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Finite Incantatem

21 março, 2011

Senhoras e senhores,

Muito obrigado por estarem presentes durante tanto tempo.
Foi um grande espetáculo sem dúvida!
Porém é dado a hora de findar a apresentação, fechar as cortinas.
Reconhecer o que já aconteceu…
Este blog MORREU!

Não que eu não tenha mais vontade de escrever.
Mas mudei minhas prioridades! Não pretendo gastar tempo com ele!
Por isso resolvi jogar em definitivo a pá de cal!
Enterra-lo é mais digno do que deixa-lo abandonado.

No link abaixo segue meu Tumblr, que tenho publicado fotos do Istangram e algumas achadas na internet. É a unica coisa que tenho atualizado ultimamente…
http://www.tumblr.com/tumblelog/rodrigobodas

Esporadicamente, também tenho escrito algumas coisas no Café Mineiro, blog que tenho com a Má no Dialética.org : http://dialetica.org/cafemineiro

Obrigado e desculpe.
Have a nice Life!

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Gabriel o Pensador – Tas a Ver

6 janeiro, 2010


Gabriel Pensador
Composição: Gabriel O Pensador

Tás a ver o que eu estou a ver?
Tás a ver estás a perceber?
Tás a ouvir o que eu estou a dizer?
Tás a ouvir estás a perceber?

Eu tenho visto tanta coisa nesse meu caminho
Nessa nossa trilha que eu não ando sozinho
Tenho visto tanta coisa tanta cena
Mais empaquitante do que qualquer filme de cinema
E se milhares de filmes não traduzem nem reproduzem
A amplitude do que eu tenho visto
Não vou mentir pra mim mesmo acreditando
Que uma música é capaz de expressar tudo isso
Não vou mentir pra mim mesmo acreditando
Mas eu preciso acreditar na comunicação
Mas eu preciso acreditar na…
Não há melhor antídoto pra solidão
E é por isso que eu não fico satisfeito
Em sentir o que eu sinto
Se o que eu sinto fica só no meu peito
Por mas que eu seja egoísta
Aprendi a dividir as emoções e os seus efeitos
Sei que o mundo é um novelo uma só corrente
Posso vê-lo por seus belos elos transparentes
Mudam cores e valores mas tá tudo junto
Por mas que eu saiba eu ainda pergunto

Tás a ver a vida como ela é?
Tás a ver a vida como tem que ser?
Tás a ver a vida como agente quer?
Tás a ver a vida pra gente viver?

Nossa vida é feita
De pequenos nadas

Tás a ver a linha do horizonte?
A levitar, a evitar que o céu se desmonte
Foi seguindo essa linha que notei que o mar
Na verdade é uma ponte
Atravessei e fui a outros litorais
E no começo eu reparei nas diferenças
Mas com o tempo eu percebi
E cada vez percebo mais
Como as vidas são iguais
Muito mais do que se pensa
Mudam as caras
Mas todas podem ter as mesmas expressões
Mudam as línguas mas todas têm
Suas palavras carinhosas e os seus calões
As orações e os deuses também variam
Mas o alívio que eles trazem vem do mesmo lugar
Mudam os olhos e tudo que eles olham
Mas quando molham todos olham com o mesmo olhar
Seja onde for uma lágrima de dor
Tem apenas um sabor e uma única aparência
A palavra saudade só existe em português
Mas nunca faltam nomes se o assunto é ausência
A solidão apavora mas a nova amizade encoraja
E é por isso que agente viaja
Procurando um reencontro uma descoberta
Que compense a nossa mas recente despedida
Nosso peito muitas às vezes aperta
Nossa rota é incerta
Mas o que não incerto na vida?

Tás a ver a vida como ela é?
Tás a ver a vida como tem que ser?
Tás a ver a vida como agente quer?
Tás a ver a vida pra gente viver?

Nossa vida é feita
De pequenos nadas

A vida é feita de pequenos nadas
Que agente saboreia, mas não dá valor
Um pensamento, uma palavra, uma risada
Uma noite enluarada ou um sol a se pôr
Um bom dia, um boa tarde, um por favor
Simpatia é quase amor
Uma luz acendendo, uma barriga crescendo
Uma criança nascendo, obrigado senhor
Seja lá quem for o senhor
Seja lá quem for a senhora
A quem quiser me ouvir e a mim mesmo
Preciso dizer tudo que eu estou dizendo agora
Preciso acreditar na comunicação
Não há melhor antídoto pra solidão
E é por isso que eu não fico satisfeito em sentir o que eu sinto
Se o que sinto fica só no meu peito
Por mais que eu seja egoísta
Aprendi a dividi minhas derrotas e minhas conquistas
Nada disso me pertence
É tudo temporário no tapete voador do calendário
Já que temos forças pra somar e dividir
Enquanto estivermos aqui
Se me ouvires cantando, canta comigo
Se me vires chorando, sorri

Tás a ver a vida como ela é?
Tás a ver a vida como tem que ser?
Tás a ver a vida como agente quer?
Tás a ver a vida pra gente viver?

Nossa vida é feita
De pequenos nadas

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Manifesto nerd

26 maio, 2009

Dia 25 agora, segunda que acabou de passar, foi dia do orgulho nerd!

E o que mais me surpreendeu negativamente foi o horror e a grande massa negativa que vi de pessoas que eu admiro e gosto (dos blogs/textos) criticando e recriminando o ser nerd e o fato de se ter orgulho disso!

Primeiro: se eu sou ou sinto orgulho de ser nerd, isso é um problema meu e ninguém pode ou deve me discriminar e recriminar por essa escolha, assim como não se pode fazer o mesmo com gays, negros e qualquer outro tipo de pessoa.

Segundo: por que na sua grande maioria, as pessoas que eu vi recriminando e discriminando podem sim ser consideradas NERDS.

Então, neste caso, é o macaco estar sentado no rabo e falando do rabo do outro.

Eu não entendo o grande preconceito que se tem contra os nerds. De verdade, na cabeça destes que criticam, nerd não pode ter vida social, não pode saber conversar e muito menos pode fazer sexo. O nerd que eles imaginam não existe há muito tempo! Ele evoluiu e tem vida sim!

Simples assim, o nerd de ontem que até chegava a ser mais retraído e mais tímido, mesmo antigamente, já comia mulher e sabia conversar… Mas assim como qualquer outra pessoa eles tem mais facilidade de conversar sobre os assuntos que dominam, por exemplo, um cara que adora futebol, joga, torce para um determinado time, praticamente não sabe falar sobre nada mais do que futebol. Assim é o nerd e assim somos todos nós.

Agora… É muita babaquice para não dizer burrice e falta de coragem criticar alguém que já sofre discriminação.

Eu acho qualquer tipo de preconceito e de discriminação é BURRICE e muita, mais muita criancice, coisa de moleque mimado que a mãe e ninguém ainda na vida ensinou que no MUNDO “ninguém é igual” e que mesmo todos sendo “diferentes”, todos merecemos nosso espaço e muito respeito.

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Por dentro de uma Entrevista de TeleMarketing

13 abril, 2009

Sempre que algum TeleMarketing liga em nossas casas é um saco!
Perdemos minutos preciosos da novela, de sexo ou mesmo de não fazer nada.
Mas eles se especializam em irritar, perguntar, investigar e continuar contigo o maior tempo possível na linha tentando te convencer a comprar ou participar do que quer que seja…

Então pensei em como seria um processo seletivo para uma vaga dessas:

Entrevistador:  Olá tudo bem?
Candidato: Tudo ótimo, melhor agora que estou falando com o Sr.! Espero que esteja tudo bem com o Sr, sua família e todos que o Sr. ama!

Entrevistador: Quando criança… Você passava trotes?
Candidato: Mas claro que sim, era a maior diversão, passava horas nos orelhão ligando para os mais diversos número.

Entrevistador: Qual o trote que você mais usava?
Candidato: Olha, eu variava muito, mas o meu preferido era perguntando do Mário! Sabe qual , né?

Entrevistador: Sei sim! Essa fazia sucesso realmente! Mas e a do Fusca Gelo parado na porta? Você conseguia fazer as pessoas irem verificar se o Fusca estava na porta?
Candidato: Olha, tenho que admitir que nem todas as vezes eu conseguia… Mas eram poucas as pessoas que não iam verificar, viu! Mas o mais divertido realmente era quando a pesssoa voltava para falar que ele não estava, não era? Dizer que havia derritido e desligar rindo era o melhor de tudo!

Entrevistador: Sei… Mais alguma experiência que você dejese contar?
Candidato: Na verdade há sim, eu vou querer estar contando para o Sr. quando convenci um Sr. que ele precisava trocar de guarda-roupa por causa do Mário!

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Hoje em dia ninguém mais de São Paulo precisa passar por essa chateação, afinal pode-se colocar o nome em uma lista de não perturbe.
http://www.procon.sp.gov.br/BloqueioTelef/

Eu pessoalmente não pretendo perder meu tempo para colocar o nome nesta lista! Muito trabalho quando um simples NÃO já resolve a situação, não acham?

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10 anos de MATRIX

31 março, 2009

Sim, hoje faz 10 anos do lançamento do primeiro filme de Matrix, que, literalmente, explodiu a cabeça de muitas e muitas pessoas. Mas a primeira coisa que se deve dizer sobre o filme é que ele teve uma inspiração não oficializada em um livro chamado Necromance, onde se encontram todos os personagens principais e mesmo lugares_ como Zion, Matrix, Morpheus, Neo e Trinith_; quem lê fala que é cópia descarada. Assim como quem lê “O Anel de Nibelungo” fala que “Senhor dos Anéis” também é uma cópia descarada deste.

Dado esta pequena introdução, que espero ser motivação mais que suficiente para levá-los a mais essas leituras, só tenho a dizer que este fato não desmerece ou diminui o filme em si, só agrega.

Sempre quis falar da idéia de Matrix, mas sempre deixei para depois por ser complexo e longo, mas 10 anos já é tempo demais. Meu intuito aqui é chamar a atenção para alguns pontos que acho que geram dúvidas e mal-entendidos nos filmes e gostaria de tentar ajudar a outros a entenderem melhor os filmes.

Inteligência Artificial – Esta foi a grande merda e o começo de tudo. Quando o homem cria a IA e a própria IA se melhora e começa a criar uma nova geração ou raça de robôs a coisa pega. Nesse momento pode-se pegar referencia também em outro lugar, como “Ghost in The Shell”, desenho japonês que questiona se um robô pode ter “alma humana”. E é justamente isso que acontece no desenho e em Matrix. Os robôs começam a ter “almas” e não querem ser mortos (substituídos) ou trocados.

Não vou recontar aqui a história que é tão bem descrita no Animatrix, mas para quem não viu fica a dica e a forte recomendação, afinal não assistir implica em não entender algumas coisas que fazem falta.

Uma coisa que fica clara e que vale ser ressaltada porque pode ter passado desapercebida do grande publico é que os humanos fecham um acordo com as máquinas de escravidão_ é a ultima chance para não serem aniquilados… Transformar o corpo humano em fonte de energia das máquinas.

Este é o início real da história, cronologicamente. Depois disso, a IA cria um mundo chamado Matrix, uma realidade virtual onde as mentes das baterias poderiam viver anos a fio.  Fica claro que as máquinas não poderiam aproveitar os corpos sem as mentes, “O corpo não vive sem a mente” é uma frase recorrente dentro dos três filmes.

A primeira realidade virtual foi criada para ser o mundo perfeito, onde não existiria dor, nem problemas, mas nela foram colocados os soldados que lutaram contras as máquinas que já conheciam a dor e a tristeza. Eu pessoalmente acho que é por isso que não deu certo.

Como uma mente que já conhece esses conceitos iria aceitar uma realidade onde eles não mais existissem?

Então a Matrix foi recriada como nossa sociedade hoje e acho que isso é um dos grandes atrativos do filme; pensar poder ser real, poder viver esta ilusão foi algo usado por eles de maneira muito inteligente!

As máquinas descobriram que para os seres humanos aceitarem essa realidade virtual eles precisam, nem que fosse num patamar subliminar, poder escolher não participar disso. E foi assim, desta necessidade que nasceu o Oráculo, um programa criado para entender, e ajudar os humanos que não aceitassem a realidade Matrix. A figura do arquiteto já estava ali, desde a tentativa do mundo perfeito, talvez não o mesmo que vemos no filme dois e três afinal, deve ter havido melhoramento e substituição do original.

E assim durante seis “escolhidos” a Matrix foi sobrevivendo, e teoricamente Zion também. Acho que o motivo de só anciões serem do conselho guarda este segredo; só os mais velhos realmente entendiam, tinham a experiência e maturidade para saber, que num mundo sem sol, sem calor, sem nenhuma condição, não seria possível ganhar das máquinas e aniquilá-las, acho que essa é a mensagem final: “não” para a incompreensão e a irracionalidade e um grande “sim” para a Paz e a convivência entre os “diferentes”.

Mas eu acho que as máquinas nunca conseguiam destruir 100% Zion: baratas e seres humanos têm uma grande capacidade de sobreviver, custe o que custar. E esse segredo foi sendo passado pelos membros do conselho na medida em que novos “escolhidos” eram selecionados e depois disseminados pela Matrix.

A trilogia começa então com o sétimo “escolhido” e grandes personagens são mostrados a nós. Eu pessoalmente sou fã do Morpheus, um líder que tem uma crença e está disposto a tudo para conseguir seguir esta crença, abrindo mão do seu grande amor (Niobi), e até mesmo de sua vida para garantir a vida de seu escolhido.

Não posso dizer que não fiquei frustrado com o personagem ter diminuído de importância nos dois filmes seguintes, mas os filmes eram sobre o escolhido e não sobre seu antigo líder, então nada mais natural, à medida em que Neo se torna cada vez mais forte, Morpheus ficar mais nos bastidores.

Existem muitos que buscam verdades escondidas, religião e sabe-se mais lá o que no filme, mas o conceito nele é básico: escolha, livre arbítrio e as consequências que isso implica, simples assim.

Nós, na grande maioria das vezes, não conseguimos ver através das nossas próprias escolhas, isso simplesmente quer dizer que nós não sabemos onde elas podem nos levar. E esse é o grande ponto do filme, nem Neo, nem mesmo a Oráculo sabem se são tão fortes ou capazes de conseguir chegar ao objetivo final, que é a Paz.

A Oráculo é um ponto de sustentação do filme, ela faz quase o papel de um psicólogo com o Neo, deixando ele chegar às suas próprias respostas e conclusões. Mas ela também o direciona e aos outros a cumprirem seus papéis na trama.

Não sinto que preciso falar muito do primeiro filme, todo mundo teve quatro longos anos para rever e sugar tudo do primeiro filme e criar expectativas quanto aos dois seguintes. E nisso também vive a explicação da rejeição deles. Todo o mundo, e posso dizer isso quase literalmente, criou em suas cabeças continuações bem explicadinhas e cheias de conteúdo em suas cabeças.

Quando chega o segundo filme, sem explicar coisas novas, colocando Morpheus meio que na geladeira e deixando mais dúvidas do que explicando, o pessoal pirou, e preferiu esperar uma explicação no terceiro filme a sugar novamente o segundo filme atrás das respostas que tanto se queria.

Mas as respostas estavam lá: como já falei era parte da história Morpheus diminuir, assim como eram precisos adversários à altura das novas habilidades de Neo. E foi este o caminho que a história tomou.

Outro momento importante é o discurso de Morpheus na caverna, ele volta para o papel de líder, mas não mais de uma nave e sim de um exército de resistência. Mas mesmo ele sabe que tudo depende do Neo.

Eu devo ter sido um dos poucos, senão o único, ao final do filme dois a ficar de pé na sala de cinema e aplaudir como louco o “To be Continue…” do final.

Porém, apesar de Neo estar mais forte e mais decidido que no primeiro filme, ele ainda duvidava de si mesmo e principalmente, ele ainda não aprendeu tudo sobre a Matrix.

No Terceiro e último filme depois de muitas explicações dadas pelo desenho Animatrix, está mais fácil entender sobre Zion, as máquinas, “almas” e coisas afins.

Pelo menos para alguns… Foi um grande presente dos irmãos Wachowski, uma tentativa de ajudar as pessoas a entenderem melhor o rumo que eles pretendiam dar ao filme.

Fica claro que Neo, para usar as palavras da Oráculo, novamente tem poderes que se estendem da Matrix até a sua origem, o MainFrame. O lugar físico aonde os IA, que realmente criaram todos os robôs, o arquiteto, os programas e tudo mais, estão realmente.

Não fica claro se é paranormalidade ou se pode até ser que o corpo do Neo seja meio robô, ou tenha algo de robô, mas ele é diferente e isso é ponto fundamental.

Trinith é o ponto humano de Neo, sua ligação com a humanidade, ou melhor, com a sua humanidade. Sem ela, sem o romance entre os dois ele poderia virar um arquiteto ou mesmo um agente Smith. É meio forçada a cena de sexo deles (com a Rave rolando solta na caverna e tudo), mas serve para mostrar essa conexão.

E, por fim, chegamos ao melhor vilão de todos os tempos, um vilão que não está atrás de dinheiro, glória ou qualquer outra coisa, ele está atrás de um propósito. “O propósito de toda vida é acabar!” e, se é assim, que seja ele, Smith, a ser quem vai acabar com toda a vida.

Um vilão à altura do grande herói. Disposto a tudo para atingir sua meta, inclusive se sujeitar a entrar na coisa que ele mais odeia, um cormo humano, tudo para tentar deter seu grande inimigo.

O final não poderia ser diferente, só se deixando contaminar e religando o Agente Smith ao sistema, e diretamente a IA, seria possível destruí-lo; só os programadores originais saberiam como deletá-lo realmente sem afetar os demais programas..

E para terminar: sim, Neo sobrevive! Vocês acham que uma mera nave de carga teria toda aquela luz, aquele poder emanando de si? Ou aquilo é o real escolhido vivo emanando seu poder?

Não cheguei a falar das atuações dos atores, porque para este filme não acho que houve más interpretações. Não consigo, por exemplo, imaginar outra pessoa sem ser Laurence Fishburne conseguindo passar tanta emoção como Morpheus. Nem outro ator sem ser Hugo Weaving para fazer um vilão tão bom como o que interpretou o Agente Smith.

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Café Mineiro

26 março, 2009

Venho aqui para informar a criação de mais um blog que eu faço parte!

Agora a proposta é um blog com a esposa. Uma nova empreitada falando de assuntos diversos colocando as opiniões deste casal tão peculiar RO MA.

O nome encaixou perfeito com o conceito, “Café Mineiro”, afinal se você já foi a Minas Gerais sabe que um convite para um cafézinho é mais do que silmesmente comer, mas sim um convite para uma longa e demorada conversa que com certeza irá passar por vários e vários assuntos sem se cansar.

Então sede bem vindo, puxe uma cadeira e vamos conversar e trocar este dedinho de prosa em mais um lugar na net!

Espero sua visita!

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Como foi o Show?

24 março, 2009

O show foi do caralho, para falar o Português correto.

Chegamos, para variar, em cima da hora; eu já estava preocupado com onde estacionar, sabia que lá no autódromo infelizmente não há uma infraestrutura boa quanto a estacionamento.

Quando chegamos em frente mesmo ao autódromo, encostei o carro em um Tiozinho oferecendo vaga para deixar o carro. Ele, sem cerimônia, foi dizendo: -Chega pro lado aí e me dá um espaço que vou levar vocês lá! A gente conseguiu com um condomínio aqui do lado, pode ficar tranqüilo, patrão, que o carro vai ficar seguro.

E não é que o lugar era mesmo bom: ficamos a menos de 15 minutos andando da entrada do show.
Entramos e o alívio de o show não ter começado foi grande.
Fiquei de boca aberta quando vi o espaço reservado para o show e a quantidade de pessoas que já estava lá, esperando o show começar; escolhemos ficar mais atrás, quer dizer, bem mais atrás_ nós usávamos um binóculo para ver melhor o telão para se ter uma noção da distância.

Meu amigo, que já havia assistido a um show do Iron em Madri, comentou: -Olha, assisti aos caras num festival e tinha quase o mesmo número de pessoas daqui, que é só para ver eles. :O

Mas assistir ao Iron Maiden ao vivo é outra coisa. É bom demais. Tocaram todos os clássicos e mais algumas músicas ainda. É de arrepiar realmente. E isso, sem contar o Bruce Dickinson justificando o atraso, explicando a falha dos telões(estavam com linhas vermelhas espalhadas), o cara não precisava se explicar, mas fez isso e sempre com muita educação.

Olha, não aconteceu uma confusão, nem roda punk rolou.
E o que mais me surpreendeu mesmo foi a saída: mais tranqüila impossível! Sem uma confusão! E isso até dentro do carro: cheguei mais rápido em casa do que no autódromo.

Valeu o show, valeu ter ido e me arrisco a dizer que se tiver outra vez…

EU VOU!

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