus. Harry quebrando o escritório e recebendo as desculpas de Alvus, que chora mostrando fraqueza e humanidade; toda a explicação da profecia, a quem foi feita, o que contempla e tudo mais não existe no filme e é um capítulo inteiro no livro.

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Viagem Itajubá

21 agosto, 2007

Saída de viagem à tarde, pego a Airton Senna e vamos embora!

Primeiro uma parada estratégica na rua das motos (Barão de Limeira) para comprar a famigerada bolsa de viagem que tanto queríamos. Para poder viajar sem mochilas nos ombros e mais tranqüilos.

São 130 Km até acabar a Airton, pista limpa variando de duas ou três faixas e o melhor, sem caminhões; paisagem muito bonita que, de moto e de dia fica até mais bonita. A parada escolhida fica a 100 Km de Sampa do lado da Tamoios (Estrada que vai pra praia). Nela somos cercados por outras motos e a Fênix fica até com vergonha, afinal é a de menor motor, não que em aparência deixe a desejar, só no motor mesmo.

Abastecemos só por garantia, afinal ninguém quer ficar sem combustível de novo né, e ainda faltam uns 150 Km para terminar a viagem e vem a parte mais complicada da viagem: as estradas de Minas e a serra para chegar até lá.

Pegamos a estrada até Campos do Jordão e 15 Km antes de chegar à cidade pega-se à esquerda no sentido do Sul de Minas!

Isso é realmente o início da serra, estrada de mão dupla com curvas que não acabam mais.

A paisagem por mim foi curtida pela metade digamos assim, afinal tenho que ficar ligado nas curvas e no trânsito, para a Má deve ter sido bem mais bonito, não que não tenha sido para mim, às vezes ia apontando para a Má alguma coisa que me chamava a atenção_ um dos problemas de moto é a comunicação, que fica restrita a sinais e a gritos mau ouvidos.

Um dia ainda quero comprar um comunicador para resolver este problema. O problema é que é caro e tenho outras prioridades no momento, então é sinal, apontar, gestos e vamos nessa!

Aí passa Santo Antônio do Pinhal, Sapucaí Mirim, São Bento, Gonçalves, Paraisópolis…

Neste ponto começa a anoitecer, mas falta pouco pro destino agora, passa Brasópolis e chegamos em Piranguinho que é uma cidade de primeira! Afinal quando você passa a segunda a cidade já ficou para trás. Mais 11Km e chegamos em Itajubá; chegar na cidade é quase uma sensação de chegar em casa, bem parecido com o que sinto quando chego em Poços e vejo a entrada da cidade.

Itajubá foi na minha adolescência um lugar de refúgio, por assim dizer, onde era só curtir e aproveitar, sempre tratado como mais um membro da família, amigo de todos na casa: são realmente pessoas que podem ser chamadas de FAMÍLIA.

Um lugar onde a minha família ficava tranqüila em me deixar ir, o primeiro lugar para o qual eu viajava sozinho.

Acho que por isso é um lugar tão especial para mim, tanto, que desde de a primeira visita eu já sei andar lá sozinho.

A sensação de casa fica ainda maior quando chega a Casa da Família P.

Ser recebido na porta, com sorrisos mil, rostos de alívio depois da demora na chegada (por causa da saída atrasada de Sampa)… isso não têm preço!

Aí é aquela coisa de mineiro: mesa feita e aquele dedinho de prosa que se estica e estica, sai da mesa, vai para a sala e continua gostosa, e vêm as fotos, as filmagem comprometedoras…

É impressionante pensar que já têm uns doze a treze anos que eu vou para Itajubá!

Convites entregues e aceitos!!! Felicidade redobrada ao pensar que estamos fortificando essa relação, criando mais um laço de ligação por assim dizer.

O final de semana poderia ter terminado assim, e já estaria perfeito, mas tudo que está bom pode sempre ficar melhor! Mãe, namorido da mãe, Vó e Vô chegam no domingo para complementar a festa e a alegria.

Nada melhor do que passar o dia dos pais com a família e com os amigos.

Bom demais da conta sô.

E é tão bom que fica difícil ir embora, saímos mais tarde do que o previsto, mas que já era previsto acontecer.

Cinco da tarde estamos já em Piranguinho, e aquilo que eu tava com um pouco de medo acontece, dá-lhe volta na serra de noite.

Mas acabou sendo tranqüila, pegamos treminhões que fizeram o trnsito ficar lento e menos perigoso para andar ocupando uma vaga de carro e andando direitinho de moto.

A parada parecia que não chegava nunca, mas finalmente chegou, a bunda reclamando horrores e doendo pacas, aproveitamos para enrolar um pouquinho enquanto ela se recuperava, comemos alguma coisa e tomamos aquele cafezinho!

Daí a viagem voltou a ser tranqüila na Airton_ como é bom andar de moto em rodovia bem sinalizada e com varias pistas, mesmo de noite sabe. Você ocupa a pista da direita e deixa os carros passarem e vai na viajem de boa.

Chegada em São Paulo e cama na veia.

Que sono, que cansaço! Mas que viagem legal, viu!

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Cenas que só aconteceram por causa da Moto

19 agosto, 2007

Cena 1

Câmera na ponta da roda da moto. Vai cortando o trânsito num corredor de carros.

Passa cruzamento, vira, pára no sinal…

Tomada de cima, mostra que a avenida afunila, de cinco pistas para só duas.

E bem onde afunila de cima se vê duas figuras de preto entre os carros.

Câmera agora do lado do capacete do motoqueiro. Mostrando esse movimento ao longe, mas chegando próximo…

A moto está na pista da esquerda e começa a cortar por entre os carros.

Os dois homens de preto acompanham essa mudança. Continua a mudança de pista até chegar na estrema direita.

Os dois sacam as armas. Apontam e mandam parar.

Com a mão atrás do capacete o motoqueiro desce.

-Tá fugindo da gente é maluco?

-Tá querendo o quê? Tá co documento em orde?

-Sim! Estou sim! Aqui está!

-Tava fugindo por quê então?

-Só tava mudando de pista! Fugir do trânsito…

-Sei…

-E nessa muchila ai? Têm algum tóxico?!

-Não não! Quer que abra?

-Não precisa! Vai andando então! E vê se não foge assim numa próxima hem!

Cena 2

Câmera na ponta da roda da moto. À frente, luzes e homens de preto sinalizando.

A moto se enfileira atrás de outros carros e vai seguindo.

Chegando aos homens, armas automáticas em punho apontando diretamente para a cabeça do motoqueiro.

Gesto para encostar.

Para a moto e está desligando o motor e começa:

-Desliga a moto e desce devagar com as mãos atrás do capacete.

-Sim senhor.

Ainda com a arma empunho.

-Tira o capacete e coloca no chão em frente.

-Mãos atrás da cabeça agora com os dedos entrelaçados.

Nessa hora guarda a arma, segura as mãos do motoqueiro com uma das mãos bem apertado e com a outra revista por inteiro! Ps: Só faltou as preguinhas do botão pro cara verificar!

-Vira de frente. Abre a jaqueta esvazia os bolsos.

-Que que têm nessa mochila? Nada ilegal?

-Não senhor, só coisas pessoais, bolo e goiabinhas.

-Mãos para a frente.

Coloca a mochila nas mãos do motoqueiro e começa a busca pelo inexistente.

Cada zíper, cada compartimento foi vasculhado.

Pra coroar o comentário final.

-Poxa, você carrega coisa pra caramba nessa bolsa hem!

Desde que eu peguei a Moto houveram pedidos para histórias sobre.
Essas são as que eu selecionei, visto serem as mais assim!

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POSICIONAMENTO NA ESTRADA

16 agosto, 2007

Depois de muita pesquisa na net achei esse texto na internet.
Resolvi publicá-lo no blog na esperança de que outros motociclistas e mesmo motoristas o leiam criando uma melhor convivência na estrada e gerando mais segurança para todos.

POSICIONAMENTO NA ESTRADA QUANDO SOZINHO

Estradas de mão dupla

Ocupe a sua faixa posicionando-se no espaço relativo a um carro, evitando assim a tentativa de um veículo de quatro rodas em se posicionar a seu lado. Só ultrapassar com segurança e quando houver espaço para você voltar para sua pista. Certos motoristas não gostam de dar espaço para motos e você acaba ficando “preso” entre as duas pistas e em situação de muito perigo.

Estradas de mão única, duas pistas

Da mesma maneira que acima, posicione-se ocupando o espaço relativo a um carro. Trafegue normalmente pela faixa da direita usando a faixa da esquerda somente para ultrapassagens. Nas mudanças de faixa use o retrovisor, mas dê uma rápida olhada antes, dependendo da posição, seu retrovisor pode esconder um carro pequeno. Atenção especial

para incidência de óleo na pista da direita (pista dos caminhões).

Estradas de mão única, três pistas ou mais.

Idem a duas pistas, mas dependendo do movimento da rodovia, pode-se trafegar pela pista do meio, evitando assim o óleo da pista da direita. Porém redobrar a atenção com os retrovisores em relação aos carros que se aproximam, não é incomum automóveis ultrapassarem pela direita.

Velocidade

SEMPRE respeite os limites de velocidade das estradas, em caso de chuva, reduzir os limites para velocidades em que você se sinta seguro pilotando. Nas curvas, inclinar a moto bem menos que o habitual e cuidado com o óleo. Se seus pneus não estão em condições (sulcos com no mínimo 1,6 mm), não viaje na chuva, PARE e espere.

POSICIONAMENTO NA ESTRADA QUANDO EM GRUPO

Existem muitas teorias sobre o assunto, gostaria de lembrar que esta é apenas uma opinião baseada na experiência de motociclistas e colaboradores com anos de estrada.

Quando um grupo vai se juntando no decorrer de uma viagem, fato muito comum no caminho para um evento de motos, fica muito difícil estabelecer-se regras para motociclistas que não se conhecem, aí vale o bom senso e as regras básicas de segurança.

Mas se você é parte de um grupo, alguns cuidados podem ser tomados tornando a viagem mais agradável e segura.

Identifique os dois motociclistas mais experientes. Um deve liderar o grupo e o outro deve fechar o grupo, ou seja, ser o último. A segurança do grupo pode depender desses dois.

Identifique o menos experiente e a menor moto. Estes serão os limites de seu grupo em relação ao número de paradas e velocidade.

O grupo deve sempre ocupar uma pista inteira da rodovia, posicionando-se em uma formação lado a lado defasada, ou seja, como grid de Formula 1 ou como passadas na areia. É importante manter-se dentro do campo de visão do motociclista à sua frente verificando se ele pode vê-lo pelo retrovisor. À distância entre as motos deve aumentar com o aumento da velocidade.

Em rodovias de três ou mais pistas, mantenha-se na pista central, normalmente a pista da direita apresenta mais buracos e óleo, ambos causados por caminhões.

Em rodovias de duas pistas, mantenha-se na pista da direita, apesar dos problemas acima mencionados, neste caso é a pista mais segura.

Em rodovias de mão dupla, os grupos grandes devem abrir espaços com subgrupos de quatro ou seis motos permitindo assim a ultrapassagem de veículos mais rápidos. Congestionar o transito na subida de uma serra, por exemplo, irritará os motoristas que acabarão forçando uma ultrapassagem e colocarão em risco os motociclistas.

As ultrapassagens, sempre que possível devem ser feitas de forma contínua, ou seja, o líder deve esperar condições que permitam a ultrapassagem de todo o grupo. Uma ultrapassagem segura requer entrosamento entre o líder e o último, ou “drag bike”, ou usando a linguagem dos escoteiros, o lanterna. O líder percebendo as condições ideais sai para esquerda. Imediatamente o último sai também, dando cobertura para que todos ultrapassem com segurança.

Após a ultrapassagem todos devem retornar a posição original.

Não havendo esta condição ideal, caso com transito muito intenso, as ultrapassagens devem ser feitas gradualmente e o líder deve esperar que o grupo se una novamente antes de iniciar um novo processo de ultrapassagem.

Quando estiver chovendo, evite andar por cima da faixa de marcação, pois a tinta que cobre o asfalto forma uma película escorregadia tirando a aderência do piso.

Em viagens feitas em grupo, mantenha a distancia do motociclista a sua frente, mais ou menos 3 segundos. Para marcar essa distancia, marque um ponto de referencia na estrada deixe o motociclista da frente passar e conte até três, esse tempo deve ser o mínimo gasto por você para transpassar o ponto de referência.

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Dia Vinte – Primeira Viagem da Fenix

14 agosto, 2007

Início de viagem à noite, 9:00 saí.

São 270 Km feitos em 4 horas e meia mais ou menos. O que me dá uma média de velocidade 90 Km por hora. Nada mal. A moto nova é realmente ideal para isso!

Viajar com ela é outra história. Mais confortável e mais forte, a viagem fica mais tranqüila e fácil de aproveitar.

Mas as diferenças não ficam só na estética e potência; juntamente com essa nova moto vem embutido uma mudança de pilotagem, é uma moto mais pesada, o que exige uma pista maior para frenagem com segurança.

Enquanto um carro normal freia até parar em pista seca saindo de 100 Km/h num espaço de 500 metros, uma moto precisa de quase o dobro. Já em pista molhada a moto precisa de ainda mais… Os riscos de uma aquaplanagem são muito maiores, afinal é mais peso em menos superfície de contato com o solo.

Em Poços, o engraçado era a expressão do rosto das pessoas, essa moto tem porte e aparência de uma moto muito maior do que realmente é. Quase ninguém acredita que seja uma simples 200 Cilindradas.

É realmente uma moto dos sonhos, contém tudo que uma pessoa que deseja fazer moto turismo precisa: conforto, potência e, o fundamental, aparência.

De Poços, no domingo, vou para Machado e lá outra vez olhares e mais olhares para a moto. A viagem até Machado foi tranqüila, realmente moto é o ideal para se fazer turismo!

A noção e a vista dos pontos e das fazendas nunca foi tão grande e tão bonita, isso porque já fiz este caminho várias vezes e posso dizer, com razão, ficam até mais bonitas as paisagens; a moto possibilita maior observação.

Ainda estava de dia, a estrada havia sido reformada, o que para mim foi um alivio, a fama das estradas de Minas não é boa e eu mesmo já tive pneus furados por causa de buracos e afins e não queria isso na moto.

De Machado pegamos uma estrada secular para Pouso Alegre onde pegaríamos a rodovia rumo a São Paulo. Essa estrada foi mais preocupante devido à falta de sinalização, e ao fato de já estar escuro.

De Pouso Alegre até São Paulo é uma viagem de mais 200 Km que foi até que tranqüila, só cansativa e longa.

Resultado da viagem, uma quilometragem de:

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Amor

3 agosto, 2007

Amor,
Quem é você? Onde reside? A quem pertence?
Só nas mãos dos amantes você está?
Que injustiça sua!

E meus amigos? Meus irmãos?
Só posso querer bem então?
Por que amor não?

Convenção, maldita seja!
E quem a inventou mais ainda!
Te amo meu irmão! Te amo meu amigo!
Não quero amar só minha família!

Quero amar a todos!
Por que o pré-conceito?

Do doce amor que bate no meu peito,
Sinto todo ele pela minha família…
Família pela qual olho e sou olhado.
Amor pelo qual faço e faria qualquer coisa…
E ainda pretendo continuar assim!

A pedido da Clau, fui procurar e achei esse texto começado a escrever…
De 28/01/2005 e terminado hoje mesmo!