Archive for the ‘Moto’ Category

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MotoCast

21 agosto, 2008

UPDATE!

Na verdade preciso que vocês votem…
Não só uma vez… Mas se puderem votar mais vezes… Assim o MotoCast continuaria tendo uma boa visualização…

Então se você puder votar quem sabe uma vez por dia… Juro que ficaria agradecido!

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Prêmio Podcast 2008

Sei que estou em falta…
Mas o fato é que estou sem moto no momento e justamente por este motivo inpossibilitado de gravar nos padrão do MotoCast.

Mas gostaria de pedir seu voto de qualquer maneira, já que a idéia e a vontade de fazer não morreram…
Estão simplesmente de férias forçadas…

Ajude a idéia a crescer e ganhar ouvintes colocando o MotoCast em destaque.

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Motorista, você também é?!

2 agosto, 2008

“… A Rodovia D. Pedro I deverá ser a primeira estrada da região de Campinas a cobrar pedágio de motociclistas. A autorização de cobrança consta de uma resolução publicada pela Agência Reguladora dos Transportes do Estado de São Paulo (Artesp). Na resolução, o órgão libera a cobrança da taxa em todas as cinco rodovias que serão privatizadas até o final deste ano – casos da D. Pedro, Raposo Tavares, Marechal Rondon, Carvalho Pinto e Ayrton Senna.
Os editais dos novos lotes do programa de desestatização de rodovias deverão prever tarifa de pedágio de até R$ 10,79 a cada 100km de estrada com pista dupla e, R$ 7,70 para pistas simples. O valor a ser cobrado das motos deverá ser a metade da taxa aplicada aos veículos de passeio. …”
Esta passagem faz parte de uma matéria disponível em : http://www.cosmo.com.br/cidades/campinas/integra.asp?id=231974

O Estado cada vez cobra mais impostos sobre nós, o mesmo Estado que sem a CPMF teve recorde de arrecadação.
E ainda assim vai privatizar estradas que deveriam continuar a ser gratuitas, todos nós que temos veículos automotivos pagamos impostos específicos que deveriam ser usados exclusivamente para a criação e manutenção de estradas.

Esta matéria impacta não só nos motoristas de carro, pois juntamente com esta privatização vem também a derrubada de um decreto que isentava motos do pedágio.
“… O governo do Estado de São Paulo vai revogar o Decreto 9.812, de 1977, que isenta as motocicletas da cobrança de pedágio, sob alegação de que é necessário compensar o aumento de custos no atendimento a motociclistas acidentados nas rodovias paulistas …” Passagem retirada de: http://br.noticias.yahoo.com/s/26072008/25/manchetes-motos-deverao-passar-pagar-pedagio-2009.html

Esta justificativa usada pelas concessionárias é mentira. Quando há acidentes graves realmente quem é acionado não é a prestadora, mas sim a policia e bombeiros. Nos acidentes leves que realmente são minoria normalmente é acionado um serviço particular.
A moto não prejudica o asfalto nem causa custo real as estradas. E já se paga um valor 3 vezes maior de Seguro Obrigatório do que o valor de carro justamente para custear estes acidentes.
Estamos sendo duplamente taxados agora também nas vias que, por definição, deveriam ser “PÚBLICAS E GRATUITAS”.

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Diário de uma queda parte II

26 junho, 2008

Dia 16 de Junho

Tudo aprovado pelo plano, principalmente o médico (que queríamos que fosse um de confiança – o mesmo que operou a Má). Uma passada rápida no cabeleireiro para um pequeno corte de cabelo.

Uma constante nesta semana de espera foi a dor. Quando eu era pequeno me machuquei muitas vezes, algumas de maneira bem séria, mas nunca tinha quebrado nada, só trinquei o antebraço esquerdo, por coincidência também por queda em cima do braço…

Minha mãe, sempre que eu me machucava, fazia quase sempre a mesma pergunta com algumas variantes: “Você é Homem ou saco de batata?”; “Você é Homem ou um saco de pipocas?”

Essa era a maneira dela de pedir que eu tivesse força, que fizesse força, que agüentasse a dor e o momento pelo qual estava passando. A dor mais doída que senti na vida foi quando depois de ter a ponta do dedo médio esmagada e arrancada num moedor de cana manual, ter que tirar os pontos: a carne tinha crescido por cima, teve que cortar essa carne e os pontos… E sem anestesia.

Depois disso (e com os anos de bagagem) consigo suportar bem a dor hoje em dia. No caso do braço a dor não era tão aguda, mas sim muito constante, incomodava demais!

Dia 17 de junho

Meu dia de operação. Já de posse de todos os documentos e autorizações que precisaria segui de táxi para o hospital com minha mãe, me internei e fiz alguns exames pré-operatórios no hospital.

As dezenove e vinte horas, mais ou menos, fui levado de maca para a sala de cirurgia, conversei com o médico, que já estava lá, pronto para o procedimento e também com a anestesista que preparava minha injeção abençoada de sono. Anestesia geral é isso ai.

Acordei acho que já no quarto com minha mãe a e Má contando que já eram duas da manhã, que tinham falado com o médico, tudo tinha corrido bem na cirurgia_ que acabou durando um pouco a mais pelo meu tamanho. Foram embora e eu dormi.

Dia 18 de junho

Este dia passou rápido, sem dor depois da cirurgia. O que me incomodava era o dreno para o sangue poder sair.

Tudo tranqüilo e sem novidades; a não ser pela visita de um grande amigo pra coroar a noite. Obrigado Ikki.

Dia 19 de junho

O médico passou cedo no quarto, olhou os pontos, olhou o braço, fez alguns comentários e, olhando para mim, perguntou: Quer ir embora?

Minha mãe veio me acompanhar.

E foi assim que ganhei alta do hospital.

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Diário de uma queda parte I

22 junho, 2008

Sim esta é uma série de post compridos e de “diário”.

Dia 09 de junho.

Dia nove foi uma segunda-feira, e saí para trabalhar de moto como de costume! Fazia um dia bonito e eu ia até que tranqüilo…

No final da Av. Lineu de Paula Machado (pista em frente ao Jockey Club), o trânsito, como de costume, deu uma parada e estava eu com minha moto_ mas ocupando vaga de carro. Infelizmente no trânsito de São Paulo, não dá para deixar uma distância razoavelmente boa para se conseguir frear com tranqüilidade!

E este foi meu erro e problema. Numa frenagem de moto se usa 70% de pressão no freio da frente e 30% no freio de trás. Como ter certeza dessa porcentagem? É uma medida subjetiva (depende de cada pessoa e de cada moto)! Tenho certeza que acionei de forma correta, para não travar a roda da frente, mas o resultado foi justamente esse:

a roda da frente travou e isso significa uma única coisa para quem anda de moto – tombo na certa.

E foi o que aconteceu, a roda travou e a moto começou a cair para a esquerda; caí em cima do ombro esquerdo com todo o peso, e soltei a moto, afinal não teria o que fazer.

Como o que todos os que sofrem acidentes falam, isso são flashes na memória. Imagens como em slide.

Quando tudo parou, minha reação foi naturalmente tentar levantar e tirar o capacete, mas a “irmandade” já estava lá e me pediram para ficar sentado. Notei que meu braço esquerdo doía muito e a viseira estava riscada o que não deixava enxergar direito…

Tirei o capacete, verifiquei se o celular funcionava, se minhas coisas estavam juntas de mim. A dor no braço era forte e decidi obedecer a irmandade e fiquei deitado. Peguei o celular e liguei primeiro para o serviço; como a irmandade me falava, o resgate já estava vindo, falei com o Vice-Chefe deitado apoiado em minha mochila que continuava as minhas costas.

Me surpreendi quando vi que meu resgate era um caminhão dos bombeiros, daqueles grandes mesmo, de incêndio.

Fui muito bem cuidado e tratado, sempre com muita educação e respeito.

Acabei indo parar no HU (Hospital Universitário da USP); não fui mal atendido lá, mas fiquei muito tempo esperando ser encaminhado para o Hospital Paulistano, que é praticamente exclusivo da Amil, meu plano de saúde. Neste meio tempo, já tinha falado com a Má_ que estava em Guarulhos e tentava chegar a tempo na USP para ir comigo para o outro hospital.

Isso demorou a manhã inteira e o início da tarde.

Ela chegou a tempo de ir comigo e daí foi tudo meio automático até o início da noite, que foi quando resolvi contar para minha mãe o acontecido.

Dormi no hospital sozinho, por que meu plano é enfermaria.

A dor no braço era intensa e constante; em todos os momentos ela estava ali presente.

Estas fotos ilustram um pouco o acontecido de forma visual:

Dia 10 de Junho.

Minha mãe veio ficar comigo no hospital, mas foi proibida de subir na hora que chegou por causa dos horários de visita.

O médico me visitou na hora do almoço para me dar alta do hospital, pelo menos provisória. Não podia fazer a cirurgia, que estava por vir naquele momento, por eu tomar um remédio que anticoagula o sangue_ teria que esperar até terça-feira (dia 17) para ser operado. Pinos e placas tinham que ser liberados pelo plano, como também a cirurgia e foi atrás disso que corremos essa semana.

Até quis ir trabalhar, mas, além de ser impedido pela chefa, a dor era forte.

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SaMaro Work Place

27 março, 2008

Novo itinerário de moto faz necessário um novo MotoCast.
Ainda falando de Caixa e do novo local de trabalho.
Essas são as Imagens do Panamericano, logo na estrada do condomínio.

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E um pequeno vídeo para mostrar a altura das Baias e o tamanho da sala.

Ouça então o novo episódio do MotoCast.
Dê suas Opiniões, faça seus comentários e no final poderá ouvir a um Bônus.

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Lógica Aplicada

16 janeiro, 2008

 

Vamos primeiros aos conceitos.

“Via expressa” é onde o próprio nome diz a coisa flui com maior velocidade.

“Via Local” por definição é uma via de acesso, ou seja, de pessoas que, ou querem entrar na expressa, ou querem sair dela.

 

É dado a você o poder de resolver uma situação “x” que é diminuir o número de acidentes nas Vias Expressa causados por motos.

 

Agora imagine comigo, pegando os conceitos acima e aplicando nessa situação…

Não é praticamente burrice pegar alguém que anda na Via Expressa e proibi-lo de usa-la e coloca-lo para andar na Via Local?

Você acha que isso vai resolver o problema?
Ou Muda-lo de lugar?

Pois é! O prefeito da terceira maior cidade do mundo vê a solução acima como a melhor a se aplicar.

Para ele é a solução perfeita. E a partir do dia 11 de fevereiro isso vai se torna realidade nas marginais de São Paulo.

Já Não bastasse isso, ele ainda quer copiar uma iniciativa Ilegal planejada por um vereador carioca que deve realmente ter um Q.I. Elevado.

Afinal é fato que aquele cidadão que está levando uma mulher na garupa ou um garoto, só está querendo disfarçar…

Ele é um assaltante perigoso e qual é a melhor maneira de lidar com isso?

Fazer com que ele não possa mais levar elementos de tão alta periculosidade na garupa! Claro! Evidente.

Imagine o trabalho de impedir ladrões de verdade de conseguirem armas, formarem comandos. Muito mais fácil proibir de carregar garupa! O aquecimento Global que vai gostar! Acho que devíamos aplicar isso a carros também! Só um passageiro com carro, Chega de ônibus e de metro! Todo mundo é obrigado por lei a ter um veiculo e usa-lo sozinho de agora em diante.

Tomara Deus que nenhum deles ouça essa ultima parte, afinal com cérebros como os deles… Eles podem até leva-la sério….

UpDate:

Essa matéria me foi mandada por um amigo e acho que merece ficar aqui como adendo…
O motociclista, o “garupa” e o assaltante

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“Resolução 203”

8 janeiro, 2008

publicado em 10 de novembro de 2006

 

MINISTÉRIO DAS CIDADES

Departamento Nacional de Trânsito

Assessoria de Imprensa do Denatran

 

Contran define regras para uso de capacete

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou novos requisitos para a utilização de capacete para condutor e passageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo e quadriciclo motorizado. De acordo com a Resolução 203, publicada nesta sexta-feira, será obrigatório o selo de certificação expedido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) ou por organismo por ele credenciado. Será necessário também, que o capacete possua, nas partes traseiras e laterais, elementos refletivos de segurança que deverão ter uma superfície de pelo menos 18 cm² (dezoito centímetros quadrados), essa faixa garantirá a sinalização do capacete.

De acordo com as definições do Contran, o capacete deverá possuir viseira, sendo que durante o período noturno é obrigatório que ela seja do padrão cristal. No entanto, caso o capacete não possua viseira, deverá ser utilizado óculos de proteção que não poderão ser substituídos por óculos de sol. Os óculos de proteção são aqueles que permitem ao usuário a utilização simultânea de óculos corretivos ou de sol (figura abaixo).

A Resolução 203 do Contran proíbe, ainda, a aposição de películas na viseira e nos óculos de proteção. O prazo de entrada em vigor da Resolução é de 180 dias. Quem descumprir as normas estabelecidas na Resolução estará infringido os incisos I e II do Art. 244 do Código de Trânsito Brasileiro que prevê infração de natureza gravíssima, multa de R$ 191,54, suspensão do direito de dirigir e recolhimento do documento de habilitação.

Acesse a Resolução – http://www.denatran.gov.br/download/Resolucoes/Resolucao203_06.pdf

Assessoria de Imprensa – Denatran

TEL. (61) 3429-3349

imprensa.denatran@mj.gov.br

Está é a matéria oficial colocada on-line.

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Porem segundo o Jornal Estado de São Paulo no 05/01/08, o Imetro encaminhou pedido de suspensão temporária da Resolução.

A obrigatoriedade do adesivo que atesta a qualidade dos produtos fez surgir um esquema para burlar a fiscalização.
Nem o Detran e nem o Inmetro souberam explicar porque não foram criados mecanismos para que os motociclistas que perderam, retiraram ou não possuem o selo pudessem se regularizar.

Fora isso sobre o Adesivo do Imetro, existe a polêmica entre os Motociclistas e mesmo motoboys sobre quais os adesivos reflexivos realmente válidos, existem inúmeros tipos sendo vendidos, mas a questão fica, qual comprar?
Eu usei o oferecido juntamente com o capacete.
E colei da melhor maneira possível no capacete, para ficar visível e não estragar o grafismo do mesmo.
Essa falta de especificação na lei pode gerar um abuso. Pelos nossos queridos Policias e afins na anciã de cumprir corretamente seu dever ( ou ganhar um café ) visto que não especifica o lugar onde deve ser colado e as dimensões que podem variar dentro do range de 18 Cm².

Agora é esperar para ver!
Mas eu já tenho ouvido de outros motociclistas que o abuso já começou. 😦

Hoje ainda não se têm novidades quanto ao pedido do Imetro nem em como está indo a fiscalização…

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Aquaplanagem na chuva

26 novembro, 2007


Um dos principais motivos de quedas com motos é a aquaplanagem. Eu mesmo com a Fênix cai já duas vezes por esse motivo. Fica aqui a dica…

Tomara que eu também aprenda!

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Tipos de motocicleta

18 novembro, 2007

Existem várias categorias de motocicletas, cada uma com seu próprio estilo e aplicação:

Motos esportivas

As esportivas são motos com design futurista e mecânica de excelente desempenho. Os motores geralmente possuem mais de 600 cm3 de cilindrada, o que permite maior aceleração, algumas alcançando velocidades próximas a 300 km/hora. Em geral, possuem discos duplos de freio, quadros fabricados em materiais leves, design esportivo, guidão bi-partido com posição de pilotagem baixa, escapamentos com ruído esportivo. São dotadas de carenagem, com o objetivo de reduzir a resistência com o ar. Atualmente, as montadoras aprimoram suas tecnologias nas pistas, durante campeonatos como o MotoGP e o Superbike. A relação peso-potência dessas motos já ultrapassou a barreira de 1:1, onde cada cavalo de potência “empurra” um peso inferior a um quilo.

Possuem pneus largos, visando uma boa área de contato com o solo, tanto em retas como em curvas. Geralmente possuem amortecedor de direção, a fim de se evitar o Shimmy, que, em muitos casos, pode levar o piloto a uma queda. O Shimmy consiste num movimento muito rápido do guidão, virando de um lado para o outro, sem controle, e, normalmente, é causado por ondulações no asfalto. No painel, o que se destaca é o conta-giros, que mede as rotações por minuto. Geralmente fica numa posição de destaque e de fácil visualização. (Atualmente os velocímetros são digitais, assim como os marcadores de combustível, óleo, etc.).

Pela posição de pilotagem (o piloto fica praticamente deitado sobre o tanque, com o tronco inclinado para a frente e os pés para trás), não são motos muito confortáveis para utilização em vias urbanas, sendo mais indicadas para condução em rodovias. Normalmente, o banco do garupa é bastante desconfortável, e alguns modelos, por serem inspirados nas motos de corrida, nem mesmo têm esse banco disponível;

Motos custom

As custom (garfos dianteiros inclinados para a frente) são motos estradeiras, preferidas por um público mais tradicional. Não priorizam a velocidade e são mais voltadas ao conforto, mantendo a altura do banco baixo, pedaleiras avançadas, tanque grande em posição paralela ao chão de forma a proporcionar uma posição confortavel para pilotagem. São muito confortáveis para viagens longas, seja sozinho ou acompanhado. O piloto fica recostado para trás, com os pés para a frente, com as costas geralmente apoiadas em encostos chamados de sissy bar.

A maioria das peças são cromadas e brilhantes, copiando o design das motos antigas. Geralmente possuem alforjes em couro, que são aquelas malas para levar a bagagem. No Brasil, existem muitos moto clubes cujos integrantes apreciam o estilo das motos custom e que vêem nessas motos um estilo de vida. São as motos que apresentam desenho típico das motos americanas dos anos 50 e 60 glamourizadas em filmes como Easy Rider (Sem Destino). Uma variação dentro desta categoria são as Roadsters, que aliam o visual e a posição de pilotagem das custom com o alto desempenho das esportivas.

Motos chopper

As chopper são motos que derivam das custom, com a diferença na posição do tanque que é alto na frente e baixo atras formando uma linha com o eixo da roda traseira, o garfo da frente tem um ângulo em relação ao motor maior que nas custom e seu comprimento também é maior, deixando a distância entre eixos bem grande. Este estilo de moto tem a filosofia de retirar tudo o que não é necessário em uma moto, dai vem seu nome que, em inglês, significa cortar. Geralmente não possuem banco para o garupa, alforges ou paralamas dianteiros. Seu visual é bastante despojado e agressivo. O conceito de moto chopper, originado dos EUA, foi disseminado mundo afora através do filme “easy rider” (sem destino), lançado em 1969, em que os atores Peter Fonda e Denis Hopper interpretam os dois motociclistas que viajam pela américa sobre suas choppers. Quando se fala em moto “chopper”, a primeira imagem que vem à cabeça é uma moto com muitos cromados, garfo dianteiro enorme, guidão alto (apelidado de “seca-sovaco”) e tanque em forma de gota. As motos do filme Easy Rider, que tinham nome (chamavam-se: Capitão América e Billy Bike), talvez sejam as “Choppers” mais famosas do mundo.

A partir desse momento, o design da moto chopper se difundiu, o que levou os proprietários das Harley e das Indians a modificarem suas motocicletas em busca do visual chopper. Hoje, a industria de motos chopper continua com seu espirito “hand made”, mas não mais modifica motos de linha, e sim constrói as motos, desde o chassi, motor, tudo personalizado. A febre chopper é tamanha, que existe até um programa de tv, mostrando o dia-a-dia de uma fábrica de choppers, o American Chopper (Orange County Choppers, no original).

Motos naked

As naked (“nuas”), são motos que têm bom desempenho (algumas de alta cilindrada) em relação ao motor e conjunto mecânico, mas modificadas para permitir uma posição de pilotagem menos deitado, e mais sentado, melhorando o conforto para condução em vias urbanas, com guidão mais alto do que nas esportivas, porém não possuem carenagem (que são caras e freqüentemente são danificadas quando na condução em vias de muito tráfego). Com faróis redondos e pneus esportivos, possuem design misto entre motos de passeio e motos esportivas. São mais adequadas que as esportivas para andar entre os carros na cidade, e apresentam bom desempenho nas estradas. O único inconveniente é a falta de proteção contra o vento (pela posição de pilotagem sentado) no caso das viagens. Existem no mercado bolhas e semi-carenagens para solucionar este problema, mas em sua maioria, pioram drasticamente o visual da moto.

Motos de todo o terreno

As motos ‘de todo o terreno são as off-road, a saber nas suas diversas variantes: motocross/supercross, enduro, cross-country, trial, raids e trail. Como exemplo de modelos destas variantes, respectivamente, citamos: Kawasaki KX-F 250, KTM EXC 400, KTM XC 250, GAsGAs TXT 280, KTM 660 e BMW F650GS. Os pneus são específicos, geralmente para tração na terra (tipo tacos) e rodas maiores, para transpor obstáculos com maior facilidade. A sua suspensão possui um curso total maior, sendo mais altas em relação ao solo, para absorver impactos e não os transmitir para o piloto.

O visual geralmente é despojado, com desenho rústico e/ou agressivo, sem acessórios que possam ser danificados quando a moto for utilizada em trilhas. Possuem também uma relação de marchas curta e rápidas acelerações, com motores de 125 a 600 cm3 de cilindrada ou mais. Dentro desta categoria, existem as Big Trail, motos de uso misto para viagens longas que incluem trechos de off-road. São mais confortáveis e mais pesadas, com pneus de uso misto e tanques de combustível que chegam a 40 litros, para permitir boa autonomia em trechos longos em que não é possível o reabastecimento. São a maioria das motos que participam do Rally Paris-Dakar.

Outra variação dentro desta categoria são as MotoCross, indicadas para participação em campeonatos de velocidade/saltos em terra ou de rally, vendidas sem acessórios obrigatórios para utilização em vias urbanas (espelhos, piscas, lanternas). Uma nova variação dentro da categoria Trail são as Motard e Supermotard(que veremos a seguir), motos originalmente de trail/cross mas que foram adaptadas para competições em circuitos que alternam trechos de alta velocidade em asfalto com trechos de terra e saltos. Utilizam motores com capacidade cúbica acima de 600 cm3 de cilindrada.

Motos supermotard

As supermotard são motos que estão entrando no mercado, com as montadoras voltando suas atenções pra esse nicho, de motos trail com ciclística esportiva, com rodas e pneus esportivos. Existem muitas competições, inclusive agora no Brasil. Nos campeonatos, as motos enfrentam trechos de asfalto e de terra, às vezes até com alguns saltos. São chamadas também de fun bikes ou de Super Moto. O que caracteriza uma moto SuperMotard é o aro das rodas, sempre de 17 polegadas.

Motos pocketbikes

As pocketbikes ou motos de bolso, são muito conhecidas no exterior, e estão chegando ao Brasil. São mini-motos de alta performance, voltadas para o público adulto. Em sua maioria possuem 13 cavalos e suportam um peso de até 110 Kg. Podem até ser levadas embaixo do braço, devido ao seu tamanho. Possuem tanque de gasolina de 1 litro, que já garante bastante diversão. Existem corridas de pocket bikes para o público adulto, mas apenas no exterior. No Brasil estas corridas ainda são voltadas apenas para crianças, que correm em kartódromos. Os modelos nacionais ainda estão muito longe de concorrer com os modelos importados, mas o mercado está demandando bastante esta novidade.

Motos street

As street são motos que apresentam conforto e mobilidade para serem utilizadas no trânsito urbano, geralmente de 125 cilindradas. A posição de pilotagem é sentada, com os pés apoiados nas pedaleiras. Apresentam desenho simples, com banco para garupa, sem muitos acessórios, e permitem a utilização entre os veículos nas vias urbanas (corredores). Variações com motores de 150, 200 e 250 cilindradas com desenho semelhante às de 125 cilindradas também são vendidas. No passado, a Honda-Brasil vendeu motos street de 400 e 450 cilindradas, com desenho de motos street, mas com dimensões proporcionalmente maiores ao aumento de cilindrada, perdendo parte da mobilidade no trânsito. A maioria das street apresentam velocidades máximas por volta de 110 km/ hora.

Motos Underbone

As underbones são motos de dimensões reduzidas, menores do que as street, geralmente com câmbio semi-automático, baixas cilindradas (abaixo de 125 cilindradas), baixo desempenho, baixa manutenção e baixo consumo de combustível. Com essas características, são bastante utilizadas por empresas com serviços de entrega urbanas (moto-boys), por unir a facilidade da condução em corredores das vias urbanas ao baixo custo da moto e baixo custo operacional. Apresentam acelerações menores do que as street e velocidades máximas de cerca de 100 km/ hora.

Motos scooter

As scooter são motos que permitem a posição de pilotagem sentado e com os pés apoiados no piso, sem a necessidade de usar os pés para a troca de marchas, montadas com câmbio automático (CVT) por corrente dentada com polias variaveis. maioria das scooters possui 50cc equipadas com motores 2 tempos. Acima disso se encontram as de 4 tempos. Usadas para pequenos deslocamentos e lazer, apresentam compartimentos porta-capacetes que permitem ao usuário deixá-lo escondido na moto enquanto não estão sendo utilizados.

É permitida a condução das scooters’ de, no maximo, 50 cc por qualquer pessoa maior de 18 anos, sem a necessidade da Carteira Nacional de Habilitação, desde que a moto esteja devidamente emplacada e o condutor use capacete. Não é permitido o trafego de scooters em rodovias federais, mas, geralmente, isso não é levado em conta, desde que se use capacete, o que a faz ser procurada por pessoas que ainda não possuam habilitação para pilotar motocicleta acima de 50cc(categoria “A”).

Geralmente, as motos de baixa cilindrada (de 50 a 100), apresentam baixo desempenho, baixa manutenção e baixo consumo de combustível. Existe uma nova tendência de equipar as scooters com motores maiores, de até 400 cilindradas (Suzuki Burgman), para atingir uma pequena fatia do mercado de usuários que querem maior desempenho aliado ao conforto de pilotar com os pés apoiados.

Para mais informações, contate o site do Detran de sua cidade!

Motos baby

As “Baby” são motos das décadas de 20 e 30. São caracterizadas por serem bem rústicas pois as primeiras motos desse estilo eram “rabo duro” (sem amortecedor traseiro), o centro de gravidade é bem baixo, seu tom de pintura bem peculiar, haja vista que eram utilizadas até 14 camadas de tinta (a moto ficava com o tom de cor parecido com o de panelas esmaltadas). A marca de moto Baby mais famosa do mundo é a Indian. Há quem diga que as motos custom derivaram das Baby.

Motos dual purpose

São motos que servem tanto para estradas quanto para terrenos ‘off road’. Estas motociletas, também chamadas de ‘big trail’, geralmente são de maior porte e com motores acima de 600cc. Possuem tanque grande para proporcionar maior autonomia..

Texto retirado da Winkipédia.

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Carros x Motos ?

10 novembro, 2007

Depois de ler este texto, e só depois, veja o filme abaixo.
Para que você consiga ver exatamente onde está o humor…
Quem o humorista está satirizando.

Um dos sonhos mais comuns do “motorista padrão” de carro é que não existissem motos.
Mas isso, principalmente em cidades grandes como São Paulo e Nova Iorque, é impossível.
Em um trânsito caótico, onde há a necessidade de agilidade no acesso a diversas partes diferentes da cidade e com a falta, no caso de São Paulo, de um transporte publico realmente de qualidade e veloz, a moto é uma ferramenta indispensável.
Quem faz realmente congestionamentos, engarrafamentos e todo o mal nas ruas das cidades são os carros; na verdade, o mau uso deles aliado à falta de transporte público de qualidade.
O sonho dos motociclistas e motoqueiros também é de não haver tantos carros, afinal ninguém quer morrer atropelado, essa é a grande verdade.

O grande trunfo fica mesmo na mão do motorista de carro.
Ele sim tem o poder de definir e moldar o trânsito nessas grandes cidades.
Quer se livrar realmente de um “motoboy”? Dê passagem!
Não quer ouvir buzininha chata? Não coma faixa e respeite a sinalização.
Não quer ter seu retrovisor quebrado ou arranhado? Use-o! Ele existe para ser usado, para você, motorista de carro, poder ver que existe outro veículo (moto) passando perto e fazer a gentileza de dar passagem para alguém que pode usar de uma vantagem real e leal para “cortar” o congestionamento e chegar mais cedo em seu destino.

Em grande parte das vezes a impressão que se tem é que o motorista de carro inveja o motorista de moto, simplesmente por que uma moto pode passar em um espaço físico que o carro não consegue.

Também sei que existe um grande número de “motoboys” que não respeita nada nem ninguém, mas pense: isso existe também com motoristas de carro e a solução é sempre essa; quer se matar, se mate sozinho, dê espaço e deixe este louco passar e ir embora para bem longe de você.