Archive for the ‘Curiosidades’ Category

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Esse é o nosso verdadeiro “créu”

21 fevereiro, 2008
É créu na Gente!
Pagar tributo no Brasil não é mole não!
O que o governo cobra é uma barbaridade
E os recursos ninguém sabe pra onde vão
Não temos educação…
nem saúde de verdade!
Quem é a honesto não quer a sonegação
Mas tanto imposto mal usado é maldade!
Cada vez que eu pago um dá a impressão
De que estou timando ferro sem a menor piedade!
Acabaram com a CPMF…
mas aí vem o IOF e ó…
Créu…
Créu…
ICMS!Créu…Créu…Créu…
IPTU!Créu, Créu, Créu, Créu, Créu…Janeiro tem IPVA!Créu! Créu! Créu! Créu! Créu! Créu…Vou falar pra vocês que já cai na malha fina!

O Pior!

Imposto de renda!

Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Cré,Créu!

Charges – OHÊ
Brasileiro canta:
“Dança do Créu”

(Esqueça aquela letra infame de Funk:
Esse é o nosso verdadeiro “créu”!
)

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Tutorial Torrent

11 fevereiro, 2008

Um sujeito muito inteligente, chamado Bram Cohen, que provavelmente tinha uma enorme coleção de filmes educativos de domínio público, pensou no problema, que na verdade tem duas partes:

  1. Como distribuir uniformemente um arquivo para o maior número de pessoas simultaneamente?
  2. Como evitar filas e sobrecarga de servidor quando da fase inicial, onde somente um, ou poucos computadores possuem o tal arquivo?

A solução proposta foi simples e elegante. Por definição, todo membro de um enxame (o termo que compreende os computadores conectados a um arquivo torrent) é tanto receptor quanto transmissor.

Veja na figura abaixo o modelo tradicional versus o modelo torrent.

Modelo Tradicional X Modelo Torrent
modelos.jpg

No modelo tradicional temos um servidor que controla as transferências, os pacotes e arquivos disponíveis, e tudo mais. Isso gera uma enorme carga no servidor, se ele cair, diga adeus.

No modelo torrent, o servidor ainda existe. É chamado de tracker. Na prática só serve para guardar o arquivo .Torrent com as informações básicas do arquivo compartilhado, como tamanho, nome, endereço do(s) tracker(s)- sim, um torrent pode ser referenciado por mais de um tracker de cada vez – e, principalmente, dados para autenticação. Com isso você evita baixar coisas erradas ou renomeadas de má fé!

Esta foi a parte de como funciona que nem sempre se precisa saber para usar.
Mas não deixa de ser interessante.
Mas para fazer um download com o Bit Torrent você precisa, antes de mais nada, de um arquivo .torrent.
Um arquivo .torrent é o Tracker .
Cada arquivo .torrent contém informações sobre diferentes downloads. Ou seja, se você quer baixar um filme precisará do .torrent daquele filme.

De posse do arquivo .torrent é só dar 2 cliques nele e o Bit Torrent iniciará o download. Não se preocupe com interrupções no processo de download. O Bit Torrent sempre continua o download do ponto onde parou e checa automaticamente a integridade dos arquivo.

Ah sim, mas antes do .trorrent, você precisa lógicamente do BitTorrent em si. O programa por traz de tudo isso que já foi falado.

-> µTorrent – http://www.utorrent.com/download.php

-> BitTorrent – O cliente oficial – http://www.bittorrent.com/download.html

E aqui começa a parte onde eu mesmo me enrosco.
Abaixo segue alguns sites de Trackers, a grande chave de sucesso com o Torrent é achar um .torrent que tenha várias sementes, ou seja, que esteja sendo baixado por várias e várias pessoas, isso faz com que o DownLoad fique rápido e continuo. A grande chave é saber procurar, ajuda por exemplo saber o nome do filme em Inglês e coisas assim.

->mininova
->Torrentspy.com
->The Pirate Bay
->isoHunt
->TorrentReactor
->AnimeSuki

www.youtorrent.com, este é dica do Doni.

Espero realmente ajudar com esse Post diversas pessoas!
Bom divertimento e não se esqueça de compartilhar comigo e com seus amigos as coisas/filmes/mp3 garimpadas no torrent!

Ps: Este tema “Tutorial Torrent” foi sugestão do Trotta então acho que o crédito é dele pela idéia!
Principalmente se for pensar que ele é quem praticamente me ensinou a usar isso.

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QUALIDADE DO VÍDEO

22 janeiro, 2008

Este Post é complementar ao de Formatos de vídeos. Pois ajuda a entender algumas siglas vista na net quando a intenção é baixar um vídeo!

CAM – Com uma câmera de vídeo digital (DV – Digital Vídeo), os grupos gravam a tela do cinema, normalmente na pré-estréia. Lógico que a qualidade não fica nunca com a qualidade de um DVD. Mas esse meio é para quem quer Novidade / Lançamento antes de todo mundo, as vezes antes mesmo de entrar para o cinema você já poderá ter-lo em seu PC.

DivX Re-Enc – Um DivX re-enc-enc é uma transformação de sua fonte original, por exemplo VCD, e re-codificada para DivX. O objetivo é diminuir o tamanho original do arquivo, para outro bem menor. Encontrado geralmente em partes, como Film.Name.Group(1of2) etc… Lógico, que a qualidade do filme diminui também.

DVD-RIP (DVDRip) – Uma cópia exata do DVD final liberado (aquele encontrado em lojas). Algumas vezes pode ser versão do diretor, o que é raro, mas é o mesmo do DVD comercializado.

DVD-Screener (DVDscr) – A qualidade é idêntica de um DVD comum, porém existe algum tipo de material informativo, em forma de texto passando pela tela, ou aparecendo por um determinado tempo, ou até mesmo deixando o filme em preto e branco. Por isso significa que o DVD não é comercial, o DVD comprado em lojas. Ele é para divulgação, distribuídos antes do lançamento, normalmente para jornalistas e imprensa. Pré-lançamento!

Internal – Um release interno é feito por diversas razões. Os grupos clássicos de DVD fazem muitos releases do tipo INTERNAL. As ripagens do cinema tem uma qualidade mais baixa, então usam o INTERNAL para não baixar a reputação do grupo, ou devido à quantidade de ripagem já existentes. O grupo libera somente os filmes a seus membros. Isto está em a contexto diferente à definião usual.

R5 – Os principais estudios têm liberado dvds de varejo (para venda) antes de serem realmente lançados (somente na Russia). Fazem isso para parar o uso difundido dos telecines (TC) pirateados (que eram uma vez muito comuns). R5 é feito pelos estúdios, eles estão competindo basicamente com os telecines piratas. Assim a diferença principal entre os telecines postos para fora pelos piratas e os R5, é que os R5 são feitos usando o equipamento profissional. A qualidade do R5 é muito similar a dos DVD-Screeners.

Screener (SCR) – Geralmente fitas vhs promocionais que são enviados aos distribuidores, jornalistas e imprensa antes da venda. Porém existe algum tipo de material informativo, em forma de texto passando pela tela, ou aparecendo por um determinado tempo, ou até mesmo deixando o filme em preto e branco. Por isso significa que o VHS não é comercial

TeleCine (TC) – Um TeleCine é máquina que copia filme do rolos de cinema para o sistema digital. O som e a imagem são muito boas, mas esses equipamentos são muito caros e raros.

TeleSync (TS) – O sistema é muito parecido com o CAM, porém o sistema de captação de áudio é externo, já o CAM é onboard (microfone de camera). Isso ajuda e melhorar e muito na qualidade do som. Muito TeleSync é filmado em cinema vazio ou da cabine de projeção com uma câmera profissional, dando uma qualidade melhor do retrato e do som.

TV-RIP (TVRip)/HDTV– Simplesmente a ripagem da TV da rede (capturado usando caixas digitais de cabo/satellite preferivelmente) ou PRE-AIR das alimentações de satélite que emitem direto às emissoras de TV, alguns dias antes da exibição. É capturado com uma placa de video-captura digital ligada num slot PCI do PC, geralmente dando os melhores resultados, o formato quase sempre é em MPEG ou AVI podendo ser convertido em VCD/SVCD/DivX/XviD.

VHS-RIP (VHSRip) – Uma cópia exata do VHS final liberado, principalmente dos videos de skating/sports e de XXX

Watermarks – A maioria dos filmes são dos Asian Silvers/PDVD (pessoas do oriente que disponibilizam os filmes muito facilmente e a um preço pequeno, são geralmente gravados em DVD, mas encontramos também em formato VCD). Eles tem uma letra inicial ou um logo pequeno, geralmente em um dos cantos do filme. Os mais famosos são “Z”, “A” e “Globe”.

WorkPrint (WP) – É uma cópia do filme que não foi terminada. Pode ter cenas incompletas, músicas e a qualidade pode variar. Algum WPs são muito diferentes da cópia final e outros podem conter cenas extras. WPs pode ser agradáveis à coleção. Hoje em dia, muitas ADD (adicionais) de DVD, contém essas cenas que são cortadas do filme final.

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FORMATOS DE VÍDEO

14 janeiro, 2008

Está é a explicação do que significa cada tipo de arquivo ( extensão) de video. Mas essa este post é mais para mostrar o que está por traz, a codificação de cada tipo de filme.
Nada me impede de renomear e alterar uma extensão AVI para WMV. Porem simplesmente renomeá-la não faz o truque, existem inúmeros programas na net para fazer a real conversão de um formato para outro.

ASF – Advanced Streaming Format. Esta é a resposta da Microsoft à Real Media e à qualquer tipo de media streaming.

AVI – Audio Video Interleave. Formato de vídeo mais usado em PCs com o Windows. Ele define como o vídeo e o áudio estão juntos um ao outro, sem especificar um codec.

CVD – O CVD é uma combinação dos formatos VCD e SVCD, e é suportado geralmente por uma maioria de players de DVD. Suporta as bit-rates MPEG2 de SVCD, mas o uso de uma definição de 352×480(ntsc) como a definição horizontal são geralmente mais menos importantes. Atualmente nenhum grupo libera produtos no formato CVD.

KDVD – Formato de arquivo 100% compatível com MPEG_2, capaz de rodar em qualquer DVD Player Standard. Esta tecnologia habilita 6 horas de filme em Full D-1 720×480 num DVD, ou algo em torno de 10 horas em Half D-1 352×480 no mesmo DVD.

KVCD – É uma modificação ao padrão MPEG-1 e MPEG-2. Habilita criar CDs de 120 minutos com qualidade perto do DVD em CDs de 80 minutos. Porém já existe especificações que geram vídeos de 528×480 (NTSC) e 528×576 (PAL) e MPEG-1 com bitrate variável entre 64Kbps e 3000Kbps. Usando um resolução 352×240 (NTSC) ou 352×288 (PAL), é possível “encodar” vídeos com até 360 minutos com qualidade perto de um VCD num CD de 80 min.

MOV – Formato criado pela Apple para o Quicktime, o seu programa de multimídia – também disponível para Windows.

MP4 – Criado em 1999 por uma associação de empresas que desenvolve padrões de compressão de dados digitais, o MP4 é a extensão oficial para a nova geração de arquivos MPEG-4. É uma evolução do MPEG-2, usado pela indústria de TV e vídeo, até mesmo no DVD. O MP4 dá origem a arquivos menores – 10% do original – sem perda de qualidade, e lida (muito melhor que o MP2) com os diversos elementos do vídeo, como contraste, cor, som ou legendas, tem melhor transmissão e recepção de sinais.
Graças a essa nova tecnologia, filmes são copiados de DVDs nos muito mais populares e baratos CDs. Com isso, podem ser vistos em qualquer computador por quem não tenha um aparelho de DVD .
Os formatos que compõem um MP4 padrão são:
*Som: MP3, AAC e Apple Lossless
*Vídeo: MPEG-4, MPEG-3 e MPEG
*Imagem: JPG e PNG
*Legendas: XMT e BT

MPEG – É a abreviação de Motion Picture Expert Group e é a fonte de pesquisa para formatos de vídeo em geral. Este grupo define padrões em vídeo digital, estão entre eles o padrão MPEG1 (usado nos VCDs), o padrão MPEG2 (usado em DVDs e SVCDS), o padrão MPEG4 e vários padrões de áudio – entre eles MP3 e AAC. Arquivos contendo vídeo MPEG-1 ou MPEG-2 podem usar tanto .mpg quanto .mpeg na extensão.

OGM – Pode ser usado à uma alternativa ao .avi e pode conter Ogg Vorbis, MP3 e AC3 áudio, todos os formatos de vídeo, informação por capítulos e legendas.

RM/RA/RMVB – É o formato proprietário da Real Networks, uma das principais adversárias da Microsoft no segmento de multimídia online.

SVCD – SVCD é baseado em MPEG-2 (como no DVD), que permite maiores taxas de variáveis até 2500kbits em uma definição de 480×480 (NTSC), que descomprimida em uma relação de aspecto de 4:3. Devido ao bit-rate variável, o comprimento que você pode ocupar em um único CDR não é fixo, geralmente entre 35-60 min.

VCD – É um formato baseado em MPEG-1, com um bit-rate constante de 1150kbit em uma definição de 352×240 (NTSC). VCD’s são usados geralmente para obter de uma qualidade mais baixa com o objetivo de tamanhos menores. VCD’s e SVCD’s são cronometrados nos minutos e não em MB, assim que ao olhar um, parecer maior do que a capacidade de disco e na realidade pode cabe 74min em um CDR74.

WMV/WMA – Formato proprietário da Microsoft para áudio e vídeo no PC. É baseado em uma coleção de codecs que podem ser usados pelo Windows Media Player para reproduzir arquivos codificados em vários formatos.

XVCD/XSVCD – Estes são basicamente VCD/SVCD melhorados. São ambos capazes de definições e de melhores taxas, muito mas elevadas. Muito difícil de se encontrar.

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“Resolução 203”

8 janeiro, 2008

publicado em 10 de novembro de 2006

 

MINISTÉRIO DAS CIDADES

Departamento Nacional de Trânsito

Assessoria de Imprensa do Denatran

 

Contran define regras para uso de capacete

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou novos requisitos para a utilização de capacete para condutor e passageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo e quadriciclo motorizado. De acordo com a Resolução 203, publicada nesta sexta-feira, será obrigatório o selo de certificação expedido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) ou por organismo por ele credenciado. Será necessário também, que o capacete possua, nas partes traseiras e laterais, elementos refletivos de segurança que deverão ter uma superfície de pelo menos 18 cm² (dezoito centímetros quadrados), essa faixa garantirá a sinalização do capacete.

De acordo com as definições do Contran, o capacete deverá possuir viseira, sendo que durante o período noturno é obrigatório que ela seja do padrão cristal. No entanto, caso o capacete não possua viseira, deverá ser utilizado óculos de proteção que não poderão ser substituídos por óculos de sol. Os óculos de proteção são aqueles que permitem ao usuário a utilização simultânea de óculos corretivos ou de sol (figura abaixo).

A Resolução 203 do Contran proíbe, ainda, a aposição de películas na viseira e nos óculos de proteção. O prazo de entrada em vigor da Resolução é de 180 dias. Quem descumprir as normas estabelecidas na Resolução estará infringido os incisos I e II do Art. 244 do Código de Trânsito Brasileiro que prevê infração de natureza gravíssima, multa de R$ 191,54, suspensão do direito de dirigir e recolhimento do documento de habilitação.

Acesse a Resolução – http://www.denatran.gov.br/download/Resolucoes/Resolucao203_06.pdf

Assessoria de Imprensa – Denatran

TEL. (61) 3429-3349

imprensa.denatran@mj.gov.br

Está é a matéria oficial colocada on-line.

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Porem segundo o Jornal Estado de São Paulo no 05/01/08, o Imetro encaminhou pedido de suspensão temporária da Resolução.

A obrigatoriedade do adesivo que atesta a qualidade dos produtos fez surgir um esquema para burlar a fiscalização.
Nem o Detran e nem o Inmetro souberam explicar porque não foram criados mecanismos para que os motociclistas que perderam, retiraram ou não possuem o selo pudessem se regularizar.

Fora isso sobre o Adesivo do Imetro, existe a polêmica entre os Motociclistas e mesmo motoboys sobre quais os adesivos reflexivos realmente válidos, existem inúmeros tipos sendo vendidos, mas a questão fica, qual comprar?
Eu usei o oferecido juntamente com o capacete.
E colei da melhor maneira possível no capacete, para ficar visível e não estragar o grafismo do mesmo.
Essa falta de especificação na lei pode gerar um abuso. Pelos nossos queridos Policias e afins na anciã de cumprir corretamente seu dever ( ou ganhar um café ) visto que não especifica o lugar onde deve ser colado e as dimensões que podem variar dentro do range de 18 Cm².

Agora é esperar para ver!
Mas eu já tenho ouvido de outros motociclistas que o abuso já começou. 😦

Hoje ainda não se têm novidades quanto ao pedido do Imetro nem em como está indo a fiscalização…

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Bluetooth™? Dente Azul?!

1 janeiro, 2008

História

Começou a ser desenvolvida em 1994, pela Ericsson, e a partir de 1998 pelo Bluetooth Special Interest Group (SIG), consórcio inicialmente estabelecido pela Sony, Ericsson, IBM, Intel, Toshiba e Nokia, hoje este consórcio inclui mais de 2000 empresas.

O nome Bluetooth é uma homenagem ao rei da Dinamarca e Noruega Harald Blåtand – em inglês Harold Bluetooth (traduzido como dente azul, embora em dinamarquês signifique de tez escura). Blåtand é conhecido por unificar as tribos norueguesas, suecas e dinamarquesas. Da mesma forma, o protocolo procura unir diferentes tecnologias, como telefones móveis e computadores.

O logotipo do Bluetooth é a união de duas runas nórdicas para as letras H e B, suas iniciais.

Em 1994, a Ericsson começou a analisar uma interface de rádio que tivesse baixo consumo e baixo custo. O objetivo era desenvolver uma tecnologia para ligar telefones móveis e os seus acessórios sem utilizar fios. Em 1998, depois da Ericsson já ter chegado à conclusão de que o potencial para dispositivos que usem ligações de rádio de curto alcance era praticamente ilimitado, os grandes a IBM, a Nokia, a Toshiba e a Intel se uniram e formaram o chamado Bluetooth Special Interest Group com o objetivo de conduzir e desenvolver a tecnologia sem fios.

O consórcio Bluetooth cresceu incrivelmente em poucos anos e já conta com a participação de mais de 2000 empresas, dentre elas HP, 3Com, Philips, Motorola, Samsung, Siemens, Dell, Sony… Isso permitiu uma ampla divulgação da tecnologia em todo o mundo.

Utilização

O Bluetooth ganhou popularidade quando aparece no mercado de consumo com preços apeteciveis e encarnando funções em diversas areas em que os fios complicam a sua utilização. É a sua facilidade de utilização aliada a necessidade de menos embaraço com os fios e o aumento de consumos de dispositivos moveis que dão o grande impulso a sua aceitação.


É usado para comunicação entre pequenos dispositivos de uso pessoal, como PDAs, telefones celulares (telemóveis) de nov geração, auriculares (headsets), computadores portáteis, comandos das consolas (Play-Station 3) mas também é utilizado para a comunicação de periféricos, como impressoras, scanners, ratos (mouse) e teclados, comandos remotos, e qualquer dispositivo dotado de um chip Bluetooth.

Funcionamento

Dispositivos Bluetooth operam na faixa ISM (Industrial, Scientific, Medical) centrada em 2,45 GHz que era formalmente reservada para alguns grupos de usuários profissionais. Nos Estados Unidos, a faixa ISM varia de 2400 a 2483,5 MHz. Na maioria da Europa a mesma banda também está disponível. No Japão a faixa varia de 2400 a 2500 MHz. Os dispositivos são classificados de acordo com a potência e alcance, em três níveis: classe 1 (100 mW, com alcance de até 100 m), classe 2 (2,5 mW e alcance até 10 m) e classe 3, (1 mW e alcance de 1 m, uma variante muito rara). Cada dispositivo é dotado de um número único de 48 bits que serve de identificação.

Dispositivos Bluetooth comunicam-se entre si e formam uma rede denominada “piconet”, na qual podem existir até oito dispositivos interligados, sendo um deles o mestre (master) e os outros dispositivos escravos (slave); uma rede formada por diversos “masters” (com um número máximo de 10) pode ser obtida para maximizar o número de conexões. A banda é dividida em 79 portadoras espaçadas de 1 MegaHertz, portanto cada dispositivo pode transmitir em 79 diferentes frequências; para minimizar as interferências, o dispositivo “master”, após sincronizado, pode mudar as frequências de transmissão do seus “slaves” por até 1600 vezes por segundo. Em relação à sua velocidade pode chegar a 721 Kbps e possui três canais de voz.

Fonte: Wikipédia

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História da Árvore de Natal

23 dezembro, 2007

A Árvore de Natal, conhecida em algumas regiões da Europa como “Árvore de Cristo”, desempenha papel importante na data comemorativa do Nascimento de Jesus Cristo.

Os relatos mais antigos que se conhecem acerca da Árvore de Natal datam de meados do século 17, e são provenientes da Alsácia, encantadora província francesa.

Descrições de florescimentos de árvores no dia do nascimento de Jesus Cristo levaram os cristãos da antiga Europa a ornamentar suas casas com pinheiros no dia do Natal, a única árvore que nas imensidões da neve permanece verde.

A Árvore de Natal é um símbolo natalino que representa agradecimento pela vinda de Jesus Cristo.

O costume de preparar este belo complemento do presépio foi passando de vizinhança em vizinhança, alcançando hoje até países onde a neve é um fenômeno desconhecido.

Hoje a tradição da Árvore e do presépio não têm mais este significado.
A grande maioria das pessoas nem sabe o por que se monta a árvore e muito menos monta o presépio. Simplesmente virou uma data para se receber e dar presentes.

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