Archive for the ‘Moto’ Category

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MotoCast

21 agosto, 2008

UPDATE!

Na verdade preciso que vocês votem…
Não só uma vez… Mas se puderem votar mais vezes… Assim o MotoCast continuaria tendo uma boa visualização…

Então se você puder votar quem sabe uma vez por dia… Juro que ficaria agradecido!

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Prêmio Podcast 2008

Sei que estou em falta…
Mas o fato é que estou sem moto no momento e justamente por este motivo inpossibilitado de gravar nos padrão do MotoCast.

Mas gostaria de pedir seu voto de qualquer maneira, já que a idéia e a vontade de fazer não morreram…
Estão simplesmente de férias forçadas…

Ajude a idéia a crescer e ganhar ouvintes colocando o MotoCast em destaque.

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Motorista, você também é?!

2 agosto, 2008

“… A Rodovia D. Pedro I deverá ser a primeira estrada da região de Campinas a cobrar pedágio de motociclistas. A autorização de cobrança consta de uma resolução publicada pela Agência Reguladora dos Transportes do Estado de São Paulo (Artesp). Na resolução, o órgão libera a cobrança da taxa em todas as cinco rodovias que serão privatizadas até o final deste ano – casos da D. Pedro, Raposo Tavares, Marechal Rondon, Carvalho Pinto e Ayrton Senna.
Os editais dos novos lotes do programa de desestatização de rodovias deverão prever tarifa de pedágio de até R$ 10,79 a cada 100km de estrada com pista dupla e, R$ 7,70 para pistas simples. O valor a ser cobrado das motos deverá ser a metade da taxa aplicada aos veículos de passeio. …”
Esta passagem faz parte de uma matéria disponível em : http://www.cosmo.com.br/cidades/campinas/integra.asp?id=231974

O Estado cada vez cobra mais impostos sobre nós, o mesmo Estado que sem a CPMF teve recorde de arrecadação.
E ainda assim vai privatizar estradas que deveriam continuar a ser gratuitas, todos nós que temos veículos automotivos pagamos impostos específicos que deveriam ser usados exclusivamente para a criação e manutenção de estradas.

Esta matéria impacta não só nos motoristas de carro, pois juntamente com esta privatização vem também a derrubada de um decreto que isentava motos do pedágio.
“… O governo do Estado de São Paulo vai revogar o Decreto 9.812, de 1977, que isenta as motocicletas da cobrança de pedágio, sob alegação de que é necessário compensar o aumento de custos no atendimento a motociclistas acidentados nas rodovias paulistas …” Passagem retirada de: http://br.noticias.yahoo.com/s/26072008/25/manchetes-motos-deverao-passar-pagar-pedagio-2009.html

Esta justificativa usada pelas concessionárias é mentira. Quando há acidentes graves realmente quem é acionado não é a prestadora, mas sim a policia e bombeiros. Nos acidentes leves que realmente são minoria normalmente é acionado um serviço particular.
A moto não prejudica o asfalto nem causa custo real as estradas. E já se paga um valor 3 vezes maior de Seguro Obrigatório do que o valor de carro justamente para custear estes acidentes.
Estamos sendo duplamente taxados agora também nas vias que, por definição, deveriam ser “PÚBLICAS E GRATUITAS”.

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Diário de uma queda parte II

26 junho, 2008

Dia 16 de Junho

Tudo aprovado pelo plano, principalmente o médico (que queríamos que fosse um de confiança – o mesmo que operou a Má). Uma passada rápida no cabeleireiro para um pequeno corte de cabelo.

Uma constante nesta semana de espera foi a dor. Quando eu era pequeno me machuquei muitas vezes, algumas de maneira bem séria, mas nunca tinha quebrado nada, só trinquei o antebraço esquerdo, por coincidência também por queda em cima do braço…

Minha mãe, sempre que eu me machucava, fazia quase sempre a mesma pergunta com algumas variantes: “Você é Homem ou saco de batata?”; “Você é Homem ou um saco de pipocas?”

Essa era a maneira dela de pedir que eu tivesse força, que fizesse força, que agüentasse a dor e o momento pelo qual estava passando. A dor mais doída que senti na vida foi quando depois de ter a ponta do dedo médio esmagada e arrancada num moedor de cana manual, ter que tirar os pontos: a carne tinha crescido por cima, teve que cortar essa carne e os pontos… E sem anestesia.

Depois disso (e com os anos de bagagem) consigo suportar bem a dor hoje em dia. No caso do braço a dor não era tão aguda, mas sim muito constante, incomodava demais!

Dia 17 de junho

Meu dia de operação. Já de posse de todos os documentos e autorizações que precisaria segui de táxi para o hospital com minha mãe, me internei e fiz alguns exames pré-operatórios no hospital.

As dezenove e vinte horas, mais ou menos, fui levado de maca para a sala de cirurgia, conversei com o médico, que já estava lá, pronto para o procedimento e também com a anestesista que preparava minha injeção abençoada de sono. Anestesia geral é isso ai.

Acordei acho que já no quarto com minha mãe a e Má contando que já eram duas da manhã, que tinham falado com o médico, tudo tinha corrido bem na cirurgia_ que acabou durando um pouco a mais pelo meu tamanho. Foram embora e eu dormi.

Dia 18 de junho

Este dia passou rápido, sem dor depois da cirurgia. O que me incomodava era o dreno para o sangue poder sair.

Tudo tranqüilo e sem novidades; a não ser pela visita de um grande amigo pra coroar a noite. Obrigado Ikki.

Dia 19 de junho

O médico passou cedo no quarto, olhou os pontos, olhou o braço, fez alguns comentários e, olhando para mim, perguntou: Quer ir embora?

Minha mãe veio me acompanhar.

E foi assim que ganhei alta do hospital.

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Diário de uma queda parte I

22 junho, 2008

Sim esta é uma série de post compridos e de “diário”.

Dia 09 de junho.

Dia nove foi uma segunda-feira, e saí para trabalhar de moto como de costume! Fazia um dia bonito e eu ia até que tranqüilo…

No final da Av. Lineu de Paula Machado (pista em frente ao Jockey Club), o trânsito, como de costume, deu uma parada e estava eu com minha moto_ mas ocupando vaga de carro. Infelizmente no trânsito de São Paulo, não dá para deixar uma distância razoavelmente boa para se conseguir frear com tranqüilidade!

E este foi meu erro e problema. Numa frenagem de moto se usa 70% de pressão no freio da frente e 30% no freio de trás. Como ter certeza dessa porcentagem? É uma medida subjetiva (depende de cada pessoa e de cada moto)! Tenho certeza que acionei de forma correta, para não travar a roda da frente, mas o resultado foi justamente esse:

a roda da frente travou e isso significa uma única coisa para quem anda de moto – tombo na certa.

E foi o que aconteceu, a roda travou e a moto começou a cair para a esquerda; caí em cima do ombro esquerdo com todo o peso, e soltei a moto, afinal não teria o que fazer.

Como o que todos os que sofrem acidentes falam, isso são flashes na memória. Imagens como em slide.

Quando tudo parou, minha reação foi naturalmente tentar levantar e tirar o capacete, mas a “irmandade” já estava lá e me pediram para ficar sentado. Notei que meu braço esquerdo doía muito e a viseira estava riscada o que não deixava enxergar direito…

Tirei o capacete, verifiquei se o celular funcionava, se minhas coisas estavam juntas de mim. A dor no braço era forte e decidi obedecer a irmandade e fiquei deitado. Peguei o celular e liguei primeiro para o serviço; como a irmandade me falava, o resgate já estava vindo, falei com o Vice-Chefe deitado apoiado em minha mochila que continuava as minhas costas.

Me surpreendi quando vi que meu resgate era um caminhão dos bombeiros, daqueles grandes mesmo, de incêndio.

Fui muito bem cuidado e tratado, sempre com muita educação e respeito.

Acabei indo parar no HU (Hospital Universitário da USP); não fui mal atendido lá, mas fiquei muito tempo esperando ser encaminhado para o Hospital Paulistano, que é praticamente exclusivo da Amil, meu plano de saúde. Neste meio tempo, já tinha falado com a Má_ que estava em Guarulhos e tentava chegar a tempo na USP para ir comigo para o outro hospital.

Isso demorou a manhã inteira e o início da tarde.

Ela chegou a tempo de ir comigo e daí foi tudo meio automático até o início da noite, que foi quando resolvi contar para minha mãe o acontecido.

Dormi no hospital sozinho, por que meu plano é enfermaria.

A dor no braço era intensa e constante; em todos os momentos ela estava ali presente.

Estas fotos ilustram um pouco o acontecido de forma visual:

Dia 10 de Junho.

Minha mãe veio ficar comigo no hospital, mas foi proibida de subir na hora que chegou por causa dos horários de visita.

O médico me visitou na hora do almoço para me dar alta do hospital, pelo menos provisória. Não podia fazer a cirurgia, que estava por vir naquele momento, por eu tomar um remédio que anticoagula o sangue_ teria que esperar até terça-feira (dia 17) para ser operado. Pinos e placas tinham que ser liberados pelo plano, como também a cirurgia e foi atrás disso que corremos essa semana.

Até quis ir trabalhar, mas, além de ser impedido pela chefa, a dor era forte.

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SaMaro Work Place

27 março, 2008

Novo itinerário de moto faz necessário um novo MotoCast.
Ainda falando de Caixa e do novo local de trabalho.
Essas são as Imagens do Panamericano, logo na estrada do condomínio.

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E um pequeno vídeo para mostrar a altura das Baias e o tamanho da sala.

Ouça então o novo episódio do MotoCast.
Dê suas Opiniões, faça seus comentários e no final poderá ouvir a um Bônus.

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Lógica Aplicada

16 janeiro, 2008

 

Vamos primeiros aos conceitos.

“Via expressa” é onde o próprio nome diz a coisa flui com maior velocidade.

“Via Local” por definição é uma via de acesso, ou seja, de pessoas que, ou querem entrar na expressa, ou querem sair dela.

 

É dado a você o poder de resolver uma situação “x” que é diminuir o número de acidentes nas Vias Expressa causados por motos.

 

Agora imagine comigo, pegando os conceitos acima e aplicando nessa situação…

Não é praticamente burrice pegar alguém que anda na Via Expressa e proibi-lo de usa-la e coloca-lo para andar na Via Local?

Você acha que isso vai resolver o problema?
Ou Muda-lo de lugar?

Pois é! O prefeito da terceira maior cidade do mundo vê a solução acima como a melhor a se aplicar.

Para ele é a solução perfeita. E a partir do dia 11 de fevereiro isso vai se torna realidade nas marginais de São Paulo.

Já Não bastasse isso, ele ainda quer copiar uma iniciativa Ilegal planejada por um vereador carioca que deve realmente ter um Q.I. Elevado.

Afinal é fato que aquele cidadão que está levando uma mulher na garupa ou um garoto, só está querendo disfarçar…

Ele é um assaltante perigoso e qual é a melhor maneira de lidar com isso?

Fazer com que ele não possa mais levar elementos de tão alta periculosidade na garupa! Claro! Evidente.

Imagine o trabalho de impedir ladrões de verdade de conseguirem armas, formarem comandos. Muito mais fácil proibir de carregar garupa! O aquecimento Global que vai gostar! Acho que devíamos aplicar isso a carros também! Só um passageiro com carro, Chega de ônibus e de metro! Todo mundo é obrigado por lei a ter um veiculo e usa-lo sozinho de agora em diante.

Tomara Deus que nenhum deles ouça essa ultima parte, afinal com cérebros como os deles… Eles podem até leva-la sério….

UpDate:

Essa matéria me foi mandada por um amigo e acho que merece ficar aqui como adendo…
O motociclista, o “garupa” e o assaltante

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“Resolução 203”

8 janeiro, 2008

publicado em 10 de novembro de 2006

 

MINISTÉRIO DAS CIDADES

Departamento Nacional de Trânsito

Assessoria de Imprensa do Denatran

 

Contran define regras para uso de capacete

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou novos requisitos para a utilização de capacete para condutor e passageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo e quadriciclo motorizado. De acordo com a Resolução 203, publicada nesta sexta-feira, será obrigatório o selo de certificação expedido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) ou por organismo por ele credenciado. Será necessário também, que o capacete possua, nas partes traseiras e laterais, elementos refletivos de segurança que deverão ter uma superfície de pelo menos 18 cm² (dezoito centímetros quadrados), essa faixa garantirá a sinalização do capacete.

De acordo com as definições do Contran, o capacete deverá possuir viseira, sendo que durante o período noturno é obrigatório que ela seja do padrão cristal. No entanto, caso o capacete não possua viseira, deverá ser utilizado óculos de proteção que não poderão ser substituídos por óculos de sol. Os óculos de proteção são aqueles que permitem ao usuário a utilização simultânea de óculos corretivos ou de sol (figura abaixo).

A Resolução 203 do Contran proíbe, ainda, a aposição de películas na viseira e nos óculos de proteção. O prazo de entrada em vigor da Resolução é de 180 dias. Quem descumprir as normas estabelecidas na Resolução estará infringido os incisos I e II do Art. 244 do Código de Trânsito Brasileiro que prevê infração de natureza gravíssima, multa de R$ 191,54, suspensão do direito de dirigir e recolhimento do documento de habilitação.

Acesse a Resolução – http://www.denatran.gov.br/download/Resolucoes/Resolucao203_06.pdf

Assessoria de Imprensa – Denatran

TEL. (61) 3429-3349

imprensa.denatran@mj.gov.br

Está é a matéria oficial colocada on-line.

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Porem segundo o Jornal Estado de São Paulo no 05/01/08, o Imetro encaminhou pedido de suspensão temporária da Resolução.

A obrigatoriedade do adesivo que atesta a qualidade dos produtos fez surgir um esquema para burlar a fiscalização.
Nem o Detran e nem o Inmetro souberam explicar porque não foram criados mecanismos para que os motociclistas que perderam, retiraram ou não possuem o selo pudessem se regularizar.

Fora isso sobre o Adesivo do Imetro, existe a polêmica entre os Motociclistas e mesmo motoboys sobre quais os adesivos reflexivos realmente válidos, existem inúmeros tipos sendo vendidos, mas a questão fica, qual comprar?
Eu usei o oferecido juntamente com o capacete.
E colei da melhor maneira possível no capacete, para ficar visível e não estragar o grafismo do mesmo.
Essa falta de especificação na lei pode gerar um abuso. Pelos nossos queridos Policias e afins na anciã de cumprir corretamente seu dever ( ou ganhar um café ) visto que não especifica o lugar onde deve ser colado e as dimensões que podem variar dentro do range de 18 Cm².

Agora é esperar para ver!
Mas eu já tenho ouvido de outros motociclistas que o abuso já começou. 😦

Hoje ainda não se têm novidades quanto ao pedido do Imetro nem em como está indo a fiscalização…