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De quem é a responsabilidade?

17 fevereiro, 2008

Quem é responsável pelo que acontece?
O que determina os fatos que você vivência?
De quem é realmente a responsabilidade?
Se você toma uma rasteira, se é derrubado, se cai…
Se você consegue passar, vencer alguma coisa…

Na grande maioria dos casos, eu acho que somos nós mesmos.
Eu sou o único culpado de levar uma rasteira por exemplo.
Você pode perguntar, e com razão, o por quê.
E eu responde que é pelo simples fato de eu não ter conseguido ver o que iria acontecer.
As coisas não se materializam na sua frente simplesmente!
Elas são como grãos de neve que vão descendo uma encosta até virar uma bola, que vai passar em cima de você a menos, é claro, que você veja a tempo.
A diferença está ai! Que horas você vê o Grão de neve? E o quão rápido você consegue se mover para evitá-lo!!!
Isso na minha visão serve para quase tudo na vida. Profissão, amor, amigos, dinheiro, trânsito, etc…

Mas às vezes, muito raro mesmo, algumas coisas se materializam na sua frente sem tempo de você reagir nem nada!
É como um caminhão aparecer na sua frente do nada a 120 por hora, não há o que fazer.
Isso eu chamo de “rasteira de DEUS”, é uma maneira de ele tentar fazer você ver coisas que não está conseguindo.
Te forçar a mudar de ângulo, enxergar as coisas de maneira diferente.
Aprender mesmo com a situação.

Meu “sócio momento financeiro” atual acho que é um grão de neve que eu mesmo coloquei pra correr há três anos atrás.
Quando comprei meu carro. Não posso negar alguns fatos, ele é o melhor carro e o mais confortável que eu já tive e já andei.
Mas ter um carro de luxo quer dizer ter dinheiro para gastar nele também! Revisões nesses carros são caras e têm que ser feitas na fábrica.
Pelo simples motivo que eles lá vão trocar coisas que ainda não deram problema, mas se chegarem a dar…
O custo vai ser maior ainda.

Mas o acúmulo disso com todo o resto, as surpresas durante este caminho…
Me parecem mais uma “rasteira de DEUS”, uma maneira de me mostrar que eu tenho que me mover!
Que tenho que parar de jogar para perder… Que eu tenho que ver melhor!
E, principalmente, não me fazer de cego aos avisos de que o grão está crescendo!
Que é melhor me desviar logo e reverter o jogo.
De que tenho que vencer por que minha história ainda não acabou e não pode acabar assim.
Afinal eu ainda estou de pé! Então… Ainda não acabou!

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4 comentários

  1. Olha… achei muito interessante essa visão… a de ser uma rasteira do Todo Poderoso…

    Pode bem ser um meio dEle nos dar um “chacoalhão”, quando nenhum outro meio mais brando funcionou! risos…

    Mas o bom é que assim a gente acaba vendo, né? E mudando o rumo das coisas!


  2. Tem um provérbio que diz que o argucioso, o sujeito sábio, vê a calamidade e se desvia. Mas tem hora que a gente vai direto pra ela, né não? Ai… ainda bem que a gente pode aprender com nossas mancadas… 😦


  3. Adorei esse texto, Bodas!
    É bem por aí mesmo.
    Mas, sempre é bom lembrar e acreditar que Deus nunca nos dá o fardo maior do que se possa carregar. Então, é saber que nada disso aconteceu por acaso, e você vai saber tirar uma boa lição de vida disso tudo!


  4. Ainda não entendo onde que vc estava “voando alto demais”. Não acho que ter um Marea seja alto demais, vc pôde comprar e o teve. Ele foi muito bom e útil por bastante tempo. Não vejo merecimento pra essa rasteira. Mas talvez ainda me falte entender tudo dessa história.



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