Archive for janeiro \06\-03:00 2008

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O que aconteceu de pior em 2007?

6 janeiro, 2008

Já lhe fizeram está pergunta?

Junto com as inúmeras perguntas que sempre existem todo final de ano, esta é com certeza uma que sempre aparece.

Este dias estava conversando com meus colegas de trabalho e fomos listando:

* Acidente da Tam.
* Leite com água Oxigenada.
* Sandy se separou do Júnior.
* Harry Potter chegou ao fim.
* Luciano Pavarotti Morreu.
* O acidente do metrô de Sampa.
* ETC…

Mas ninguém! Ninguém mesmo se lembrou do pior…

Um fato negro que vai macular o brasil durante muitos e muitos anos.

Clique no link abaixo para terminar de ler.

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Dez motivos para comentar mais em blogs

5 janeiro, 2008

O blogueiro profissional Chris Garrett incentivou seus leitores a comentarem mais em blogs em geral. Propôs que, durante uma semana, tentassem comentar mais e mais a cada dia e acompanhassem o resultado. Na semana seguinte, apresentou dez razões pelas quais considera o ato de comentar bom para blogueiros:

1 – É a coisa certa a fazer – as pessoas reclamam de não ter comentários suficientes em seus próprios blogs, mas não dedicam tempo suficiente a comentar nos outros. Todos nós gostamos de atenção e um eventual tapinha nas costas por um trabalho bem feito. Trate os outros como você gostaria de ser tratado!

2 – Fazer amigos e influenciar pessoas – blogar é, em parte, uma atividade de networking. As pessoas têm mais probabilidade de linkar para você (ou mais) se elas tiverem ouvido falar de você. Apareça, faça amigos.

3 – Cliques – as pessoas clicam no seu link para ver sobre o que mais você escreve. Óbvio, mas verdadeiro.

4 – Desenvolver um olhar blogueiro – encontre o ponto de interesse de uma história. Ao comentar, você está treinando seu cérebro a pensar em algo interessante.

5 – Criar conteúdo comentável – observando os posts em que você comentou e aqueles em que não comentou (ou não conseguiu, por mais duro que tentasse!) você desenvolve uma percepção do que funciona para atrair comentários.

6 – Comentários = idéias – você conseguiu comentar. O seu comentário poderia ser expandido para um post?

7 – Você nunca sabe quem está lendo – me espanta quem lê meus comentários em blogs obscuros que eu achava que só eu e um punhado de pessoas liam. Meus comentários num blog renderam um trabalho de consultoria. Você nunca sabe a não ser que tente.

8 – O que você dá, você recebe mais – eu acredito fortemente que o que você faz retorna pra você. Você receberá mais comentários. Experimente.

9 – Manter-se em forma – exercite seus músculos de escritor, quanto mais praticar, mais você melhora. Comentários devem ser curtos, rápidos, diretos ao ponto e produzir um impacto. São testes excelentes para sua habilidade de redação.

10 – Comentar em blogs novos para perspectivas novas – se você está sempre entre a mesma turma, inevitavelmente verá os mesmos pensamentos refletidos vez após vez. Liberte-se! Eu recomendo que as pessoas comentem em novos blogs a cada dia. Ao não comentar sempre nos mesmos blogs, ou especialmente estabelecer o objetivo de comentar em novos blogs do que na véspera, você será forçado a sair da suas zona de conforto de leitura de blogs e visitar novos blogs. Isso lhe expõe a novas idéias, formas diferente de ver as coisas e, quem sabe, uma saída da câmara de eco.

Garrett reuniu algumas justificativas interessantes aos conselhos óbvios que poderiam ser resumidos em “comente para ser comentado”, mas o melhor de tudo acho que foi a proposta da experiência de uma semana. Pelos próximos sete dias, vou me dedicar mais aos comentários e ver o que acontece. Se você quiser fazer o mesmo, pode começar aqui mesmo! 🙂
Que comentar é fato necessário para ser comentado eu já sabia…
mas achei bem legal a idéia e as dicas!
Fiquei uns meses sem comentar quase ninguém a mais do que os Amigos.
Vamos voltar a socialização para crescer a coisa! 😀

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Bluetooth™? Dente Azul?!

1 janeiro, 2008

História

Começou a ser desenvolvida em 1994, pela Ericsson, e a partir de 1998 pelo Bluetooth Special Interest Group (SIG), consórcio inicialmente estabelecido pela Sony, Ericsson, IBM, Intel, Toshiba e Nokia, hoje este consórcio inclui mais de 2000 empresas.

O nome Bluetooth é uma homenagem ao rei da Dinamarca e Noruega Harald Blåtand – em inglês Harold Bluetooth (traduzido como dente azul, embora em dinamarquês signifique de tez escura). Blåtand é conhecido por unificar as tribos norueguesas, suecas e dinamarquesas. Da mesma forma, o protocolo procura unir diferentes tecnologias, como telefones móveis e computadores.

O logotipo do Bluetooth é a união de duas runas nórdicas para as letras H e B, suas iniciais.

Em 1994, a Ericsson começou a analisar uma interface de rádio que tivesse baixo consumo e baixo custo. O objetivo era desenvolver uma tecnologia para ligar telefones móveis e os seus acessórios sem utilizar fios. Em 1998, depois da Ericsson já ter chegado à conclusão de que o potencial para dispositivos que usem ligações de rádio de curto alcance era praticamente ilimitado, os grandes a IBM, a Nokia, a Toshiba e a Intel se uniram e formaram o chamado Bluetooth Special Interest Group com o objetivo de conduzir e desenvolver a tecnologia sem fios.

O consórcio Bluetooth cresceu incrivelmente em poucos anos e já conta com a participação de mais de 2000 empresas, dentre elas HP, 3Com, Philips, Motorola, Samsung, Siemens, Dell, Sony… Isso permitiu uma ampla divulgação da tecnologia em todo o mundo.

Utilização

O Bluetooth ganhou popularidade quando aparece no mercado de consumo com preços apeteciveis e encarnando funções em diversas areas em que os fios complicam a sua utilização. É a sua facilidade de utilização aliada a necessidade de menos embaraço com os fios e o aumento de consumos de dispositivos moveis que dão o grande impulso a sua aceitação.


É usado para comunicação entre pequenos dispositivos de uso pessoal, como PDAs, telefones celulares (telemóveis) de nov geração, auriculares (headsets), computadores portáteis, comandos das consolas (Play-Station 3) mas também é utilizado para a comunicação de periféricos, como impressoras, scanners, ratos (mouse) e teclados, comandos remotos, e qualquer dispositivo dotado de um chip Bluetooth.

Funcionamento

Dispositivos Bluetooth operam na faixa ISM (Industrial, Scientific, Medical) centrada em 2,45 GHz que era formalmente reservada para alguns grupos de usuários profissionais. Nos Estados Unidos, a faixa ISM varia de 2400 a 2483,5 MHz. Na maioria da Europa a mesma banda também está disponível. No Japão a faixa varia de 2400 a 2500 MHz. Os dispositivos são classificados de acordo com a potência e alcance, em três níveis: classe 1 (100 mW, com alcance de até 100 m), classe 2 (2,5 mW e alcance até 10 m) e classe 3, (1 mW e alcance de 1 m, uma variante muito rara). Cada dispositivo é dotado de um número único de 48 bits que serve de identificação.

Dispositivos Bluetooth comunicam-se entre si e formam uma rede denominada “piconet”, na qual podem existir até oito dispositivos interligados, sendo um deles o mestre (master) e os outros dispositivos escravos (slave); uma rede formada por diversos “masters” (com um número máximo de 10) pode ser obtida para maximizar o número de conexões. A banda é dividida em 79 portadoras espaçadas de 1 MegaHertz, portanto cada dispositivo pode transmitir em 79 diferentes frequências; para minimizar as interferências, o dispositivo “master”, após sincronizado, pode mudar as frequências de transmissão do seus “slaves” por até 1600 vezes por segundo. Em relação à sua velocidade pode chegar a 721 Kbps e possui três canais de voz.

Fonte: Wikipédia